168 research outputs found

    CARNAVALIZAR √Č PRECISO: UMA LEITURA DA PAR√ďDIA EM QUEM ME DERA SER ONDA

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    Enfoque da novela Quem me dera ser onda, uma das mais conhecidas obras do escritor Manuel Rui e tamb√©mda literatura angolana, a partir do di√°logo que a obra sugere com A revolu√ß√£o dos bichos, um dos maispopulares cl√°ssicos do escritor ingl√™s George Orwell. O conceito de carnavaliza√ß√£o bakht iniana assim como ode par√≥dia e de realismo grotesco s√£o considerados instrumentos √ļteis para se pensar as condi√ß√Ķes culturaisda sociedade angolana na p√≥s-independ√™ncia.PALAVRAS-CHAVE: Quem me dera ser onda, A revolu√ß√£o dos bichos, carnavaliza√ß√£o, par√≥dia,realismo grotesc

    O CONCEITO DE INTERFER√äNCIA NAS RELA√á√ēES LITER√ĀRIAS ENTRE O BRASIL E O IMP√ČRIO PORTUGU√äS EM √ĀFRICA

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    ESTE TRABALHO PROCURA APONTAR A PROPRIEDADE DO CONCEITO DE INTERFER√äNCIA PARA O ESTUDO DAS RELA√á√ēES LITER√ĀRIAS ENTRE O BRASIL E O IMP√ČRIO PORTUGU√äS. O CONCEITO, SURGIDO A PARTIR DAS PROPOSTAS DA TEORIA DO POLISSISTEMA, DO TE√ďRICO ITAMAR ZOHAR, PARECE ESPECIALMENTE INTERESSANTE PARA SE PENSAR AS RELA√á√ēES LITER√ĀRIAS ENTRE BRASIL E √ĀFRICA DESDE O PER√ćODO COLONIAL. TAIS RELA√á√ēES, FORAM INTENSAS E ENVOLVEM ASPECTOS QUE DIZEM RESPEITO N√ÉO S√ď √Ä LITERATURA, MAS √Ä CULTURA DE UM MODO GERAL

    Neighbours: de violências, mulheres, mudanças...e homens

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    Enfoque da obra Neighbours, da escritora mo√ßambicana L√≠lia Mompl√©, a partir da discuss√£o que a narrativa sugere sobre a mulher e a viol√™ncia que a cerca. Tal viol√™ncia √© vista necessariamente em rela√ß√£o com uma s√©rie de outras viol√™ncias, como a vizinhan√ßa com a √Āfrica do Sul, o cotidiano assustador de Mo√ßambique e outros conflitos sociais que se estabeleceram no p√≥s-colonialismo. Al√©m de discutir o complexo quadro cultural mo√ßambicano, Neighbours explora ‚Äúnovas‚ÄĚ estrat√©gias narrativas, construindo um interessante painel dos comportamentos masculino e feminino em Mo√ßambique e, por extens√£o, em qualquer lugar do planeta

    Os Peppini (Fl√°vio Quintale)

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    Há um bom tempo não tenho em mãos um livro como Os Peppini, do escritor Flávio Quintale, publicado em 2011 pela editora portuguesa Vieira da Silva. Li a obra com um prazer quase juvenil, lembrando-me da época em que ler era, para mim, antes de mais nada, um puro deleite. Com o mesmo prazer queacompanhava O senhor de Jalna, de Mazo de lá Roche, lia Os Budenbrook, de Thomas Mann, sem me preocupar em categorizar os livros

    O direito √† ang√ļstia e √† busca da felicidade em Luuanda

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    Inglês para fins específicos : a carta comercial

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    Doutoramento em Lingu√≠sticaO estudo da correspond√™ncia comercial em ingl√™s limitou-se durante muito tempo a uma explora√ß√£o pouco cr√≠tica de um n√ļmero reduzido de manuais. Mais recentemente, a expans√£o da utiliza√ß√£o da l√≠ngua inglesa justificou uma maior produ√ß√£o de obras de apoio ao ensino. Sobretudo nos √ļltimos tempos, t√™m surgido tamb√©m trabalhos que denotam um crescente interesse sobre esta √°rea de ingl√™s espec√≠fico, valorizando-a como objecto de estudo. Depois de muitos anos de lecciona√ß√£o de correspond√™ncia comercial em ingl√™s, entendemos ser particularmente pertinente questionar mais detalhadamente esta mat√©ria, beneficiando de um quadro geral de desenvolvimento dos estudos lingu√≠sticos. No presente trabalho, √© feita, assim, uma an√°lise da evolu√ß√£o da carta comercial em ingl√™s relativamente √† sua forma e √† sua linguagem. Atrav√©s de um estudo comparativo de dois corpora constitu√≠dos por cartas inclu√≠das em manuais de correspond√™ncia comercial em ingl√™s, distando entre si aproximadamente cinquenta anos, procur√°mos perspectivar a evolu√ß√£o verificada ao n√≠vel da norma, que, concretamente no que diz respeito √† linguagem, envolve n√£o s√≥ express√Ķes utilizadas, mas tamb√©m determinadas categorias gramaticais, particularmente relevantes neste tipo de discurso. A exist√™ncia de perman√™ncias, mediante uma utiliza√ß√£o recorrente, em especial no caso do que poderemos considerar express√Ķes-padr√£o, ter√° de ser compreendida em fun√ß√£o de factores de v√°ria ordem. Para uma an√°lise mais completa deste tema, foi constitu√≠do um outro corpus, que inclui cartas em l√≠ngua inglesa dirigidas a uma empresa portuguesa a partir de dezanove pa√≠ses estrangeiros, o que nos permite estabelecer uma importante rela√ß√£o entre a norma e a pr√°tica.The study of business letters in English has for many years been limited to a less than critical appraisal of the contents of a small number of textbooks. More recently, the expansion of the use of English has justified a greater production of support materials for teaching this subject. Books have been produced especially in the last few years, which reflect an increasing interest in the area of Specific English as a subject for study in its own right. After many years teaching business English letters, it seemed particularly pertinent to examine these materials in more detail, making use of the latest developments in empirical linguistics. Therefore, this thesis presents an analysis of the developments in the layout and language of the English business letter. Through a comparative study of two computer corpora composed of letters found in textbooks for teaching English business letters over approximately fifty years, an attempt is made to investigate what linguistic changes have occurred in the patterns presented, specifically with regard not only to the expressions used but also to certain grammatical categories particularly relevant in this kind of discourse. The continued existence of features through recurrent usage, especially those which can be considered fixed patterns, can only be understood through a number of different factors. In order to carry out a more complete analysis of this topic, a third corpus containing actual letters written in English set to a Portuguese company from nineteen countries was created which permitted the differences between the models found in textbooks and actual business practices to be examined

    A micro-análise da comunicação em psicoterapia : comparação da psicologia clínica positiva com a terapia cognitivo-comportamental

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    Tese de mestrado, Psicologia (Psicologia Cl√≠nica e da Sa√ļde - N√ļcleo de Psicoterapia Cognitiva Comportamental e Integrativa), 2008, Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia e de Ci√™ncias da Educa√ß√£oEm Psicoterapia, a Micro-an√°lise √© a an√°lise momento-a-momento dos actos de comunica√ß√£o observ√°veis entre terapeuta e cliente. Este estudo micro-analisou sess√Ķes demonstrativas de peritos em Terapia Cognitivo-Comportamental, especificamente uma sess√£o individual descrita por Judith Beck e excertos de sess√Ķes conjugais de Psicologia Cl√≠nica Positiva, de Perloiro, Neto e Marujo. A an√°lise avaliou como √© que os terapeutas comunicaram, nomeadamente se as suas declara√ß√Ķes tomaram a forma de formula√ß√£o ou de quest√£o, estas foram avaliadas quanto ao conte√ļdo (centrado na solu√ß√£o, centrado no problema, cognitivo, emocional), √† polaridade (positiva, negativa, positiva-negativa, neutra), e quanto √† perspectiva temporal envolvida (sobre passado, presente, futuro). Tamb√©m foram analisadas as respostas dos clientes, utilizando as mesmas categorias, exceptuando as formula√ß√Ķes. Os resultados mostram que as interven√ß√Ķes da terapeutaCognitivo-Comportamental difere das dos terapeutas da Psicologia Cl√≠nica Positiva no modo como estrutura a comunica√ß√£o: a terapeuta Cognitivo- -Comportamental usa perguntas que se dispersam por diversas categorias e formula√ß√Ķes, enquanto os peritos da Psicologia Cl√≠nica Positiva se focam exclusivamente em perguntas centradas na solu√ß√£o e positivas. Comparando as declara√ß√Ķes dos clientes da Psicologia Cl√≠nica Positiva com a do respectivo terapeuta, verifica-se que responderam no mesmo sentido direccionado pelo terapeuta. Quanto √† compara√ß√£o das categorias das respostas da cliente de Beck face √†s categorias das quest√Ķes da terapeuta, os resultados v√£o neste mesmo sentido de espelho , salvo no que diz respeito √†s categorias da polaridade, onde se notam algumas discrep√Ęncias, havendo uma predomin√Ęncia de quest√Ķes positivas do cl√≠nico para um n√ļmero aproximado de respostas positivas e negativas da parte da cliente. Conclui-se quanto √† utilidade de aprofundar futuramente a an√°lise detalhada da comunicIn psychotherapy, Microanalysis is a therapist‚Äüs communication analyzed moment-by- moment. The study that we have performed consisted of applying Microanalysis to a session of Cognitive Behavioural Therapy and focused on the actions of a select number of experts. Of the experts studied, the focus was mainly on a session by Judith Beck, and a Couples‚Äü Therapy session from Positive Clinical Psychology by Perloiro, Neto and Marujo. The analysis assessed the therapist's communication process, in particular if the therapist‚Äüs contribution was formulations or questions. The study assessed the questions in the terms of content (solution- -focused, problem-focused, cognitive, emotional), polarity (positive, negative, positive- -negative, neutral) and involved temporal perspective (about past, present, future). The responses of the client were analysed as well, using the same categories except for formulations. Results show that Cognitive Behavioural Therapy interventions differ from Positive Clinical Psychology in the way that the therapists structure communication. Cognitive Behavioural therapists use formulations and questions diffused over diverse categories while Positive Clinical Psychology experts focused only their utterances in solution-focused and positive questions. Comparing the utterances of clients from the Positive Clinical Psychology approach with those of their therapist, we concluded that they respond in a mirroring manner. The categories of response from Beck‚Äüs client in comparison to the therapist‚Äüs question categories also show a mirroring‚Äü effect, with the exception of the polarity category, where some discrepancy is noted: there exists a majority of positive questions from the therapist to an approximately equal number of positive and negative responses from client. It would be useful to observe this phenomenon in further depth in future analyses of client-therapist communication in the clinical process context, especially in the cha
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