144,410 research outputs found

    A aposta multimedia

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    Artigo publicado no jornal O Futuro de Macau, em Outubro de 1993

    Aux Etats-Unis, l’enseignement des maths est totalement obsolète ! Favorisons des apprentissages concrets face aux cursus abscons et abstraits, Paris, 2011.

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    Recorte de um artigo do jornal franc√™s Le Monde. O original pertence √† professora Lydia Cond√© Lamparelli, fotografia autorizada pela mesma.Recorte de um artigo do jornal Le Monde, com criticas √† realidade do ensino de matem√°tica nos Estados Unidos. Os autores criticam o fato de boa parte dos conte√ļdos aprendidos n√£o ter√£o nenhuma utilidade para a vida da maioria dos alunos, a n√£o ser aqueles que se dediquem a profiss√Ķes como matem√°ticos, f√≠sicos, engenheiros. Advogam, portanto a restri√ß√£o do ensino dos conte√ļdos de matem√°tica √†queles conte√ļdos que podem, claramente, serem empregados no dia a dia, o trabalho com os quais possibilitar√° o conhecimento da parte mais abstrata desses conhecimentos, defende uma alfabetiza√ß√£o num√©rica

    A matem√°tica na imprensa di√°ria portuguesa

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    O problema do mau uso da matem√°tica pelos profissionais de comunica√ß√£o foi identificado h√° j√° v√°rias d√©cadas, em especial nos EUA. Apesar disso e da crescente import√Ęncia que a informa√ß√£o matem√°tica assume na sociedade atual, s√≥ atualmente o problema se encontra em estudo no que se refere √† imprensa portuguesa.Neste contexto, o estudo do presente artigo tem como objetivo compreender a incid√™ncia e tipologia de erros matem√°ticos identificados nas not√≠cias de jornais di√°rios portugueses.Retratam-se, assim, os resultados de uma an√°lise ao conte√ļdo matem√°tico de not√≠cias dos principais jornais di√°rios generalistas portugueses. Esta an√°lise, quantitativa, foi conduzida em edi√ß√Ķes dos jornais P√ļblico, Correio da Manh√£ e Jornal de Not√≠cias durante um per√≠odo de tr√™s meses e surge no seguimento de uma investiga√ß√£o semelhante, conduzida pelos autores deste artigo, em jornais seman√°rios portugueses.Os resultados apontam para a exist√™ncia de erros matem√°ticos em quase metade dos artigos analisados do Correio da Manh√£ (45%), em cerca de 35% dos artigos do P√ļblico e cerca de 18% dos artigos do Jornal de Not√≠cias.No que se refere aos tipos de erros identificados, verificou-se que em qualquer um dos tr√™s jornais, os artigos nos quais existem erros apresentam, na sua maioria, apenas um tipo de erro. Al√©m disso, excetuando no caso do Jornal de Not√≠cias, os erros mais frequentes s√£o do tipo subjetivo (isto √©, que constituem omiss√£o ou √™nfase desadequado de informa√ß√£o). Decorrente da classifica√ß√£o dos erros quanto √† sua natureza matem√°tica, observou-se ainda que os erros mais comuns no Correio da Manh√£ s√£o estat√≠sticos, enquanto no P√ļblico s√£o mais frequentes os erros do tipo num√©rico. J√° no Jornal de Not√≠cias os erros mais comuns s√£o estat√≠sticos e num√©ricos, na mesma propor√ß√£o.Conclui-se dos resultados que o uso de informa√ß√£o matem√°tica nos di√°rios portugueses analisados √© parco e a incid√™ncia de erros √© elevada, quando comparada com outros resultados.Neste artigo discutem-se ainda os resultados em termos das dimens√Ķes explicativas para os erros que ocorrem

    Bicentenário da Imprensa brasileira : reavaliaçao de Hipólito José da Costa, diretor e editor do "Correio Braziliense"

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    Comemoram-se, em 2008, os 200 anos da imprensa brasileira. Este artigo destaca o jornal ‚ÄúCorreio Braziliense‚ÄĚ, editado por Hip√≥lito Jos√© da Costa, desde Londres, entre junho de 1808 e dezembro de 1822. Depois de uma revis√£o bibliogr√°fica contextualizada sobre o autor e o jornal, busca-se uma avalia√ß√£o sob perspectiva contempor√Ęnea da import√Ęncia do autor e de sua cria√ß√£o.The brazilian press has 200 years. This paper study the newspaper ‚ÄúCorreio Braziliense‚ÄĚ, editad by Hip√≥lito Jos√© da Costa, in London, between 1808, June and 1822, December. After a bibliography revision about the auctor and the paper, we try a contemporary avaluation from the journalist and his work

    O peculiar olhar sobre os acontecimentos do Jornal Português da Argentina

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    O artigo problematiza se o Jornal Portugu√™s, √ļnico peri√≥dico da comunidade portuguesa residente na Argentina, pode constituir um elemento significativo na (re)constru√ß√£o e (re)negocia√ß√£o da identidade portuguesa desta comunidade. Uma identidade que consideramos ser imaginada e, sobretudo, constru√≠da pelos pr√≥prios imigrantes, estruturando-se em torno ¬ęda saudade e da lembran√ßa de uma vida passada¬Ľ: a vida em Portugal, um horizonte long√≠nquo, muito embora presente no seu dia-a-dia. Esta an√°lise √© parte do meu trabalho de doutoramento sobre a comunidade portuguesa residente no partido de Escobar, na Prov√≠ncia de Buenos Aires (Rep√ļblica Argentina). Partindo de um exerc√≠cio descritivo de enquadramento, este trabalho tem como objectivos gerais observar e discutir o papel dos media na gest√£o quotidiana da identidade colectiva desta popula√ß√£o migrante. No decorrer deste exerc√≠cio observou-se que uma grande percentagem dos inquiridos recebe todos os meses pelo correio a edi√ß√£o do Jornal Portugu√™s, considerando-o um elo de liga√ß√£o, primeiro √† terra e mais tarde a Portugal. Para finalizar, diremos que o Jornal Portugu√™s, criado pelos membros da comunidade portuguesa, aparece como uma das estrat√©gias de visibilidade e liga√ß√£o desta comunidade

    FORMAÇÃO LEXICAL: UM ENFOQUE DISCURSIVO NAS CAPAS DO JORNAL MEIA-HORA

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    O presente trabalho dedica-se a estudar algumas forma√ß√Ķes lexicais no Portugu√™s Brasileiro, tendo como base de corpus as capas de not√≠cias do Jornal Meia-Hora. Para tanto, intencionamos demonstrar como a materializa√ß√£o criativa de novos itens lexicais, - a saber (bopecida, delegata, gatotr√°fico e bolagato) - na l√≠ngua se deve a uma necessidade discursiva (P√™cheux, 1975 e Orlandi, 1998). Pontuaremos conceitos como iconicidade lexical e mostraremos que os itens lexicais s√£o formulados atrav√©s de toda uma possibilidade que a l√≠ngua permite, no entanto, isto soma-se com a arquitetura discursiva que o jornal planeja. Ao final do artigo, fazemos uma pequena reflex√£o sobre o que pontuamos ao longo deste artigo, mas tamb√©m vemos os efeitos pol√≠ticos-ideol√≥gicos que o jornal propaga ao vincular este tipo de not√≠cia relacionado com os itens lexicais constru√≠dos. Palavras-chave: L√©xico. Discursividade. Jornal. Meia-Hora

    FORMAÇÃO LEXICAL: UM ENFOQUE DISCURSIVO NAS CAPAS DO JORNAL MEIA-HORA

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    O presente trabalho dedica-se a estudar algumas forma√ß√Ķes lexicais no Portugu√™s Brasileiro, tendo como base de corpus as capas de not√≠cias do Jornal Meia-Hora. Para tanto, intencionamos demonstrar como a materializa√ß√£o criativa de novos itens lexicais, - a saber (bopecida, delegata, gatotr√°fico e bolagato) - na l√≠ngua se deve a uma necessidade discursiva (P√™cheux, 1975 e Orlandi, 1998). Pontuaremos conceitos como iconicidade lexical e mostraremos que os itens lexicais s√£o formulados atrav√©s de toda uma possibilidade que a l√≠ngua permite, no entanto, isto soma-se com a arquitetura discursiva que o jornal planeja. Ao final do artigo, fazemos uma pequena reflex√£o sobre o que pontuamos ao longo deste artigo, mas tamb√©m vemos os efeitos pol√≠ticos-ideol√≥gicos que o jornal propaga ao vincular este tipo de not√≠cia relacionado com os itens lexicais constru√≠dos. Palavras-chave: L√©xico. Discursividade. Jornal. Meia-Hora

    A censura militar pelo prisma das matérias vetadas do jornal O São Paulo (1972-1978)

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    Este artigo aborda a censura pr√©via militar imposta ao jornal¬†O S√£o Paulo¬†durante a d√©cada de 1970. Partiu-se de an√°lise documental das mat√©rias censuradas pela ditadura militar brasileira (1964-1985), com base em uma perspectiva s√≥cio-hist√≥rica. Dividiu-se o artigo em duas partes: primeira retrata como o jornal compreendeu a censura e a segunda analisa as poss√≠veis causas do seu extenso per√≠odo (1972-1978). Percebeu-se que a equipe editorial do jornal se posicionou em uma perspectiva liberal¬†condicionada pela vis√£o de mundo religiosa, que determinou uma leitura amb√≠gua do papel da censura, e que a censura pr√©via extrapolou o √Ęmbito do combate ao socialismo/comunismo, expandindo-se na persegui√ß√£o de proposi√ß√Ķes liberais e democr√°ticas.
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