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    No√ß√Ķes de Traumatologia Infantil em Medicina Geral e Familiar

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    Os conceitos que ditam o diagn√≥stico e o tratamento das les√Ķes de etiologia traum√°tica na crian√ßa (e no adulto) s√£o, frequentemente, ¬ędilu√≠dos¬Ľ na enorme massa de informa√ß√£o fornecida durante a forma√ß√£o universit√°ria e p√≥s-graduada dos m√©dicos. Para poder ultrapassar estas limita√ß√Ķes apresenta-se, de forma gen√©rica, a fisiopatologia, a epidemiologia e a semiologia a valorizar num quadro de traumatologia infantil; tamb√©m s√£o apresentados alguns princ√≠pios terap√™uticos para solucionar uma parte significativa destas situa√ß√Ķes

    Telemedicina em Medicina Geral e Familiar

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    Introdu√ß√£o: A telemedicina tem visto a sua utiliza√ß√£o aumentar √† medida que a sociedade e a tecnologia evoluem, tendo o seu uso disparado nos √ļltimos 2 anos devido √† pandemia COVID-19. A medicina geral e familiar √© uma especialidade fundamental para a presta√ß√£o de cuidados de sa√ļde, principalmente de cuidados de sa√ļde prim√°rios, sendo importante expandir e melhorar o seu acesso. Esta monografia vai analisar a utiliza√ß√£o da telemedicina em medicina geral e familiar, averiguando as diferentes formas como √© implementada no mundo, o seu papel na pandemia COVID-19, as suas vantagens e desvantagens, os obst√°culos e desafios encontrados, os estudos realizados e os casos espec√≠ficos da sua utiliza√ß√£o. Metodologia: A revis√£o liter√°ria foi realizada no PubMed, tendo como crit√©rios de pesquisa a combina√ß√£o das palavras-chave (telemedicine) AND (family medicine) e como crit√©rios de inclus√£o artigos em l√≠ngua portuguesa ou inglesa e com disponibilidade √≠ntegra gr√°tis. Entre agosto e dezembro de 2021 foi feita a sele√ß√£o e leitura, que resultou em 33 artigos escolhidos. Relativamente ao contexto portugu√™s, foram considerados 5 artigos, sendo ent√£o no final escolhidos no total 38 artigos. Telemedicina em Medicina Geral e Familiar: A telemedicina pode ser aplicada na educa√ß√£o, na presta√ß√£o de cuidados, na gest√£o da sa√ļde, no rastreio de doen√ßas e na gest√£o de desastres. √Č considerada uma importante parte de um sistema universal de sa√ļde. Pode ser utilizada de diversas formas e utilizando uma grande variedade de ferramentas/aplicativos. A telemedicina permite que um m√©dico de fam√≠lia comunique com um especialista para esclarecimento de casos, permite a realiza√ß√£o de consultas virtuais com os pacientes, onde quer eles estejam, e permite a realiza√ß√£o de consultas interdisciplinares, com ou sem o paciente, mantendo o m√©dico de fam√≠lia como centro de encontro e de cuidados. A telemedicina possui taxas de utiliza√ß√£o diferentes por todo o mundo, tendo v√°rios pa√≠ses diferentes projetos e modelos de telemedicina. A pandemia de COVID-19 impulsionou uma forte expans√£o da telemedicina, com um aumento exponencial do seu uso e derrubando barreiras previamente existentes. Mesmo que o uso da telemedicina diminua p√≥spandemia, o COVID-19 criou uma nova oportunidade de reformular os servi√ßos de sa√ļde, especialmente a medicina geral e familiar, e espera-se que a sua utiliza√ß√£o se mantenha em n√≠veis superiores aos pr√©-pand√©micos. Existem diversas vantagens, desvantagens e desafios/obst√°culos. Existem v√°rios estudos realizados nesta √°rea, sendo que a maioria relata resultados positivos relativamente ao uso da telemedicina. Conclus√£o: A telemedicina possui a capacidade de renovar e melhorar o exerc√≠cio da medicina geral e familiar e de expandir a sua pr√°tica, sendo que a pandemia se revelou uma oportunidade para facilitar a introdu√ß√£o da utiliza√ß√£o da telemedicina nesta especialidade.Introduction: Telemedicine has seen its use increase as society and technology evolve, and its use has skyrocketed in the last 2 years due to the COVID-19 pandemic. Family medicine is a fundamental specialty for the provision of health care, especially in primary care, and it is important to expand and improve its access. This monograph will analyze the use of telemedicine in family medicine, investigating the different ways in which it is implemented in the world, its role in the COVID-19 pandemic, its advantages and disadvantages, the obstacles and challenges encountered, the studies carried out and the specific cases of its use. Methodology: The literature review was carried out in PubMed, having as search criteria the combination of the keywords (telemedicine) AND (family medicine) and as inclusion criteria articles in Portuguese or English and with free full availability. Between August and December 2021, the selection and reading was carried out, which resulted in 33 articles chosen. Regarding Portugal, 5 articles were considered, and in the end, a total of 38 articles were chosen. Telemedicine in Family Medicine: Telemedicine can be applied in education, care delivery, health management, disease screening and disaster management. It is considered an important part of a universal health system. It can be used in a variety of ways and using a wide variety of tools/applications. Telemedicine allows a family doctor to communicate with a specialist to clarify cases, allows virtual consultations with patients, wherever they are, and allows for interdisciplinary consultations, with or without the patient, keeping the family doctor as the center of encounter and care. Telemedicine has different usage rates around the world, with different countries having different telemedicine projects and models. The COVID-19 pandemic has driven a strong expansion of telemedicine, with an exponential increase in its use and breaking down previously existing barriers. Even if telemedicine use declines post-pandemic, COVID-19 has created a new opportunity to reshape healthcare services, especially in family medicine, and its use is expected to remain at levels higher than pre-pandemics. There are several advantages, disadvantages and challenges/obstacles. There are several studies carried out in this area, most of which report positive results regarding the use of telemedicine. Conclusion: Telemedicine has the ability to renew and improve the practice of family medicine and to expand its practice, and the pandemic has proved to be an opportunity to facilitate the introduction of the use of telemedicine in this specialty

    Sintomas somatoformes em Medicina Geral e Familiar

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    RESUMO: Os doentes que v√£o √† consulta com sintomas f√≠sicos para os quais o m√©dico n√£o encontra uma causa org√Ęnica, s√£o frequentes na Medicina Geral e Familiar, embora n√£o sejam espec√≠ficos, e s√£o o objecto de estudo do presente trabalho. N√£o deixar uma doen√ßa por diagnosticar (erro de tipo II) sem contudo rotular pessoas saud√°veis como doentes (erro de tipo I) √© um dos mais dif√≠ceis problemas da pr√°tica cl√≠nica di√°ria e para o qual n√£o existe uma orienta√ß√£o infal√≠vel e n√£o √© previs√≠vel que alguma vez venha a existir. Mas se o diagn√≥stico de doen√ßa ou n√£o-doen√ßa √© dif√≠cil, o tratamento dos que n√£o tem doen√ßa, embora com sofrimento, tamb√©m n√£o √© mais f√°cil, sobretudo, se estivermos conscientes do sofrimento que determina a medicaliza√ß√£o e a iatrogenia. O presente trabalho est√° estruturado em 3 partes. Na primeira parte descrevemos a nossa vis√£o integrada do que apreendemos da leitura da literatura publicada e √† qual tivemos acesso. √Ä semelhan√ßa do que se verifica na maioria das √°reas da Medicina esta √© tamb√©m uma em que o conhecimento cresce a ritmo exponencial. No entanto, √† falta de conceitos precisos e de defini√ß√Ķes consensuais sucede um conhecimento, por vezes, pouco consistente, tanto mais que estamos na fronteira entre a cultura leiga e a cultura erudita m√©dica em que os significados devem, a todo o momento, ser validados. Fizemos uma revis√£o sobre as defini√ß√Ķes do que est√° em quest√£o, sobre o que se sabe sobre a frequ√™ncia dos sintomas f√≠sicos na popula√ß√£o, quantos recorrem aos servi√ßos de sa√ļde e o que lhes √© feito. Pass√°mos por uma revis√£o da fisiologia destes sintomas e algumas explica√ß√Ķes fisiopatol√≥gicas para terminarmos sobre o que os doentes pensam sobre os seus sintomas e os cuidados que recebem e o que os profissionais pensam sobre estes doentes. Esta parte termina com uma revis√£o das propostas de abordagem para este tipo de doentes. Na segunda parte, descrevemos os estudos emp√≠ricos focados no problema dos pacientes com sintomas f√≠sicos mas sem evid√™ncia de doen√ßa org√Ęnica. Come√ßa por uma apresenta√ß√£o dos aspectos processuais e metodol√≥gicos dos estudos realizados, mais especificamente, de dois estudos quantitativos e um qualitativo. No primeiro estudo pretendeu-se avaliar quais s√£o os sintomas f√≠sicos e a sua frequ√™ncia na popula√ß√£o em geral e a frequ√™ncia de pacientes que procuram (ou n√£o) os servi√ßos de sa√ļde tendo como motivo este tipo de sintomas. O objectivo deste estudo √© contribuir para a demonstra√ß√£o que este tipo de sintomas faz parte da vida do dia-a-dia e que, na maioria das vezes, s√≥ por si n√£o significa doen√ßa, sem contudo negar que representa sofrimento, por vezes at√© maior do que quando h√° patologia org√Ęnica. Se no primeiro estudo era demonstrar que os sintomas f√≠sicos s√£o frequentes na popula√ß√£o, no segundo estudo o objectivo √© demonstrar que pacientes com este tipo de sintomas s√£o igualmente frequentes e que o tipo de sintomas apresentados na consulta n√£o difere dos referidos pela popula√ß√£o em geral. Pretendia-se ainda saber o que √© feito ou proposto pelo m√©dico a estes doentes e se estes doentes traziam ou n√£o, junto com os sintomas, ideias explicativas para os mesmos. Finalmente e n√£o menos importante, √© avaliar o grau de fidedignidade do diagn√≥stico de sintoma somatoforme, chamando assim ao sintoma f√≠sico que foi ‚Äúlevado‚ÄĚ √† consulta e que o m√©dico diagnosticou como n√£o tendo causa org√Ęnica. O terceiro estudo parte do conhecimento adquirido que a Medicina tem muitas respostas para este problema, mas poucas que se possam considerar satisfat√≥rias se usadas isoladamente. Que a maioria das solu√ß√Ķes √© procurada entre a cultura m√©dica e num paradigma reducionista de separa√ß√£o mente-corpo. Contudo, se o sintoma √© ‚Äúconstru√≠do‚ÄĚ pelo doente, se o principal problema n√£o est√° no sintoma mas na forma como o paciente o v√™, ent√£o pareceu-nos l√≥gico que a solu√ß√£o tamb√©m tem que passar por integrarmos no plano de abordagem o que o doente entende ser melhor para si. Nesta sequ√™ncia, entrevistaram-se alguns doentes cujo diagn√≥stico de sintomas somatoformes estava demonstrado pelo teste do tempo. Por isso, entrevistaram-se doentes que j√° tinham ido √† consulta de MGF h√° mais de 6 meses por sintomas somatoformes e, na data da entrevista, o diagn√≥stico se mantinha inalterado, independentemente da sua evolu√ß√£o. As entrevistas visaram conhecer as ideias dos doentes sobre o que as motivou a procurarem a consulta, o que pensavam da forma como foram cuidados e que ideias tinham sobre o que os profissionais de sa√ļde devem fazer para os ajudar a restabelecer o equil√≠brio com o seu ambiente evitando a medicaliza√ß√£o, a iatrogenia e a evolu√ß√£o para a cronicidade. Na terceira parte, discutem-se e integram-se os resultados encontrados no conhecimento previamente existente. Tenta-se teorizar, fazer doutrina sobre o tema e contribuir para abordagens terap√™uticas mais personalizadas, abrangentes, variadas e multimodais, baseadas sempre no m√©todo cl√≠nico centrado no paciente, ou de modo menos correcto mas enf√°tico, baseadas no m√©todo centrado na rela√ß√£o. Apresentam-se algumas hip√≥teses de trabalhos futuros sobre o tema e, sobretudo, esperamos ter contribu√≠do para o reconhecimento da necessidade de a comunica√ß√£o m√©dico-doente ser uma aprendizagem transversal a todos os profissionais de sa√ļde e ao longo da vida, com a ideia que √© sempre poss√≠vel fazer melhor, caso contr√°rio tenderemos, inexoravelmente, a fazer cada vez pior.-----------ABSTRACT: Patients who go to consultation with physical symptoms, for which the doctor does not find an organic cause, are the subject of the present study. They are common in family medicine, although not specific. Do not let an undiagnosed disease (type II error), but without labeling healthy people as patients with disease (type I error) is one of the most difficult problems in clinical practice and for which doesn‚Äôt exist an infallible guide and it is unlikely that any since coming into existence. But, if the diagnosis of disease or non-disease is difficult, the treatment of those who do not have the disease, though suffering, it is not easy, especially if we are aware of the suffering that medicalization and iatrogenic determines. This work is structured in three parts. In the first part we describe our integrated view of what we grasp from reading the published literature and to which we had access. Similar to that found in most areas of medicine, this is also one in which knowledge grows exponentially. However, the absence of precise concepts and consensual definitions determines an inconsistent knowledge, especially because we're on the border between secular culture and medical culture where, at all times, the meaning must be validated. We did a review on the definitions of what is at issue, what is known about the frequency of physical symptoms in the population, how many use the services of health and what they receive as care. We went through a review of the physiology of these symptoms and some pathophysiological explanations, to finish on what patients think about their symptoms and how they perceived the care they received and, finally, what professionals think about these patients. This part ends with a review of the approaches proposed for such patients. In the second part, we describe the empirical studies focused on the problem of patients with physical symptoms but no evidence of organic disease. Begins with a presentation of the procedural and methodological aspects of studies, more specifically, two quantitative and one qualitative. The first study sought to assess which are the physical symptoms, their incidence in the general population and the frequency they seek (or not) health services on behalf of those symptoms. The aim behind this study was to contribute to the demonstration that this type of symptoms is part of life's day-to-day and that, in most cases, does not represent disease by itself, without denying that they represent suffering, sometimes even greater than when there are organic disease. The first study endeavor to demonstrate that the physical symptoms are common in the population. The second study aspires to demonstrate that patients with such symptoms are also common and that the type of symptoms presented in the consultation does not differ from those in the general population. The aim was also to know what is done or proposed by the physician for these patients and if these patients brought or not, along with the symptoms, explanatory ideas for them. Finally and not least, it would try to assess the degree of reliability of diagnosis of somatoform symptoms, thus drawing the physical symptom that patient presents in the consultation and that the doctor diagnosed as having no organic cause. The third study starts from the acquired knowledge that medicine has many answers to this problem, but few can be considered satisfactory if used in isolation. The most solutions are sought in the medical culture and based on a reductionist paradigm of mind-body. However, if the symptom is "built" by the patient, if the main problem is not the symptom but the way the patient sees it, then it seemed logical to us that the solution must integrate the approaches that patients believes are best for them. Subsequently, a few patients, whose diagnosis of somatoform symptoms was demonstrated by the test of time, were interviewed. Therefore, patients who were interviewed had gone to the consultation of family medicine more than 6 months before for somatoform symptoms and. at the moment of the interview, the diagnosis remained unchanged, regardless of their evolution. The interviews aimed to ascertain the patients' ideas about what motivated them to seek consultation, what they thought about the care they got and which ideas they have about what health professionals should do to help these patients to re-establish equilibrium with its environment avoiding medicalization, iatrogenic effects and the evolution to chronicity. In the third section, we discuss and integrate the results found in previously existing knowledge. Attempts to theorize on the subject and contribute to more personalized treatment, comprehensive, varied and multi-modal approaches, always based on patient-centered clinical method, with emphasis on the relationship. We presents some hypotheses for future work on the subject and,above all, defend the recognition of the importance of lifelong learning communication skills for all health professionals, with the idea that we can always do better, otherwise we tend inexorably to do worse

    Perce√ß√£o da sa√ļde oral dos utentes pelos m√©dicos de Medicina Geral e Familiar

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    Introdu√ß√£o: Os m√©dicos de Medicina Geral e Familiar podem ter um papel importante no diagn√≥stico precoce de patologias orais bem como na promo√ß√£o da sa√ļde oral, uma vez que, na maioria das vezes s√£o os primeiros a contactar com os utentes. Na sua consulta, podem incentivar os utentes a corretos h√°bitos de higiene oral. Objetivos: Este estudo visa compreender a perce√ß√£o que cada m√©dico de Medicina Geral e Familiar tem, relativamente √† sa√ļde oral dos seus utentes. M√©todos: Foi realizado um estudo piloto, desenhado como um estudo epidemiol√≥gico observacional transversal com 34 m√©dicos de Medicina Geral e Familiar de Viseu. Foi aplicado um question√°rio aos m√©dicos sobre os procedimentos efetuados em caso de patologia oral e tamb√©m sobre conhecimentos relacionados com a sa√ļde oral. Resultados: Constatou-se que 85,3% dos m√©dicos de Medicina Geral e Familiar responderam que a idade m√©dia de erup√ß√£o do primeiro dente permanente, √© aos 6 anos. Relativamente √† principal causa de doen√ßas periodontais, 82,3% dos profissionais de MGF reconhecem que √© a placa bacteriana. No entanto, apenas 26,5% dos indiv√≠duos associam o risco aumentado de c√°rie dent√°ria √† toma de antidepressivos. Em rela√ß√£o a patologias sist√©micas, 91,2% dos m√©dicos de MGF associam as doen√ßas periodontais a doen√ßas cardiovasculares. Conclus√Ķes: Os resultados obtidos demonstram que os m√©dicos de Medicina Geral e Familiar de Viseu, apresentam um n√≠vel de conhecimento aceit√°vel relativamente √† sa√ļde oral dos seus utentes. Contudo, existem lacunas que facilmente ser√£o corrigidas com forma√ß√Ķes espec√≠ficas nesta √°rea

    Doen√ßa Displ√°sica da Anca - Conceitos B√°sicos e Orienta√ß√Ķes em Medicina Geral e Familiar

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    O conceito de Luxa√ß√£o Cong√©nita da Anca (LCA) tem vindo gradualmente a ser substitu√≠do pelo de Displasia de Desenvolvimento da Anca. A import√Ęncia desta evolu√ß√£o respeita sobretudo √† no√ß√£o de doen√ßa acetabular e sua capacidade de conter a cabe√ßa femoral em termos f√≠sicos. O autor apresentam algumas no√ß√Ķes pr√°ticas sobre a semiologia desta entidade bem como uma abordagem racional sobre meios complementares de diagn√≥stico e referencia√ß√£o √† consulta de Ortopedia infantil

    O IMPACTO DA FORMA√á√ÉO PR√Č-GRADUADA NA ESCOLHA PELA ESPECIALIDADE DE MEDICINA GERAL E FAMILIAR

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    A Medicina Geral e Familiar (MGF) √© um importante alicerce na constru√ß√£o dos Cuidados de Sa√ļde Prim√°rios. A presen√ßa do m√©dico de fam√≠lia nos servi√ßos de sa√ļde √© essencial para a melhoria dos indicadores em sa√ļde e satisfa√ß√£o dos pacientes. √Č importante que se mantenha a oferta de profissionais especialistas em MGF de modo a garantir que toda a popula√ß√£o tenha acesso cont√≠nuo no decorrer do tempo a esse especialista. Compreender quais s√£o os fatores relacionados a escolha da especialidade √© importante para estimular os estudantes a entenderem o papel da Medicina Geral e Familiar e incentivar a escolha por essa carreira. Este estudo procurou estudar os fatores relacionados com a forma√ß√£o pr√©-graduada em medicina que influenciam a escolha por essa especialidade, em um grupo de internos do primeiro ano de medicina geral e familiar. Foi realizado um estudo observacional, transversal, por aplica√ß√£o de um inqu√©rito a uma amostra de m√©dicos do primeiro ano do internato m√©dico de MGF no ano de 2020, em Portugal Continental e Ilhas. O inqu√©rito constru√≠do focou em abordar quais os principais fatores curriculares que influenciaram a escolha pela Medicina Geral e Familiar durante a forma√ß√£o pr√©-graduada. Os principais fatores citados como influenciadores na escolha pela especialidade de MGF foram o contato com a medicina geral e familiar cont√≠nuo, em diferentes momentos da forma√ß√£o, a realiza√ß√£o de atividades pr√°ticas em MGF e Centros de Sa√ļde, a presen√ßa de unidade curricular sobre os fundamentos da MGF e a presen√ßa de bons modelos de professores, preceptores e m√©dicos de fam√≠lia durante a forma√ß√£o pr√©-graduada. As escolas m√©dicas que pretendem construir um programa curricular voltado para a MGF que busque despertar o interesse nessa especialidade pelos estudantes devem criar oportunidades de contato com a MGF cont√≠nuo, principalmente no fim do curso e atrav√©s de atividades pr√°ticas, sendo que tamb√©m se deve valorizar a presen√ßa de bons modelos de m√©dicos de fam√≠lia no ensino e nas atividades de preceptoria

    Motivação profissional no internato médico de medicina geral e familiar: um estudo nacional

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    PROFESSIONAL MOTIVATION AND FAMILY MEDICINE RESIDENCY A National Study Background: Family medicine has some constraints, which may be considered critical for physicians' career choice, and motivation may be one of them. Motivation should be seen as a determinant of career success, particularly in educational context. The aim of this study was to develop an understanding about the family medicine residents' professional motivation, based on psychological and cognitive factors. Objectives: The following objectives were set: (1) to characterize the residents, in terms of cognitive-motivational variables; (2) to evaluate their assertive skills during the vocational training. Method: In 2005, we designed a mail survey applied to all graduates entering Family Medicine, in Portugal (N = 228), at the start of their specialty program. As part of a larger observational study, a 57 Likert scale items questionnaire was designed to collect descriptive data. In this cross sectional study we present data from professional project, professional commitment, intrinsic motivation, self-efficacy expectancies, results control expectancies, initial motivation to the specialty and assertiveness skills (cross sectional study). Results: From the target population, 109 completed questionnaires (47.8%) were returned. Most of the participants indicated high levels of professional orientation (77.1%) for family medicine and 92.6% had been globally committed in practice. At the beginning of the residency, the participants had medium (59.6%) or high (33.9%) levels of motivation for choosing this specialty, 89% were intrinsically motivated and 60.5% proved to be quite assertive in their patient approach. Conclusions: These findings suggest that medical graduates, studied in this research, were globally motivated for practicing in a Family Medicine context, contradicting the overall perception of a physicians' declined interest for this specialty. These results may have implications in the design of real-life training programs for postgraduate education in Family Medicine, a time when physicians are forming expectations about their career performance and professional well being. Future researches should continue studying more deeply the professional motivation of that population, throughout the vocational training in Family Medicine residency.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
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