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    Caracterização do Perfil da Clientela do Setor de Terapia Ocupacional na Oncologia Pediátrica

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    Introdução: Com a crescente abrangência das ações de assistência ao paciente oncológico no sentido da reabilitação, habilitação e melhora na qualidade de vida, além do enfoque no diagnóstico e tratamento, houve a inserção de outros profissionais nesta área. Objetivo: Esta pesquisa teve com o objetivo caracterizar o perfil das crianças e adolescentes com câncer atendidos pela terapia ocupacional. Método: Foram analisados os 34 prontuários de indivíduos atendidos no ano de 2007. Os dados coletados foram anotados em uma ficha, na qual constavam: dados referentes à identificação do indivíduo, dados clínicos relativos à doença oncológica e dados relativos à avaliação e tratamento de terapia ocupacional. O método estatístico utilizado foi a análise descritiva. Resultados: Identificou-se que 34 crianças e adolescentes foram atendidos; houve equivalência com relação ao gênero; sendo a maioria na faixa etária entre 6 e 10 anos de idade (13 indivíduos); com diagnóstico de tumor no sistema nervoso central (23 indivíduos); não estavam estudando (20 indivíduos); possuíam renda entre 1 e 3 salários mínimos (25 famílias); e utilização do Sistema Único de Saúde (32 indivíduos). Os encaminhamentos para a terapia ocupacional ocorreram principalmente através da fisioterapia (13 indivíduos) e da fisiatria (7 indivíduos). Conclusão: Na avaliação e tratamento constatou-se a atenção às atividades básicas e instrumentais de vida diária e ao desenvolvimento físico, sensorial e cognitivo. Conclui-se que a terapia ocupacional com enfoque na oncologia pediátrica necessita de mais encaminhamentos e espera-se contribuir para a divulgação do seu trabalho e a importância da consolidação na área

    Guidelines for occupational therapy assistance in COVID-19 pandemic and post-pandemic perspectives

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    INTRODUÇÃO: A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa, de apresentação recente, causada pelo novo coronavírus, denominado SARS-CoV-2 por ser da família SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). São necessárias diretrizes cientificamente fundamentadas sobre as intervenções dos terapeutas ocupacionais no cuidado de pessoas com a COVID-19 e sobre as perspectivas de atenção pós-pandemia. OBJETIVO: Apresentar diretrizes e recomendações aos terapeutas ocupacionais sobre o manejo clínico de pacientes com COVID-19 em diferentes níveis de atenção à saúde, para favorecer a assistência segura e com qualidade técnico-científica. MÉTODO: Dez terapeutas ocupacionais de diferentes estados brasileiros, experts em suas áreas de atuação, reuniram-se, por meio de web conferências, para desenvolver diretrizes para a atuação do terapeuta ocupacional na pandemia da COVID-19. O público-alvo destas diretrizes é composto por terapeutas ocupacionais, gestores e outros profissionais interessados no conhecimento e nas ações da terapia ocupacional com pacientes com COVID-19 e seus familiares. Como ainda não existem estudos e revisões sistemáticas de evidências científicas relativas à terapia ocupacional na COVID-19, foram analisadas as melhores diretrizes e evidências disponíveis na literatura. Foi realizada uma ampla revisão de documentos nacionais e internacionais publicados sobre o tema, como artigos científicos e resoluções da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil. Foram também revisadas publicações disponibilizadas por sociedades ou organizações profissionais internacionais de terapia ocupacional, como a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, a Associação Americana dos Terapeutas Ocupacional, o Royal College of Occupational Therapists, do Reino Unido, e o Colegio Profesional de Terapeutas Ocupacionales de la Comunidad de Madrid, Espanha. RESULTADOS: As diretrizes reunidas nesta publicação não substituem as políticas institucionais e nacionais. Estão baseadas nos princípios da Ciência Ocupacional e nas melhores evidências disponíveis na literatura, balizadas pela experiência de todos os profissionais envolvidos na produção deste documento. Foram abordados temas como a privação ocupacional decorrente da pandemia e da estratégia de distanciamento social e os recursos técnicos recomendados para a promoção do desempenho ocupacional e manejo de dor e de sintomas em diferentes contextos, com destaque para a atuação do terapeuta ocupacional na atenção básica, na atenção hospitalar e nos cuidados paliativos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Dada a recente apresentação da COVID-19, há necessidade de constante atualização das informações e novas evidências científicas poderão ser publicadas. O raciocínio clínico é imprescindível para o planejamento e implementação da assistência aos pacientes e seus familiares ou cuidadores e será necessário o acompanhamento dos pacientes positivos para o SARS-CoV-2 para a verificação das consequências da COVID-19, das necessidades e demandas de reabilitação das pessoas acometidas, pós-hospitalização e pós-pandemia.INTRODUCTION: COVID-19 is a highly contagious disease of a recent presentation, caused by the new coronavirus called SARS-CoV-2 because it belongs to the SARS family (Severe Acute Respiratory Syndrome). Scientifically grounded guidelines are needed on occupational therapists’ interventions in caring for people with COVID-19 and on prospects for post-pandemic care. OBJECTIVE: To present guidelines and recommendations to occupational therapists on the clinical management of patients with COVID-19 at different levels of health care, to favor safe care with technical and scientific quality. METHOD: Ten occupational therapists from different Brazilian states, experts in their areas of expertise, met, through web conferences, to develop guidelines for the work of the occupational therapist in the pandemic of COVID-19. The target audience of these guidelines is composed of occupational therapists, managers, and other professionals interested in the knowledge and actions of Occupational Therapy with patients with COVID-19 and their families. As there are still no studies and systematic reviews of scientific evidence related to occupational therapy in COVID-19, the best guidelines and evidence available in the literature were analyzed. A wide review of national and international documents published on the subject, such as scientific articles and resolutions of the World Health Organization and the Ministry of Health of Brazil, was carried out. Publications made available by international occupational therapy societies or professional organizations, such as the World Federation of Occupational Therapists, the American Association of Occupational Therapists, the Royal College of Occupational Therapists from United Kingdom, and the Colegio Profesional de Terapeutas Ocupacionales de la Comunidad from Madrid, Spain. RESULTS: The guidelines in this publication do not replace institutional and national policies. They are based on the principles of Occupational Science and the best evidence available in the literature and the experience of all professionals involved in the production of this document. Topics such as occupational deprivation resulting from the pandemic and the strategy of social detachment and the technical resources recommended for the promotion of occupational performance and management of pain and symptoms in different contexts were addressed, with emphasis on the role of the occupational therapist in primary care, hospital care and palliative care. FINAL CONSIDERATIONS: Given the recent presentation of COVID-19, there is a need for constant updating of information, and new scientific evidence may be published. Clinical reasoning is essential for planning and implementing assistance to patients and their families or caregivers. It will be necessary to monitor patients who tested positive for SARS-CoV-2 to verify the consequences of COVID-19, their needs and demands of rehabilitation, post-hospitalization, and post-pandemic

    Rationale, study design, and analysis plan of the Alveolar Recruitment for ARDS Trial (ART): Study protocol for a randomized controlled trial

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    Background: Acute respiratory distress syndrome (ARDS) is associated with high in-hospital mortality. Alveolar recruitment followed by ventilation at optimal titrated PEEP may reduce ventilator-induced lung injury and improve oxygenation in patients with ARDS, but the effects on mortality and other clinical outcomes remain unknown. This article reports the rationale, study design, and analysis plan of the Alveolar Recruitment for ARDS Trial (ART). Methods/Design: ART is a pragmatic, multicenter, randomized (concealed), controlled trial, which aims to determine if maximum stepwise alveolar recruitment associated with PEEP titration is able to increase 28-day survival in patients with ARDS compared to conventional treatment (ARDSNet strategy). We will enroll adult patients with ARDS of less than 72 h duration. The intervention group will receive an alveolar recruitment maneuver, with stepwise increases of PEEP achieving 45 cmH(2)O and peak pressure of 60 cmH2O, followed by ventilation with optimal PEEP titrated according to the static compliance of the respiratory system. In the control group, mechanical ventilation will follow a conventional protocol (ARDSNet). In both groups, we will use controlled volume mode with low tidal volumes (4 to 6 mL/kg of predicted body weight) and targeting plateau pressure <= 30 cmH2O. The primary outcome is 28-day survival, and the secondary outcomes are: length of ICU stay; length of hospital stay; pneumothorax requiring chest tube during first 7 days; barotrauma during first 7 days; mechanical ventilation-free days from days 1 to 28; ICU, in-hospital, and 6-month survival. ART is an event-guided trial planned to last until 520 events (deaths within 28 days) are observed. These events allow detection of a hazard ratio of 0.75, with 90% power and two-tailed type I error of 5%. All analysis will follow the intention-to-treat principle. Discussion: If the ART strategy with maximum recruitment and PEEP titration improves 28-day survival, this will represent a notable advance to the care of ARDS patients. Conversely, if the ART strategy is similar or inferior to the current evidence-based strategy (ARDSNet), this should also change current practice as many institutions routinely employ recruitment maneuvers and set PEEP levels according to some titration method.Hospital do Coracao (HCor) as part of the Program 'Hospitais de Excelencia a Servico do SUS (PROADI-SUS)'Brazilian Ministry of Healt

    Caracterização do Perfil da Clientela do Setor de Terapia Ocupacional na Oncologia Pediátrica

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    Introdução: Com a crescente abrangência das ações de assistência ao paciente oncológico no sentido da reabilitação, habilitação e melhora na qualidade de vida, além do enfoque no diagnóstico e tratamento, houve a inserção de outros profissionais nesta área. Objetivo: Esta pesquisa teve com o objetivo caracterizar o perfil das crianças e adolescentes com câncer atendidos pela terapia ocupacional. Método: Foram analisados os 34 prontuários de indivíduos atendidos no ano de 2007. Os dados coletados foram anotados em uma ficha, na qual constavam: dados referentes à identificação do indivíduo, dados clínicos relativos à doença oncológica e dados relativos à avaliação e tratamento de terapia ocupacional. O método estatístico utilizado foi a análise descritiva. Resultados: Identificou-se que 34 crianças e adolescentes foram atendidos; houve equivalência com relação ao gênero; sendo a maioria na faixa etária entre 6 e 10 anos de idade (13 indivíduos); com diagnóstico de tumor no sistema nervoso central (23 indivíduos); não estavam estudando (20 indivíduos); possuíam renda entre 1 e 3 salários mínimos (25 famílias); e utilização do Sistema Único de Saúde (32 indivíduos). Os encaminhamentos para a terapia ocupacional ocorreram principalmente através da fisioterapia (13 indivíduos) e da fisiatria (7 indivíduos). Conclusão: Na avaliação e tratamento constatou-se a atenção às atividades básicas e instrumentais de vida diária e ao desenvolvimento físico, sensorial e cognitivo. Conclui-se que a terapia ocupacional com enfoque na oncologia pediátrica necessita de mais encaminhamentos e espera-se contribuir para a divulgação do seu trabalho e a importância da consolidação na área.&#x0D;  </jats:p

    Guidelines for occupational therapy assistance in COVID-19 pandemic and post-pandemic perspectives

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    INTRODUÇÃO: &nbsp;A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa, de apresentação recente, causada pelo novo coronavírus, denominado SARS-CoV-2 por ser da família SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). São necessárias diretrizes cientificamente fundamentadas sobre as intervenções dos terapeutas ocupacionais no cuidado de pessoas com a COVID-19 e sobre as perspectivas de atenção pós-pandemia. OBJETIVO: Apresentar diretrizes e recomendações aos terapeutas ocupacionais sobre o manejo clínico de pacientes com COVID-19 em diferentes níveis de atenção à saúde, para favorecer a assistência segura e com qualidade técnico-científica. MÉTODO: Dez terapeutas ocupacionais de diferentes estados brasileiros, experts em suas áreas de atuação, reuniram-se, por meio de web conferências, para&nbsp; desenvolver diretrizes para a atuação do terapeuta ocupacional na pandemia da COVID-19. O público-alvo destas diretrizes é composto por terapeutas ocupacionais, gestores e outros profissionais interessados no conhecimento e nas ações da terapia ocupacional com pacientes com COVID-19 e seus familiares. Como ainda não existem estudos e revisões sistemáticas de evidências científicas relativas à terapia ocupacional na COVID-19, foram analisadas as melhores diretrizes e evidências disponíveis na literatura. Foi realizada uma ampla revisão de documentos nacionais e internacionais publicados sobre o tema, como artigos científicos e resoluções da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil. Foram também revisadas publicações disponibilizadas por sociedades ou organizações profissionais internacionais de terapia ocupacional, como a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, a Associação Americana dos Terapeutas Ocupacional, o Royal College of Occupational Therapists, do Reino Unido, e o Colegio Profesional de Terapeutas Ocupacionales de la Comunidad de Madrid, Espanha. RESULTADOS: As diretrizes reunidas nesta publicação não substituem as políticas institucionais e nacionais. Estão baseadas nos princípios da Ciência Ocupacional e nas melhores evidências disponíveis na literatura, balizadas pela experiência de todos os profissionais envolvidos na produção deste documento. Foram abordados temas como a privação ocupacional decorrente da pandemia e da estratégia de distanciamento social e os recursos técnicos recomendados para a promoção do desempenho ocupacional e manejo de dor e de sintomas em diferentes contextos, com destaque para a atuação do terapeuta ocupacional na atenção básica, na atenção hospitalar e nos cuidados paliativos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Dada a recente apresentação da COVID-19, há necessidade de constante atualização das informações e novas evidências científicas poderão ser publicadas. O raciocínio clínico é imprescindível para o planejamento e implementação da assistência aos pacientes e seus familiares ou cuidadores e será necessário o acompanhamento dos pacientes positivos para o SARS-CoV-2 para a verificação das consequências da COVID-19, das necessidades e demandas de reabilitação das pessoas acometidas, pós-hospitalização e pós-pandemia.INTRODUCTION: COVID-19 is a highly contagious disease of a recent presentation, caused by the new coronavirus called SARS-CoV-2 because it belongs to the SARS family (Severe Acute Respiratory Syndrome). Scientifically grounded guidelines are needed on occupational therapists' interventions in caring for people with COVID-19 and on prospects for post-pandemic care. OBJECTIVE: To present guidelines and recommendations to occupational therapists on the clinical management of patients with COVID-19 at different levels of health care, to favor safe care with technical and scientific quality. METHOD: Ten occupational therapists from different Brazilian states, experts in their areas of expertise, met, through web conferences, to develop guidelines for the work of the occupational therapist in the pandemic of COVID-19. The target audience of these guidelines is composed of occupational therapists, managers, and other professionals interested in the knowledge and actions of Occupational Therapy with patients with COVID-19 and their families. As there are still no studies and systematic reviews of scientific evidence related to occupational therapy in COVID-19, the best guidelines and evidence available in the literature were analyzed. A wide review of national and international documents published on the subject, such as scientific articles and resolutions of the World Health Organization and the Ministry of Health of Brazil, was carried out. Publications made available by international occupational therapy societies or professional organizations, such as the World Federation of Occupational Therapists, the American Association of Occupational Therapists, the Royal College of Occupational Therapists from United Kingdom, and the Colegio Profesional de Terapeutas Ocupacionales de la Comunidad from Madrid, Spain. RESULTS: The guidelines in this publication do not replace institutional and national policies. They are based on the principles of Occupational Science and the best evidence available in the literature and the experience of all professionals involved in the production of this document. Topics such as occupational deprivation resulting from the pandemic and the strategy of social detachment and the technical resources recommended for the promotion of occupational performance and management of pain and symptoms in different contexts were addressed, with emphasis on the role of the occupational therapist in primary care, hospital care and palliative care. FINAL CONSIDERATIONS: Given the recent presentation of COVID-19, there is a need for constant updating of information, and new scientific evidence may be published. Clinical reasoning is essential for planning and implementing assistance to patients and their families or caregivers. It will be necessary to monitor patients who tested positive for SARS-CoV-2 to verify the consequences of COVID-19, their needs and demands of rehabilitation, post-hospitalization, and post-pandemic

    Diretrizes para a assistência da terapia ocupacional na pandemia da COVID-19 e perspectivas pós-pandemia

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    INTRODUÇÃO:  A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa, de apresentação recente, causada pelo novo coronavírus, denominado SARS-CoV-2 por ser da família SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). São necessárias diretrizes cientificamente fundamentadas sobre as intervenções dos terapeutas ocupacionais no cuidado de pessoas com a COVID-19 e sobre as perspectivas de atenção pós-pandemia. OBJETIVO: Apresentar diretrizes e recomendações aos terapeutas ocupacionais sobre o manejo clínico de pacientes com COVID-19 em diferentes níveis de atenção à saúde, para favorecer a assistência segura e com qualidade técnico-científica. MÉTODO: Dez terapeutas ocupacionais de diferentes estados brasileiros, experts em suas áreas de atuação, reuniram-se, por meio de web conferências, para  desenvolver diretrizes para a atuação do terapeuta ocupacional na pandemia da COVID-19. O público-alvo destas diretrizes é composto por terapeutas ocupacionais, gestores e outros profissionais interessados no conhecimento e nas ações da terapia ocupacional com pacientes com COVID-19 e seus familiares. Como ainda não existem estudos e revisões sistemáticas de evidências científicas relativas à terapia ocupacional na COVID-19, foram analisadas as melhores diretrizes e evidências disponíveis na literatura. Foi realizada uma ampla revisão de documentos nacionais e internacionais publicados sobre o tema, como artigos científicos e resoluções da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil. Foram também revisadas publicações disponibilizadas por sociedades ou organizações profissionais internacionais de terapia ocupacional, como a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, a Associação Americana dos Terapeutas Ocupacional, o Royal College of Occupational Therapists, do Reino Unido, e o Colegio Profesional de Terapeutas Ocupacionales de la Comunidad de Madrid, Espanha. RESULTADOS: As diretrizes reunidas nesta publicação não substituem as políticas institucionais e nacionais. Estão baseadas nos princípios da Ciência Ocupacional e nas melhores evidências disponíveis na literatura, balizadas pela experiência de todos os profissionais envolvidos na produção deste documento. Foram abordados temas como a privação ocupacional decorrente da pandemia e da estratégia de distanciamento social e os recursos técnicos recomendados para a promoção do desempenho ocupacional e manejo de dor e de sintomas em diferentes contextos, com destaque para a atuação do terapeuta ocupacional na atenção básica, na atenção hospitalar e nos cuidados paliativos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Dada a recente apresentação da COVID-19, há necessidade de constante atualização das informações e novas evidências científicas poderão ser publicadas. O raciocínio clínico é imprescindível para o planejamento e implementação da assistência aos pacientes e seus familiares ou cuidadores e será necessário o acompanhamento dos pacientes positivos para o SARS-CoV-2 para a verificação das consequências da COVID-19, das necessidades e demandas de reabilitação das pessoas acometidas, pós-hospitalização e pós-pandemia.</jats:p

    Exchanging knowledge within a community of practice: toward an epistemology of practice in Occupational Therapy paediatric hospital care

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    Objective: This research proposed the creation of a community of practice (CoP) with the objective of: (i) analysing the feasibility of a CoP as a means of generating knowledge among occupational therapists and (ii) investigating the practice of occupational therapy with hospitalized children and adolescents. This article privileges the results of one of the predominantly discussed themes - the use of assessments and strategies of evaluation in Occupational Therapy in the hospital context. Method: A participatory action research study was undertaken with nine occupational therapists in face-to-face meetings combined with virtual tasks on an on-line platform. A hermeneutic and dialectical method was used to interpret the results. Results: The CoP produced practical knowledge about the use of assessments with hospitalized children and adolescents and demonstrated to be a strategy of knowledge development through dialogue and collaborative reflection on practice. Conclusion: Research on the implementation of communities of practice offers a promising approach to the production of knowledge in occupational therapy. The generated knowledge is representative of occupational therapists’ experiences and demonstrates an example of an epistemology of practice
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