6,607 research outputs found

    Mexican Lepidoptera biodiversity

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    Being among the most habitat diverse countries in the world (and plant diversity is about 22,000 sp.), Mexico has a Lepidoptera fauna recorded at about 14,385 species but is estimated to be over 22,000 species, if not much higher (some estimates go to 35,000 sp.). High Lepidoptera numbers in Mexico are also due to the large influx of tropical species from the border with Guatemala, as well as Mexican endemics. In this report, the Lepidoptera families are summarized for Mexico, giving known species and what experts estimate to be the true total for each family when all have been described. Many regions of Mexico are still poorly known for smaller moths

    Present knowledge of the Entomofauna of the Maltese Islands

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    The Maltese Islands' strategic position in the centre of the Mediterranean basin and in between the Siculo Tunisian sill, always encouraged a number of foreign naturalists to visit and study their local entomofauna. A number of Maltese naturalists also contributed to such investigations. All this activity yielded a substantial amount of literature, sometimes with descriptions of possibly endemic species. Unfortunately, some of these earlier published works and those found in Maltese journals, are not easily accessible. A brief general account of the entomofauna inhabiting the Maltese Islands is provided, citing general works in which earlier citations may be found and where possible indicating lack of research on certain insect groups.peer-reviewe

    Noves estratègies d'aprenentatge en la llicenciatura de geografia (virtual i presencial) mitjançant l'ús del wiki : el cas de l'assignatura de biogeografia

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    En aquesta comunicació es mostra l'aplicació d'un Wiki (entorn web col·laboratiu) per a l'ensenyament de la Biogeografia en la llicenciatura de Geografia de la Universitat Autònoma de Barcelona, tant en la llicenciatura virtual com en la presencial, durant el període 2005-2008. Es presenta el Wiki (http://wiki.uab.cat/) com a eina per a impulsar estratègies d'aprenentatge basades en el treball col·laboratiu en entorns virtuals, fins ara, deficitaris en el desenvolupament de competències basades en el treball en grup. La següent metodologia es fonamenta en l'elaboració de diferents evidències pràctiques dissenyades per a desenvolupar les competències pròpies dels estudiants de Biogeografia (capacitat d'autoaprenentatge, elaborar i sintetitzar informació, generar sensibilitat i interès pels temes territorials i ambientals, treball de camp i coneixement directe del mitjà, etc). Els resultats mostren una millora significativa en les qualificacions finals dels alumnes i, per tant, una millora en l'adquisició de competències, i en el decrement del percentatge d'alumnes no presentats (tan en la llicenciatura virtual com en la presencial) a partir de la introducció d'aquesta iniciativa al curs 2005-2006 respecte al curs 2004-2005, on encara no s'havia implementat l'eina. Finalment, per tal de valorar el WIKI s'ha dut a terme una enquesta al finalitzar el curs. Els resultats d'aquesta mostren que en general aquesta eina ha estat ben valorada pels alumnes, encara que el treball continuat i el canvi provocat pel procés de la EEES no ha estat ben rebut per tots els alumnes que han assimilat el WIKI a més treball.In this work we present the implementation of a Wiki (collaborative web site environment) to improve the Biogeography subject teaching included in the degree of Geography of the Autonomous University of Barcelona, so in the virtual degree as in the class attendance one, from 2005 to 2008. The Wiki (http://wiki.uab.es/), as a tool, is presented to promote strategies of learning based on the collaborative work in virtual deficit environments, until now, in the development of competences based on the group work. The following methodology is based in the elaboration of different practical evidences designed to develop the typical competences of the Biogeography students (capacity of self-instruction, to elaborate and to synthesize information, to generate sensitivity and interest in the territorial and environmental subjects, fieldwork and direct knowledge of the territorial reality, etc). Results show a significant improvement in the final students qualification and, therefore, an improvement in the acquisition of competences, as well as in the decrease of the percentage of not presented students (so in the virtual degree as in the class attendance one) as a result of the introduction of this initiative to the course 2005-2006 with respect to the course 2004-2005, where the tool had not been implemented yet. Finally, in order to evaluate the WIKI, a survey to the students at the end of the course has been carried out. The results of this survey show that in general this tool has been well valued by the students, although the continued work and the change provoked by the process of the EEES has not been well received by all students, who have assimilated the WIKI as an increase on the amount of work

    Further distribution of Gertrudielle validinervis (Herz.) Broth. in the Neotropics

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    Gertrudiella validinervis (Herz.) Broth. is additionally recorded for the dry forests in northwestern Argentina. Complete distribution in the Neotropics, including northwestern Argentina, are shown on the maps

    Riqueza de espécies e endemismo em ilhas oceânicas do atlântico: Testando premissas de biogeografia de ilhas

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    TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.Grande parte dos estudos testando padrões biogeográficos utiliza organismos terrestres como modelo, todavia, os padrões identificados podem não ser aplicáveis a organismos marinhos. Uma minoria desses estudos se dá em ilhas oceânicas, que constituem melhores unidades de estudo, sendo que dentre os realizados no oceano Atlântico, todos são restritos a um único arquipélago. Há então a necessidade de estudos em grande escala com organismos marinhos no Oceano Atlântico a fim de verificar se os mesmos padrões biogeográficos são observados, assim como de estudos que contemplem diversos grupos de espécies, para que se possa testar a aplicabilidade e generalidade das premissas de biogeografia de ilhas. Para este estudo foram obtidos dados de riquezas de peixes recifais, gastrópodes e macroalgas e de porcentagem de endemismo de peixes recifais para 11 ilhas oceânicas do Atlântico: Santa Helena, Ascensão, São Tomé & Príncipe, Cabo Verde, Canárias, Açores, Madeira, Bermudas, Trindade, São Pedro e São Paulo, e Fernando de Noronha. Tais dados foram comparados através de regressões simples com as áreas de plataforma rasa, latitudes, idades geológicas e isolamentos das ilhas (distâncias ao ambiente recifal e continente mais próximos). Os resultados sustentam dois padrões de Biogeografia de Ilhas, a relação positiva endemismo-isolamento e a relação positiva espécie-área. Dentre as medidas de isolamento, distância ao ambiente recifal mais próximo explicou melhor a variação na porcentagem de endemismo do que distância ao continente mais próximo, provavelmente devido ao fato de qualquer outro ambiente recifal servir de fonte de espécies para a ilha em questão, mantendo o fluxo gênico e diminuindo a probabilidade de surgimento de neo-endêmicos. Para os três grupos foram calculadas as equações que melhor se ajustam à curva de relação espécie-área, sendo para os três casos a equação geométrica. Tal equação está de acordo com o Modelo Função Potência proposto pela Teoria de Biogeogafia de Ilhas, reforçando ainda mais a generalidade da mesma. Não foram verificadas relações entre porcentagem de endemismo e área de plataforma rasa, latitude ou idade da ilha, e tampouco entre riqueza de espécies e latitude. Por fim, tampouco foi verificada relação entre riqueza e distância da ilha ao ambiente recifal mais próximo, mas apenas uma tendência (não significativa) de relação negativa entre elas. Todavia, as ilhas mais próximas do continente são também as mais velhas, e visto haver uma forte relação positiva entre idade da ilha e suas riquezas, é possível concluir que tal tendência é apenas conseqüência da relação idade-isolamento. Assim, para ilhas oceânicas do Atlântico, a riqueza de organismos marinhos costeiros parece responder melhor à variação na idade geológica da ilha do que no isolamento, ou seja, é provável que o tempo seja mais relevante que o espaço sobre os processos que determinam os padrões biogeográficos dos grupos marinhos costeiros, de forma que com o decorrer de milhares de anos as espécies consigam, de alguma maneira, sobrepor determinadas barreiras impostas pelas distâncias e colonizar as ilhas.Most studies testing biogeographical patterns are conducted using terrestrial organisms as models, although recognized patters may not apply to marine organisms. Moreover, just a few of these studies have been developed in oceanic islands, which constitute better units for biogeography studies. Nonetheless, all of those studies taken on the Atlantic Ocean are restricted to a single archipelago. Thus, large scale studies on Atlantic Ocean using marine organisms as models are required in order to test if the same biogeographical patterns are expressed. Also studies that examine different groups of species are required to enable testing the applicability and generality of island biogeography assumptions. Unlike previous studies, species richness data for three distinct marine groups - reef fish, gastropods and seaweeds - as well as percentage of reef fish endemism were compiled to 11 Atlantic oceanic islands: Saint Helena, Ascension, São Tomé & Príncipe, Cap Verde Island, Canaries, Azores, Madeira, Bermuda, Trindade Island, Saint Paul’s Rocks and Fernando de Noronha. Richness and endemism data were regressed against islands shallow shelf surface (area), latitude, geological age and isolation (distance from nearest reef habitat and from mainland). Results corroborated with two substantial biogeographical patterns: the species-isolation and species-area positive relationships. Among the two isolation measures considered, distance from nearest reef habitat explained better the percentage of endemism levels than distance from mainland did. This might be an effect of other reef habitat acting as a source of species to the island, keeping gene flow and decreasing the neo-endemic emergence probability. For each of the three groups were calculated the mathematical model that best fits the regression curve of species richness against area, that were geometrical equations (S=C*Az) for all of them, as predicted by the Island Biogeography Theory. This result strengthens the generality of this theory. There were no significant relationships between percentage of endemism and islands shallow shelf surface, latitude or geological age, neither between species richness and latitude. Finally, no correlation between species richness and distance from the nearest reef habitat was found, but a trend (non-significant) of inverse relationship between richness and distance from mainland was verified. However, islands get older as they approach from mainland, so that the closest islands are also the oldest, and given that a highly significant positive relationship was detected between islands species richness and their geological age, it suggests that this trend is simply a consequence of the age-isolation relationship. The island’s geological age seems to explain more properly the variation of marine organisms’ richness when compared to isolation, that is, time is likely to play a more fundamental role than distance on the process that shape biogeographical patterns of shallow marine groups. So that, over thousands of years species are able, somehow, to overcome certain barriers imposed by distance and colonize the islands

    Reavaliação do contexto biogeográfico das Ilhas de Ascensão e Santa Helena, dorsal mesoatlântica

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    TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.Ilhas oceânicas são pontos de grande interesse biogeográfico, devido ao seu isolamento e, em geral, uma recente história geológica. As ilhas de Ascensão e Santa Helena são duas ilhas oceânicas que estão em uma posição muito peculiar pois ficam praticamente no meio do Oceano Atlântico, entre a África e a América do Sul. A posição geográfica dessas ilhas há muito tempo levanta questionamentos sobre a composição da sua fauna de peixes recifais, principalmente se esta é mais influenciada por um lado do que o outro. Usando uma extensa base de dados de presença e ausência de peixes recifais do Atlântico, foram feitas inferências sobre o compartilhamento de espécies que ocorrem em Ascensão e Santa Helena com outros locais do Atlântico e análises de agrupamento. Utilizando o índice de similaridade βsim foram realizadas duas análises de agrupamento, uma utilizando o Método pela Associação Média (UPGMA) e outro com o Método pela Variância Mínima (Método de Ward). Tanto analisando o compartilhamento de espécies quanto as análises de agrupamento demonstraram uma maior afinidade da fauna de Ascensão e Santa Helena com a fauna do Atlântico Ocidental. Contudo, também existe uma conexão clara com a o leste do Atlântico, especialmente a costa da África

    Biogeografia e Distribuição Geográfica

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    XXXII Congresso Brasileiro de Zoologia, Foz do Iguaçu, 2018. Tema: Desafios e perspectivas para a Zoologia na América LatinaCaderno de Resumos de Trabalhos da Área temática Biogeografia e Distribuição Geográfica, do XXXII Congresso Brasileiro de ZoologiaSociedade Brasileira de Zoologia (SBZ) e Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila

    Biogeografia de Portugal Continental

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    Apresentam-se alguns conceitos fundamentais usados em Biogeografia. Propõe-se uma tipologia biogeográfica para Portugal continental desenvolvida a partir dos trabalhos de S. Rivas-Martínez para a Península Ibérica, principalmente: RIVAS-MARTÍNEZ et al (1990). São enumeradas as unidades biogeográficas reconhecidas no território continental nacional e discutem-se os seus limites até ao nível de Superdistrito, bem como os critérios e fundamentos florísticos e fitossociológicos usados para a sua segregação. Apresenta-se uma primeira aproximação cartográfica à escala 1 : 2 500 000 das unidades biogeográficas reconhecidas.Biogeography of continental Portugal. Some fundamental concepts of Biogeography are briefly presented. A biogeographical tipology of continental Portugal, following the concepts and previous works of S. Rivas-Martínez for the Iberian Peninsula, is presented - mostly RIVASMARTÍNEZ et al. (1990). The biogeographical units down to the level of superdistrict in the territory are briefly described, as well as the floristic and phytosociological criteria supporting their definition and circunscription. A first cartographical approach is presented in the 1: 2.500.000 scale
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