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    Sepse Neonatal

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    Introdução: A sepse neonatal é uma infecção bacteriana invasiva que ocorre durante o período neonatal, sendo uma das principais causas de morbidade. Fato que se relaciona às reduzidas funções imunológicas e à imaturidade da imunidade inata. Objetivos: Avaliar o diagnóstico e as consequências na saúde do recém-nascido de sepse neonatal precoce e tardia. Métodos: Revisão integrativa da literatura, através das plataformas PubMed e SciELO e com os descritores: sepse, neonatal e imunologia. E estudos publicados nos últimos 5 anos nos idiomas português e inglês. Resultados: Através de diversos estudos foi observado que alguns fatores eram favoráveis ao acontecimento da sepse neonatal, tanto na precoce quanto a tardia, como a prematuridade, o tempo de internação, o uso de antibióticos e a realização de procedimentos invasivos. O tipo de parto também influencia, sendo o parto cesáreo o que apresenta o maior risco. A observação clínica atenta durante as primeiras 48 horas mostrou-se bastante eficaz, e os exames para a investigação incluem a hemograma, hemocultura, amostras de LCR, urinálise e a proteína C reativa sérica. Já os protocolos de tratamento da sepse neonatal levam em conta os agentes etiológicos mais prováveis e a resposta do paciente a antibioticoterapia aplicada. Aliado ao tratamento, existe também o rastreio para colonizações estreptocócicas e as quimioprofilaxia realizadas antes ou durante o parto. Além disso, algumas medidas são indicadas para a abordagem do recém-nascido, como a lavagem das mãos ou uso de álcool gel e um pacote de cuidados adequados e bem definidos para reduzir os riscos de contaminação de materiais e procedimentos. Conclusão: Diante do exposto, nota-se que a sepse neonatal ainda é uma importante causa de mortalidade. Destarte, a profilaxia e o diagnóstico precoce são o principal fator para diminuição deste número, somado a higienização a redução de procedimentos de supérfluos

    APICULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL: DESAFIOS DA PRODUÇÃO E DIFICULDADES EM ADOTAR PRÁTICAS SOCIAL E AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEIS

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    RESUMOO artigo objetiva identificar a percepção e as dificuldades que os produtores têm em adotar práticas mais responsáveis social e ambientalmente. Utilizou-se de método qualitativo, com entrevista semiestruturada com cinco das seis pessoas que participam da Associação de Apicultores. Nesse sentido, a pesquisa utilizou a análise categorial temática, com o desmembramento em categorias conforme os temas que emergem do texto identificando o que eles têm em comum, dividida em quatro categorias temáticas: 3.1 - Perfil dos entrevistados; 3.2 - Determinação da criação de abelhas e da produção do mel; 3.3 - Conhecimento da atividade e importância da associação; 3.4 - Comercialização e responsabilidade social e ambiental. A responsabilidade social em relação ao mel foi evidenciada como um diferencial no produto concentrado nas preocupações com o meio ambiente, influenciando as tomadas de decisões dos apicultores em seus negócios, bem como no comprometimento para a melhoria da qualidade de vida e bem-estar social. Os resultados da pesquisa também demonstraram que a apicultura é uma atividade lucrativa. No entanto, se percebeu que, em decorrência dos associados não estarem bem organizados, têm dificuldades em comercializar seus produtos
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