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    An√°lise do registro hospitalar de c√Ęncer infanto-juvenil de um centro de refer√™ncia em Santa Catarina no per√≠odo de 1999-2003

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    Trabalho de Conclus√£o de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina. Curso de Medicina. Departamento de Pediatria

    Educa√ß√£o em Sa√ļde

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    Neste m√≥dulo de Educa√ß√£o em Sa√ļde, voc√™ ter√° a oportunidade de aproximar os conhecimentos ao contexto do processo de trabalho da Estrat√©gia Sa√ļde da Fam√≠lia. Neste sentido, as tr√™s unidades apresentadas articulam conte√ļdos que se referem tanto aos modelos de educa√ß√£o em sa√ļde quanto aos aspectos diretamente envolvidos nas pr√°ticas educativas em sa√ļde, em especial, as metodologias problematizadoras, como estrat√©gia para o desenvolvimento de pr√°ticas educativas cr√≠ticas e emancipat√≥rias. Esperamos que este m√≥dulo possa contribuir e motiv√°-lo a refletir sobre os modos de pensar e fazer educa√ß√£o em sa√ļde, como tamb√©m instrumentaliz√°-lo para as mudan√ßas tanto de sua pr√°tica educativa quanto da realidade da comunidade.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM

    Osteoporose

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    O objeto come√ßa definindo a osteoporose como uma enfermidade cr√īnica, multifatorial e sist√™mica que resulta em reduzida massa √≥ssea e perda da microarquitetura mineral, classificando-a em prim√°ria e secund√°ria e ressalta a import√Ęncia da osteoporose p√≥s-menopausa. Segue mostrando a necessidade do diagn√≥stico precoce e realiza√ß√£o de densitometria √≥ssea, se for o caso, para que a preven√ß√£o exista. Apresenta um quadro com os fatores de risco que quantificam a perda de massa √≥ssea e divide-os em maiores e menores, indicando que ap√≥s o conhecimento do estado cl√≠nico do paciente, √© necess√°rio iniciar o tratamento com medidas preventivas, apontando seis fatores de risco potencialmente modific√°veis. Recomenda evitar o baixo peso corporal e a perda de peso excessiva, o tabagismo, o alcoolismo e o sedentarismo e incentiva a pr√°tica de exerc√≠cios. Termina apresentando um quadro com 15 sugest√Ķes de alimentos ricos em c√°lcio e al√©m de recomendar uma dieta rica em c√°lcio, comenta sobre a suplementa√ß√£o, quando necess√°rio, e a sua rela√ß√£o com a vitamina D. Elenca ainda sete medidas que visam √† preven√ß√£o de quedas e com possibilidade de fraturas. Unidade 5 do m√≥dulo 8 que comp√Ķe o Curso de Especializa√ß√£o em Sa√ļde da Fam√≠lia.1.0Minist√©rio da Sa√ļdes/OPAS/OM

    O cuidador

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    Este objeto inicia definindo o papel do cuidador e indica tamb√©m que a atividade √© desenvolvida geralmente por algu√©m da fam√≠lia ou da comunidade, com ou sem remunera√ß√£o, e na maioria das vezes sem forma√ß√£o para isso. Lembra que o cuidador nem sempre escolhe s√™-lo, mas quando algu√©m se adoenta ou se torna dependente algumas pessoas se revelam como cuidadoras, por√©m a tarefa √© permeada por sentimentos diversos e contradit√≥rios, e do outro lado temos o enfermo incapacitado tamb√©m com os mesmos sentimentos contradit√≥rios, podendo tornar conflituoso este relacionamento entre cuidador e pessoa cuidada. Segue apontando um quadro com detalhamento das dez tarefas do cuidador e ressalta que √© fundamental respeitar a dignidade da pessoa cuidada e n√£o discutir, em sua presen√ßa. Termina lembrando que doen√ßa ou a limita√ß√£o f√≠sica em uma pessoa provoca mudan√ßas na vida dos outros membros da fam√≠lia e que a sobrecarga f√≠sica e emocional pode ser fator de estresse no cuidador, portanto, a Equipe de Sa√ļde da Fam√≠lia deve estar apta a orientar a participa√ß√£o de outras pessoas para revezar no cuidado. Unidade 5 do m√≥dulo 8 que comp√Ķe o Curso de Especializa√ß√£o em Sa√ļde da Fam√≠lia.1.0Minist√©rio da Sa√ļdes/OPAS/OM

    Sa√ļde da mulher: odontologia

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    Vamos discutir a aten√ß√£o √† Sa√ļde da Mulher no √Ęmbito da aten√ß√£o b√°sica com o intuito de instrumentalizar o trabalho dos profissionais da Equipe Sa√ļde da Fam√≠lia para assistir a mulher nas diferentes fases do seu ciclo biol√≥gico vital com √™nfase na promo√ß√£o da sa√ļde, incluindo o planejamento familiar, a gesta√ß√£o, o puerp√©rio, as a√ß√Ķes da cl√≠nica e do cuidado relacionados aos principais agravos de sua sa√ļde, o climat√©rio de forma integral e personalizada, considerando seu contexto social, cultural, econ√īmico e pol√≠tico e determinantes de sa√ļde.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM

    Sa√ļde da crian√ßa: enfermagem

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    Apresentamos atividades interdisciplinares envolvendo programas, pol√≠ticas e pactos de sa√ļde para a inf√Ęncia no Brasil e no mundo; equipe de Sa√ļde da Fam√≠lia e o planejamento de a√ß√Ķes voltadas √† Sa√ļde da Crian√ßa, a crian√ßa, o meio ambiente, fam√≠lia e uma vis√£o pr√°tica das atividades cl√≠nicas individuais. Tamb√©m discute sobre as caracter√≠sticas relacionadas aos indicadores de morbimortalidade, incluindo aspectos biol√≥gicos, demogr√°ficos, socioecon√īmicos e demais determinantes sociais no processo sa√ļde-doen√ßa na Aten√ß√£o √† Sa√ļde da Crian√ßa.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM

    Sa√ļde da crian√ßa: odontologia

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    Este m√≥dulo apresenta ao especializando uma vis√£o das atividades interdisciplinares envolvendo pactos, pol√≠ticas e programas de sa√ļde para a inf√Ęncia no Brasil e no mundo; a equipe de Sa√ļde da Fam√≠lia e o planejamento de a√ß√Ķes voltadas √† Sa√ļde da Crian√ßa, √† crian√ßa, ao meio ambiente, √† fam√≠lia e uma vis√£o pr√°tica das atividades cl√≠nicas individu-ais de cada profiss√£o. Tamb√©m oferece aos especializandos subs√≠dios para trabalhar com a sa√ļde da crian√ßa de forma ampliada e inovadora com o fim de contextualizar a pr√°tica da equipe de sa√ļde bucal no contexto multiprofissional e interdisciplinar, pressuposto fundamental √† organiza√ß√£o do processo de trabalho, na l√≥gica da Estrat√©gia Sa√ļde da Fam√≠lia.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM

    Sa√ļde da crian√ßa: medicina

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    Este m√≥dulo apresenta uma vis√£o das atividades interdisciplinares envolvendo programas, pol√≠ticas e pactos de sa√ļde para a inf√Ęncia no Brasil e no mundo; a equipe de Sa√ļde da Fam√≠lia e o planejamento de a√ß√Ķes voltadas √† Sa√ļde da Crian√ßa, a crian√ßa, o meio ambiente, a fam√≠lia e uma vis√£o pr√°tica das atividades cl√≠nicas individuais. Tamb√©m s√£o discutidos temas como: alimenta√ß√£o saud√°vel e crescimento infantil, evid√™ncias para o acompanhamento cl√≠nico de puericultura, a√ß√Ķes da cl√≠nica e do cuidado nos principais agravos da sa√ļde da crian√ßa.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM

    Aten√ß√£o integral √† sa√ļde da mulher: odontologia

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    O material ir√° tratar da aten√ß√£o integral √† sa√ļde bucal da mulher, com abordagem sobre as principais queixas e agravos, compreendendo o Ciclo Grav√≠dico-Puerperal, o climat√©rio e a menopausa.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM

    Aten√ß√£o integral √† sa√ļde da crian√ßa: odontologia

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    Este material tem como objetivo identificar possibilidades de realiza√ß√£o de trabalho coletivo e interdisciplinar em sa√ļde bucal com crian√ßas, incluindo a promo√ß√£o da sa√ļde e a preven√ß√£o de doen√ßas bucais na inf√Ęncia e reconhecendo as a√ß√Ķes individuais no cuidado aos principais agravos √† sa√ļde bucal da crian√ßa. O conte√ļdo buscar√° tamb√©m compreender a rede de aten√ß√£o b√°sica e os encaminhamentos de refer√™ncia √† aten√ß√£o secund√°ria e terci√°ria e contrarrefer√™ncia na Aten√ß√£o Integral √† Sa√ļde da Crian√ßa, tudo isto considerando o contexto das pol√≠ticas p√ļblicas de sa√ļde no cen√°rio brasileiro, bem como as quest√Ķes que circundam a crian√ßa e os distintos ambientes em que ela vive.1.0Minist√©rio da Sa√ļde/OPAS/OM
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