12 research outputs found

    Need for critical care in gynaecology: a population-based analysis

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    INTRODUCTION: The purpose of this study was to note potential gynaecological risk factors leading to intensive care and to estimate the frequency, costs and outcome of management. MATERIALS AND METHODS: In a cross-sectional study of intensive care admissions in Kuopio from March 1993 to December 2000, 23 consecutive gynaecological patients admitted to a mixed medical-surgical intensive care unit (ICU) were followed. We recorded demographics, admitting diagnoses, scores on the Acute Physiological and Chronic Health Evaluation (APACHE) II, clinical outcome and treatment costs. RESULTS: The overall need for intensive care was 2.3 per 1000 women undergoing major surgery during the study period. Patients were 55.4 ¬Ī 16.9 (mean ¬Ī SD) years old, with a mean APACHE II score of 14.07 (¬Ī 5.57). The most common diagnoses at admission were postoperative haemorrhage (43%), infection (39%) and cardiovascular disease (30%). The duration of stay in the ICU was 4.97 (¬Ī 9.28) (range 1‚Äď42) days and the mortality within 6 months was 26%, although the mortality in the ICU was 0%. The total cost of intensive care was approximately US$7044 per patient. CONCLUSIONS: Very few gynaecological patients develop complications requiring intensive care. The presence of gynaecological malignancy and pre-existing medical disorders are clinically useful predictors of eventual outcome, but many cases occur in women with a low risk and this implies that the risk is relevant to all procedures. Further research is needed to determine effective preventive approaches

    Online discussions mirroring family life during pregnancy

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    Objective The aim of this study was to find out what aspects of their parenthood parents revealed, and how they expressed their thoughts concerning maternity care services on an online communication forum. Background The 'Information Society' offers a growing variety of health services as part of public primary health care via the internet. Little is known about the contents produced online by pregnant families, and how they reflect on both family life and maternity care services. Methods The data for this study were obtained from online discussions between families (n=21) in Net Clinic, an internet-based service designed for public maternity care. The data included experiences of family life during pregnancy, childbirth and parenting, and was analysed by inductive content analysis. Results While maturing into parenthood, both women and men recognised the uniqueness of their new role and wanted to prepare for safe childbirth. Online communication in the home environment nourished new social networks among families who were expecting their first, second or third child. In addition, families reflected on maternity care services on the Net Clinic's communication forum. This provided realistic feedback to maternity care professionals. Conclusions Today, the relationship between clients and professionals is inevitably changing. More online services and advocacy are needed if families are to have access to online health services. The role of professionals is diversifying from being authorities to supporting and facilitating clients' individual self-care. Based on direct client feedback, the quality of maternity care can be improved

    Lääkeaineet, raskaus ja imetys

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    Kaatopaikkateknologian perusteita

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    Densidade Mineral √ďssea em Mulheres Asm√°ticas, na Fase Perimenopausa

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    RESUMO: Os cortic√≥ides inalados, constituem a terap√™utica anti-inflamat√≥ria de elei√ß√£o, utilizada nos asm√°ticos, por longos penodos.Para al√©m dos cortic√≥ides inalados utilizados como terap√™utica preventiva, a corticoterapia oral e endovenosa √© por vezes necess√°ria nos per√≠odos de exacerba√ß√£o da doen√ßa.√Č bem conhecido o risco de osteoporose em doentes com asma grave medicados com corticoterapta oral a longo prazo O efeito dos cortic√≥ides inalados a nivel da densidade √≥ssea, n√£o √© bem conhecido, pelo que tem sido alvo de estudos recentes.A menopausa √© considerada o principal factor de risco da osteoporose. Ainda n√£o √© bem conhecido qual o papel da asma como factor de risco de ostcoporose equal o impacto dos cortic√≥ides inalados na densitometria √≥ssea.Os autores procederam a urn estudo inicialmente dingido a uma popula√ß√£o de 14220 mulheres dos 47 aos 56 anos de idade (per√≠odo perimenopausa), residentes na Prov√≠ncia de Kuopio, no Leste da Finl√Ęndia.Foi enviado urn inqu√©rito incluindo a hist√≥ria ginecol√≥gica, uso de terap√™utica hormonal de substitui√ß√£o, paridade, peso, altura, actividade fisica, consumo de produtos l√°cteos, h√°bitos tab√°gicos, morbilidade e tera√™uticas habituais. Houve resposta em 84 4% dos inquiridos.Foi realizada osteodensitometria √≥ssea (BMD) do colo do f√©mur esquerdo e coluna em 3222 mulheres, de acordo com um estudo randomizado simples, estratificado.Ap√≥s exclus√£o de alguns registos considerados inv√°lidos, a popula√ß√£o estudada consistia em 2941 mulheres, das quais 119 eram asm√°ticas. A estas foi feito um inqu√©rito adicional acerca do uso de corttic√≥ides, dose di√°ria, dura√ß√£o e regularidade.Os autores verificaram que 72 doentes (60.5%) estavam medicadas com cortic√≥ides inalados. Dez asm√°ticas faziam regularmente corticoterapia oral. Em 61 doentes havia refer√™ncia a pelo menos um curso de cortic√≥ide oral nos √ļltimos 6 meses. Vinte e oito asm√°ticas nunca tinham feito terap√™utica cortic√≥ide.A an√°lise preliminar dos resultados permitiu verificar que n√£o havia diferen√ßas estat√≠sticamente significativas entre as asm√°ticas e n√£o asmat√≠cas, excepto no indice de massa corporal (BMI), com um valor m√©dio de 27 0 Kg/m2 versus 26.1Kg/m2.Nas asm√°ticas, a idade e o tempo de menopausa correlacionouse negativamente com a BMD da coluna, enquanto que o peso eo BMI se correlacionaram positivamente com a BMD da coluna e f√©mur.As asm√°ticas que n√£o estavam medicadas com terap√™utica hormonal de substitut√ß√£o (n=83) apresentavam valores m√©dios de densitometria √≥ssea da coluna e femural inferiores, relativamente √†s correspondentes, n√£o asm√°ticas (BMD da coluna 1 083¬Ī0 150 [SD] versus 1.128¬Ī0 160¬†g/cm2, p<0.05. BMD femural, 0 894 ¬Ī 0 112 [SD] versus 1.128¬†g/cm2, p<0.05).Embora as BMDs realizadas nas doentes asm√°ticas medicadas com cortic√≥ides inalados n√£o tenham sido significativamente inferiores, a dura√ß√£o do tratamento correlacionouse negativamente com a BMD da coluna.Os autores concluem que na mulher em fase perimenop√°usica, a Asma Br√īnquica associase a uma diminui√ß√£o da densidade √≥ssea. Este facto parece ser devido mais aos cortic√≥ides do que √† doen√ßa em si. Contudo, a terap√™utica hormonal de substitui√ß√£o parece constituir um factor protector contra a perda de densidade √≥ssea, tamb√©m nas doentes asm√°ticas. COMENT√ĀRIO: A terap√™utica anti-inflamat√≥ria, nomeadamente a cortic√≥ide inalada, √© largamente utilizada na terap√™utica preventiva da asma br√īnquica, sendo apenas excluida a sua indica√ß√£o nos casos de asma intermitente (7).A menopausa e a corticoterapia oral s√£o factores de risco de osteoporose bem conhecidos.Contudo, o papel da asma br√īnquica e da terap√™utica cortic√≥ide inalada na osteoporose, n√£o est√£o ainda bem definidos, tendo sido objecto do presente estudo.Os autores procederam ao estudo de uma popula√ß√£o de mulheres em fase perimenop√°usica residentes numa provincia do Leste da Finl√Ęndia, que foi subdividida em dois grupos: asm√°ticas (n=119) e n√£o asm√°ticas (n=2941).Foi estudada a densidade mineral √≥ssea atrav√©s da BMD da coluna e f√©mur nos dois grupos, ap√≥s resposta a um inqu√©rito exaustivo de todos os factores conhecidos pass√≠veis de interferir com os resultados da BMD.S√£o escassos os estudos da BMD em doentes asm√°ticas e os que existem englobam na maioria ambos os sexos e diversos grupos et√°rios (1,2,3,4,5, 6).Os autores verificaram que comparativamente com as n√£o asm√°ticas, as doentes asm√°ticas apresentavam uma menor densidade √≥ssea (BMD da coluna e f√©mur). Esta diferen√ßa foi mais marcada e estatisticamente significativa nas asm√°ticas n√£o submetidas a terap√™utica hormonal.Relativamente ao efeito dos mineralocortic√≥ides, os autores concluiram que a dura√ß√£o, a dose e a terap√™utica regular com cortic√≥ides orais se correlacionava negativamente com a BMD da coluna, correla√ß√£o tamb√©m encontrada com os cortic√≥ides inalados, embora menos significativa.Contudo, ser√° de salientar que no grupo de 119 asm√°ticas, apenas 26 (23.5%) fizeram exclusivamente corticoterapia inalada. Sessenta e cinco doentes (54.6%), para al√©m de cortic√≥ides inalados usados regularmente, necessitaram fazer curtos per√≠odos de corticoides orais, facto que podera ter interferido negativamente nos resultados encontrados.Para al√©m de o n√ļmero de asm√°ticas estudado ser relativamente pequeno (n=119), a idade m√©dia de in√≠cio da terap√™utica cortic√≥ide inalada regular foi s√≥mente aos 49 0¬Ī4.9 anos, com uma dura√ß√£o m√©dia de apenas 5.2¬Ī4.1 anos e uma dose m√©dia di√°ria de 1.0¬Ī0.4¬†mg.Os aspectos mais relevantes do presente trabalho s√£o a constata√ß√£do de um risco aumentado de osteoporose nas mulheres asm√°ticas, representando a corticoterapia oral o factor de risco mais importante, embora pare√ßa que os cortic√≥ides inalados podem influenciar negativamente a BMD da coluna.Os resultados sugerem ainda o efeito profil√°tico positivo da terap√™utica hormonal de substitui√ß√£o nas mulheres asm√°ticas na fase perimenopausa. aspecto que dever√° ser considerado na pr√°nca cl√≠nica. Palavras-chave: Osteoporose, asma, corticoster√≥ides, Key-words: Osteoporosis, asthma, corticosteroid
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