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    EST√ČTICAS DA PROFESSORALIDADE: UMA AN√ĀLISE DOS DISPOSITIVOS PEDAG√ďGICOS DE G√äNERO E A PRODU√á√ÉO DO SUJEITO PROFESSOR

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    O presente artigo investe em uma an√°lise de discurso sobre a constru√ß√£o de uma est√©tica da professoralidade. A partir da anal√≠tica arqueol√≥gica de Michel Foucault, procura colocar em suspenso um conjunto de pr√°ticas discursivas que revelam um regime de verdade sobre o sujeito professor produzido historicamente. Organizado em duas se√ß√Ķes: o sujeito professor e o discurso civilizador e o sujeito professor no discurso p√≥smoderno, este di√°logo, busca compreender como essa rede discursiva entra em disputa pela significa√ß√£o do sujeito professor. Analisar a produ√ß√£o de discursos sobre o sujeito professor possibilitou refletir como as pr√°ticas discursivas s√£o capazes de configurar uma esp√©cie de ‚Äúdevir professor universal‚ÄĚ, e mapear os regimes discursivos nos quais, certas normatividades que estruturam modos de ver e fazer ver este sujeito

    REPRESENTA√á√ēES DO SUJEITO-ALUNO E DO SUJEITO- PROFESSOR

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    This works aims to examining, from a discursive point of view, how the representations of subjects - students and teachers - to form in the communicative language teaching. For it, the corpus to analyze for us is the article ‚ÄúEnfoque comunicativo, intercultural y hol√≠stico: Planet@, versi√≥n Mercosur‚ÄĚ, from Matilde Cerrolaza, one the authors of the teaching book for Spanish Planet@

    O professor sujeito da EJA: uma escuta psicanalítica

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    Este estudo revela a necessidade de engendrar a forma√ß√£o do professor sujeito¬†da Educa√ß√£o de Jovens e Adultos de maneira que afeto e saber estejam¬†amalgamados para que o aprender desse aluno se presentifique em ato. Este¬†professor se constitui na falta, lugar n√£o preenchido. Para engatar uma conversa¬†sobre o que esse t√≠tulo dessa escritura sugere, faz-se relevante dizer que¬†n√£o se √© professor, mas torna-se professor sujeito da EJA, pr√°xis que se principia¬†tal como o grafite e o papiro nas m√£os da crian√ßa quase adulta: come√ßa¬†com as garatujas, em seguida estas d√£o lugar a rabiscos em que se observam¬†algumas formas e, depois, imagens, que s√£o representadas. Constitui-se de¬†uma pesquisa em andamento e ap√≥s a an√°lise, os resultados ser√£o revelados,¬†na tentativa de socializar as contribui√ß√Ķes dessa pesquisa com vistas √† melhoria¬†da educa√ß√£o e de modo singular o processo de forma√ß√£o do professor¬†sujeito da EJA, que tem demandado novas reflex√Ķes. Penso que esse estudo¬†n√£o poder√° dizer tudo, mas seu registro autentica o que escapa, o que trope√ßa¬†no Real do professor-sujeito, posto que onde havia o escuro, a fala faz advir o¬†claro, e este se esconde no significante professor sujeito da EJA

    O professor sujeito da EJA: uma escuta psicanalítica

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    Este estudo revela a necessidade de engendrar a forma√ß√£o do professor sujeito¬†da Educa√ß√£o de Jovens e Adultos de maneira que afeto e saber estejam¬†amalgamados para que o aprender desse aluno se presentifique em ato. Este¬†professor se constitui na falta, lugar n√£o preenchido. Para engatar uma conversa¬†sobre o que esse t√≠tulo dessa escritura sugere, faz-se relevante dizer que¬†n√£o se √© professor, mas torna-se professor sujeito da EJA, pr√°xis que se principia¬†tal como o grafite e o papiro nas m√£os da crian√ßa quase adulta: come√ßa¬†com as garatujas, em seguida estas d√£o lugar a rabiscos em que se observam¬†algumas formas e, depois, imagens, que s√£o representadas. Constitui-se de¬†uma pesquisa em andamento e ap√≥s a an√°lise, os resultados ser√£o revelados,¬†na tentativa de socializar as contribui√ß√Ķes dessa pesquisa com vistas √† melhoria¬†da educa√ß√£o e de modo singular o processo de forma√ß√£o do professor¬†sujeito da EJA, que tem demandado novas reflex√Ķes. Penso que esse estudo¬†n√£o poder√° dizer tudo, mas seu registro autentica o que escapa, o que trope√ßa¬†no Real do professor-sujeito, posto que onde havia o escuro, a fala faz advir o¬†claro, e este se esconde no significante professor sujeito da EJA

    Dilemas e dificuldades de professores de Matem√°tica

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    Ocupando uma posi√ß√£o de intermedi√°rio entre as autoridades educativas que decidem e definem quais os conte√ļdos a abordar no ensino da Matem√°tica, nos diferentes n√≠veis de ensino, e os alunos, os destinat√°rios dos programas, o professor tem visto a sua import√Ęncia social revertida para um plano secund√°rio. Actualmente, e na opini√£o de Ponte (1995), "o professor move-se (...) em circunst√Ęncias complexas e contradit√≥rias,, est√° sujeito a press√Ķes muito diversas e tem um estatuto profissional e social cada vez mais desvalorizado" (p.1)

    "O professor escreve sua historia" : uma analise discursiva de modos de identificação do sujeito-professor

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    Orientador: Maria Jose Rodrigues Faria CoraciniDisserta√ß√£o (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da LinguagemResumo: Este trabalho investigou a respeito do sujeito-professor, tomando como objeto de conhecimento textos narrativos, escritos, em 1997, por professores de escolas p√ļblicas paulistas, para o concurso "O professor escreve sua hist√≥ria", patrocinado pela Secretaria Estadual de Educa√ß√£o. Baseado em pressupostos te√≥ricos da linha francesa da An√°lise do Discurso, teve como objetivo compreender, atrav√©s do que √© dito, do que √© dito e posteriormente silenciado e/ou substitu√≠do, e do que, embora n√£o dito, faz sentido nesses textos, alguns modos de identifica√ß√£o do sujeito-professor em rela√ß√£o √†s estratifica√ß√Ķes sociais que o simbolizam. Diferentemente de algumas √°reas das ci√™ncias humanas, que relacionam identidade individual √† percep√ß√£o consciente de si mesmo, ou identificam os indiv√≠duos segundo elos de ra√ßa, nacionalidade, classe, cultura etc., agrupando-os conforme caracter√≠sticas que os tomam "iguais" por oposi√ß√£o aos "n√£o-iguais", este trabalho vinculou a quest√£o da identidade √† inscri√ß√£o do sujeito em forma√ß√Ķes discursivas. Assim, aplicando os conceitos pecheutianos de par√°frase e met√°fora, a pesquisa concluiu que os textos da colet√Ęnea, inscritos na cenografia da qualidade total, priorizam, em meio √† multiplicidade de vozes que neles se manifestam, discursos que identificam o sujeito-professor atrav√©s do embate entre sentidos de m√°goa desse sujeito pelas maneiras desprestigiosas que socialmente o significam e que o desterritorializam de uma posi√ß√£o de respeito e poder, e sentidos que apontam para seu desejo de reverter esse quadro, garantindo para si essa mesma posi√ß√£o. Em outras palavras, ao procurar compreender efeitos de sentido ¬Ņ s√≥cio historicamente produzidos na rela√ß√£o da linguagem com a ideologia ¬Ņ que identificassem o sujeito-professor, o que se captou foi que esse sujeito √© produzido na heterogeneidade, no conflito. No desejo de ser e de n√£o ser. No sofrimento da infind√°vel busca de completudeAbstract: Not informed.MestradoEnsino-Aprendizagem de Lingua MaternaMestre em Lingu√≠stica Aplicad

    Representa√ß√Ķes do professor de l√≠ngua inglesa No ensino inclusivo dos alunos surdos

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    O presente estudo investiga as representa√ß√Ķes do professor de l√≠ngua inglesa (LI) de escolas p√ļblicas do estado de Minas Gerais acerca da inclus√£o de alunos surdos no ensino regular. O objeto de pesquisa √© o discurso do sujeito-professor, pois o sujeito se constitui na/pela linguagem. O sujeito √© tomado como s√≥cio-historicamente constitu√≠do, um sujeito do inconsciente e desejante. Como objetivo principal, buscam-se investigar as representa√ß√Ķes do professor acerca da sua pr√°tica pedag√≥gica, da l√≠ngua referente (LI), bem como as representa√ß√Ķes acerca dos alunos surdos e dos alunos ouvintes, da Libras e do int√©rprete da Libras. S√£o as representa√ß√Ķes que levam √† compreens√£o do que o professor faz na sua pr√°tica e como ele lida com o outro. A presente pesquisa em Lingu√≠stica Aplicada apoia-se na an√°lise do discurso francesa com contribui√ß√Ķes de conceitos da Psican√°lise. Trata-se de uma pesquisa de interpreta√ß√£o discursiva, considerando os gestos de interpreta√ß√£o, entendidos como os processos de identifica√ß√£o, e as filia√ß√Ķes de sentido identificadas no discurso do sujeito. Para a forma√ß√£o do corpus da pesquisa, foram entrevistados oralmente os professores de LI e observadas algumas aulas para anota√ß√Ķes de campo. Ap√≥s a transcri√ß√£o das entrevistas, uma an√°lise lingu√≠stico-discursiva do corpus foi realizada, considerando a heterogeneidade que constitui cada sujeito, os equ√≠vocos no dizer, as contradi√ß√Ķes, as resson√Ęncias discursivas e as imagens que o sujeito apresenta e com as quais se identifica. Busca-se, nos gestos de interpreta√ß√£o, flagrar poss√≠veis deslocamentos, bem como os processos de subjetiva√ß√£o do professor. A partir dessa an√°lise, foi poss√≠vel tecer uma rede de representa√ß√Ķes que revelaram as orienta√ß√Ķes pr√°ticas do docente. Partiu-se de uma problematiza√ß√£o dos significantes inclus√£o e exclus√£o, tra√ßando um breve percurso hist√≥rico da Educa√ß√£o Inclusiva (EI) e da educa√ß√£o dos surdos, uma vez que considerou-se a materialidade hist√≥rica do dizer do professor. Nas representa√ß√Ķes flagradas, percebeu-se a EI como uma impossibilidade no imagin√°rio do professor, que se apresenta como algu√©m distante da imagem idealizada do docente descrita no discurso pol√≠tico-pedag√≥gico. O aluno surdo e o aluno ouvinte s√£o marcados pela imagem de sujeitos prejudicados pela EI. Notou-se, finalmente, que o professor oscila entre as posi√ß√Ķes enunciativas da inibi√ß√£o e da cria√ß√£o diante da inclus√£o de alunos surdos. Tal fato discursivo leva a apontar duas forma√ß√Ķes discursivas: inibi(a)√ß√£o e cria(a)√ß√£o

    A inclusão escolar da criança autista

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    Resumo: Este estudo foi delineado tendo como objetivo conhecer os modos de proceder do professor regente frente a seu aluno autista em processo de inclus√£o em escola regular, de modo a detectar a√ß√Ķes ou falas que pudessem indicar se esse professor considera na sua a√ß√£o educativa o aluno como sujeito, conforme prop√Ķe a teoria formulada pela interlocu√ß√£o psican√°lise e educa√ß√£o. Partiu-se da premissa de que os professores que atuam considerando o aluno autista como sujeito conseguem uma inclus√£o escolar mais efetiva. Para discutir o tema, se prop√īs uma reflex√£o te√≥rica acerca da inclus√£o escolar de crian√ßas com autismo, partindo dos conceitos de educa√ß√£o para o sujeito e educa√ß√£o terap√™utica, igualmente formulada pela teoria resultante da interlocu√ß√£o psican√°lise e educa√ß√£o. Os participantes da pesquisa foram os professores que atuam com alunos autistas em processo de inclus√£o nas turmas iniciais do ensino fundamental. Os dados foram coletados a partir de entrevistas, observa√ß√Ķes e documentos oficiais, a partir dos quais emergiram as seguintes categorias de an√°lise: a respeito da inclus√£o escolar de crian√ßas autistas ‚Äď a fala do professor; o ato educativo com o aluno autista; a particularidade do aluno autista em sala ‚Äď adapta√ß√Ķes; a rela√ß√£o professor-aluno autista. O resultado da pesquisa apontou que quando o professor leva em considera√ß√£o o sujeito em seu aluno autista tanto como em si mesmo o ato educativo tem melhores chances de ser efetivo
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