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    O risco socialmente construído em uma cidade da zona costeira amazônica, dinâmica ambiental e ocupação do solo em Vigia de Nazaré/PA, Brasil

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    A cidade de Vigia de Nazaré, nordeste paraense, está situada em uma sub-região da Zona Costeira Amazônica, a Zona Costeira Paraense (ZCP), assentada nos níveis mais baixos dos terraços regionais e em planícies fluviomarinhas. Etapas da formação socioespacial da cidade evidenciam a problemática aqui analisada: a anexação de planícies fluviomarinhas ao contexto urbano, servindo para o assentamento espontâneo de diversas famílias, em sua maioria em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é compreender, sob a perspectiva histórico-geográfica e da vulnerabilidade inerente, uma análise integrada dos processos físicos e sociais que expuseram e criaram no ambiente urbano espaços de vulnerabilidade ao risco hidrometeorológico. A análise dos dados revelou altos acumulados de precipitação anual para o contexto regional, com um período chuvoso bem definido, que duram de janeiro a maio (acima de 300 mm em média), posto em um ambiente sob influência de macromarés semidiurnas, podendo alcançar 4,5 m. Para o ano de 2022, foram verificados 60 registros de maré iguais ou acima de 4,2 m, nível de alerta local para coincidência com chuva. A ocupação recente deu-se em sua maior parte no nível morfológico de menor altimetria, a planície fluviomarinha urbanizada alcançou 1/3 do núcleo urbano. Este local, exposto à dinâmica do ambiente costeiro estuarino, exprime atualmente aspectos da degradação ambiental e alteração dos processos hidromorfodinâmicos

    Guidelines for the use and interpretation of assays for monitoring autophagy (4th edition)

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    In 2008, we published the first set of guidelines for standardizing research in autophagy. Since then, this topic has received increasing attention, and many scientists have entered the field. Our knowledge base and relevant new technologies have also been expanding. Thus, it is important to formulate on a regular basis updated guidelines for monitoring autophagy in different organisms. Despite numerous reviews, there continues to be confusion regarding acceptable methods to evaluate autophagy, especially in multicellular eukaryotes. Here, we present a set of guidelines for investigators to select and interpret methods to examine autophagy and related processes, and for reviewers to provide realistic and reasonable critiques of reports that are focused on these processes. These guidelines are not meant to be a dogmatic set of rules, because the appropriateness of any assay largely depends on the question being asked and the system being used. Moreover, no individual assay is perfect for every situation, calling for the use of multiple techniques to properly monitor autophagy in each experimental setting. Finally, several core components of the autophagy machinery have been implicated in distinct autophagic processes (canonical and noncanonical autophagy), implying that genetic approaches to block autophagy should rely on targeting two or more autophagy-related genes that ideally participate in distinct steps of the pathway. Along similar lines, because multiple proteins involved in autophagy also regulate other cellular pathways including apoptosis, not all of them can be used as a specific marker for bona fide autophagic responses. Here, we critically discuss current methods of assessing autophagy and the information they can, or cannot, provide. Our ultimate goal is to encourage intellectual and technical innovation in the field
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