276 research outputs found

    Estrutura genética e sistema de acasalamento de Piper hispidinervum.

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    A pimenta-longa (Piper hispidinervum C. DC.) arbusto encontrado em √°reas antropizadas no Estado do Acre, possui expressiva import√Ęncia econ√īmica decorrente da presen√ßa de safrol em seu √≥leo essencial. O objetivo deste trabalho foi avaliar a estrutura gen√©tica e o sistema de acasalamento dessa esp√©cie, utilizando marcadores RAPD (polimorfismo de DNA amplificado ao acaso). A diversidade gen√©tica entre e dentro de popula√ß√Ķes naturais foi avaliada em 13 popula√ß√Ķes do Vale do Rio Acre, distribu√≠das nas Regi√Ķes do Baixo e Alto Acre. A taxa preferencial de cruzamento foi estimada em 25 fam√≠lias de poliniza√ß√£o livre de uma popula√ß√£o do Munic√≠pio de Assis Brasil, Acre. A esp√©cie apresentou diversidade gen√©tica estruturada no espa√ßo segundo um padr√£o de isolamento por dist√Ęncia. A maior parte da variabilidade gen√©tica foi encontrada dentro das popula√ß√Ķes, por√©m a diferencia√ß√£o entre popula√ß√Ķes, como um todo, foi alta (θP = 0,28). O agrupamento das popula√ß√Ķes, pela dist√Ęncia gen√©tica (φST) entre elas, mostrou dois grupos distintos, os quais representam as regi√Ķes do Alto Acre e Baixo Acre. A AMOVA mostrou que 20,61% da variabilidade total est√° entre essas duas regi√Ķes. A taxa de cruzamento multilocos foi estimada em 1,033, evidenciando que a esp√©cie √© al√≥gama. A estimativa do coeficiente de endogamia F n√£o diferiu de zero e os cruzamentos ocorreram preferencialmente entre indiv√≠duos n√£o-aparentados

    Boas práticas para a extração da castanha-do-brasil em floresta natural.

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    bitstream/item/130696/1/24130.pd

    Procedimentos para o controle higiênico-sanitário da castanha-do-brasil na floresta.

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    Aspectos gerais da legislação na floresta, Registro de dados na etapa da floresta, Medidas de prevenção e redução da contaminação da castanha por aflatoxinas, Medidas de prevenção no transporte, Medidas de prevenção na coleta, Medidas de prevenção no armazenamento primário, Medidas de prevenção na quebra dos ouriços, Medidas de prevenção no transporte primário, Medidas de prevenção na secagem, Medidas de prevenção no armazenamento secundário.bitstream/item/114988/1/24416.pd

    O uso de geotecnologias para mapeamento de espécies florestais com interesse não madeireiro.

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    Os produtos florestais n√£o-madeireiros (PFNMs), apesar da necessidade de maior conhecimento, apresentam grande potencial de uso por comunidades extrativistas que t√™m sua renda familiar dependente da floresta. Este trabalho teve como objetivo aplicar novas tecnologias para mapeamento, visualiza√ß√£o, an√°lise e interpreta√ß√£o do ambiente de floresta, considerando esp√©cies florestais com potencial para o uso n√£o madeireiro. A coleta dos dados foi feita em duas Coloca√ß√Ķes da Resex Chico Mendes, no Seringal Porvir, onde primeiro foi definido o limite de cada coloca√ß√£o e depois realizado o invent√°rio 100% para as seguintes esp√©cies: castanheira, seringueira, copa√≠ba, jatob√°, juta√≠ e catuaba. O invent√°rio consistiu na identifica√ß√£o; caracteriza√ß√£o quanto ao di√Ęmetro, forma e posi√ß√£o da copa, presen√ßa de cip√≥s na copa e status reprodutivo; e mapeamento georeferenciado com o uso de aparelho GPS (Sistema de Posicionamento Global). Atrav√©s de um sistema de informa√ß√£o geogr√°fica (SIG) foi poss√≠vel visualizar, analisar e interpretar os dados. Foram mapeadas no total 1.176 √°rvores, sendo 358 e 818 √°rvores nas coloca√ß√Ķes Encontro I (145 ha) e Boa √Āgua (180 ha), respectivamente. Na coloca√ß√£o Boa √Āgua a esp√©cie com maior abund√Ęncia foi a seringueira com 449 indiv√≠duos (54,90%), seguida de castanheira com 264 √°rvores (32,27%), juta√≠ com 69 √°rvores (8,43%) e catuaba com 33 √°rvores (4,03%). Copa√≠ba e jatob√° foram muito raras com apenas 2 (0,25%) e 1 (0,12%) indiv√≠duos, respectivamente. Na coloca√ß√£o Encontro I n√£o foi feito mapeamento da seringueira e neste caso a castanheira foi a esp√©cie mais abundante com 249 √°rvores (69,55%), seguido por juta√≠ com 93 √°rvores (25,98%) e a catuaba com 16 indiv√≠duos (4,47%). Nesta √°rea n√£o foi registrado nenhuma copa√≠ba e nem jatob√°. A an√°lise visual espacial indica que, com exce√ß√£o da catuaba, as esp√©cies apresentam tend√™ncia de dispers√£o homog√™nea nas √°reas, destacando a rara ocorr√™ncia de copa√≠ba e jatob√°. Nas duas √°reas a catuaba apresentou tend√™ncia de agrupamento em por√ß√Ķes espec√≠ficas da √°rea, podendo estar relacionado a caracter√≠sticas peculiares ao seu desenvolvimento. Constatou-se tamb√©m que a maioria das esp√©cies registradas n√£o era conhecida pelos produtores, denotando certo potencial para diversifica√ß√£o produtiva nestas √°reas

    Rede Kamukaia: conhecimento para a sustentabilidade da floresta.

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    bitstream/item/140317/1/20141.pdfTambém publicado em: Boletim Pecuário; A Gazeta; Agrosoft Brasil; Página 20; O Rio Branco

    Tecnologias para aumento da produtividade de castanhais nativos e padrão de produção de castanheiras em castanhais do AC e AP.

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    Embora o trabalho ainda não esteja finalizado, é possível verificar que uma simples tecnologia de mapeamento sistemático da floresta pode aumentar a produção total da família, além de permitir um planejamento mais eficiente da coleta. No caso da Colocação Encontro I, os resultados do mapeamento sistemático foram discutidos com o produtor e o mesmo disse que muitas dessas castanheiras não coletadas, ele já conhecia, mas como eram pequenas e sem produção nunca mais voltou para verificar se já estavam produzindo. Agora, por ocasião desse trabalho ele percebeu que a maioria dessas castanheiras já está produzindo e que realmente muitos frutos foram deixados na floresta, ou seja, ele percebeu que perdeu produção

    Dispers√£o prim√°ria de frutos da castanheira (Bertholletia excelsa Bonpl.): import√Ęncia para o manejo e a conserva√ß√£o da esp√©cie.

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    A castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.) √© um produto florestal n√£o madeireiro de destaque, por consolidar aspectos econ√īmicos, sociais e ecol√≥gicos. No entanto, pr√°ticas de manejo ainda precisam ser estabelecidas para que a extra√ß√£o desse produto seja realizada de forma segura, a fim de que o extrativista tenha um produto de qualidade e que seja sustent√°vel para a esp√©cie. Este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a din√Ęmica da dispers√£o prim√°ria de frutos de Bertholletia excelsa em um castanhal nativo no estado do Acre, buscando obter informa√ß√Ķes que subsidiem uma defini√ß√£o segura sobre a melhor √©poca e o intervalo de coleta dos frutos. Durante o per√≠odo de dispers√£o, 20 √°rvores foram monitoradas, sendo seus frutos contados e marcados de acordo com o tempo de queda. A queda dos frutos ocorreu em picos, sendo que, ap√≥s 50 dias do in√≠cio da dispers√£o, praticamente todos os frutos j√° haviam ca√≠do. Os resultados deste estudo indicam que a coleta deve come√ßar a partir da oitava semana ap√≥s o in√≠cio da dispers√£o, e apenas um retorno √†s √°rvores deve ser realizado para a coleta dos frutos remanescentes, proporcionando ganhos em termos de qualidade e maior efici√™ncia na produtividade

    Testing a silvicultural recommendation: Brazil nut responses 10 years after liana cutting.

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    1. Lianas or woody vines can be detrimental to the trees that support them. Research on liana cutting for tropical timber management has demonstrated positive yet costly benefits, but liana utting to enhance commercial outputs of nontimber forest products has not been examined. We implemented a controlled experiment to quantify the effects of cutting lianas on Brazil nut Bertholletia excelsa Bonpl. fecundity. 2. We conducted our 10-year experiment in a Brazilian extractive reserve where local harvesters collect fruits from this Amazonian canopy-emergent species as part of their forest-based livelihood system. We cut 454 lianas with a total basal area of 2 41 m 2 from 78 of 138 host trees ≥ 50 cm diameter at breast height. 3. Treated trees were significantly better producers 3 ¬Ĺ years after liana cutting, and these differences increased dramatically in subsequent years, with consistent proportionally higher production in treated versus untreated individuals. 4. The number of lianas rooted within 5 m of the host tree significantly explained production levels, suggesting both above- and below-ground liana ? host tree competition. Once host crowns were liana-free, branch regrowth was highly visible, particularly in heavily infested trees, and crown reassessments suggested that liana cutting improved crown form. Additionally, liana cutting may induce some nonproducing trees to become producers and may circumvent mortality of trees heavily infested with lianas (> 75% crown covered). 5. Liana removal can be implemented easily when harvesting Brazil nut fruits. Only lianas associated with B. excelsa trees should be cut to conserve liana ecosystem functions. 6. Synthesis and applications. We quantified effects of liana cutting on Brazil nut host tree fecundity and provided estimates of increased commercial yields. Our long-term (10-year) study permits understanding of biological variation and informs related management decisions. Findings suggest that liana cutting reduces above- and below-ground competition with individual trees, ultimately allowing mature host crowns to recover such that 9 - 10 years after liana cutting, treated trees produced on average three times more fruits than untreated trees. Application of liana cutting to other tropical species would likely boost fruit and seed production, increase host tree fecundity and potentially enhance future recruitment
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