59 research outputs found

    ¿Hay una pedagogía queer? O, no leas tan recto

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    Deborah Britzman examina los aportes de la teoría queer para la educación, para repensar la pedagogía y el conocimiento, en particular lo que llama “técnicas para hacer sentido y señalar lo que descarta o no puede tolerar saber”. Se centra en tres “insistencias” metodológicas de la teoría queer: lo que entiende como “estudio de los límites”, “estudio de la ignorancia”, y “estudio de las prácticas de lectura”. En la primera sección, Britzman se pregunta por pedagogías de inclusión que alcancen a extrañar los límites de lo que se piensa en torno a la diferencia sexual en la educación. La segunda “insistencia” metodológica estudia el registro discursivo de prácticas culturales que reiteran una conceptualización de la identidad binaria entre ser y el otro, que soslayan relaciones diferenciales fundantes de los mismos reclamos identitarios.La tercera sección es un momento metacrítico, porque discute prácticas de lectura repasando una lectura de Lacan de Shoshana Felman -Jacques Lacan and the Adventure of Insight- del que toma el modelo analítico en tres prácticas sobre las que se centra en este artículo. Por un lado, las lecturas de la alteridad que comienzan con el reconocimiento de la diferencia como las bases de la identidad; luego, aquellas que entablan diálogos entre el yo que lee, o el yo y lo que lee; finalmente, aquellas prácticas en las que se teoriza lo que se lee, es decir en las que una lectura provoca una teoría de la lectura

    O retorno da "criança-questão": uma leitura do filme Ma vie en rose a partir de Melanie Klein

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    This paper analyzes the uneasy relationship between education and psychoanalysis by way of Melanie Klein's first case study of "Fritz,", Freud's study of "Little Hans" and a contemporary film. They all represent dilemmas in child/adult relations but do so through the child's startling questions about sexuality and the nature of existence. These archival texts also open a question of what else education can mean when free association and the unconscious are respected. Finally, the paper considers the difficult knowledge made from the problem of knowing one's history through the question of the Other.Este artigo analisa a complicada relação entre educação e psicanálise com base no primeiro estudo de caso de Melanie Klein, sobre "Fritz", o estudo de Freud do "Pequeno Hans" e um filme contemporâneo. Todos eles representam dilemas da relação criança-adulto, e o fazem através de surpreendentes questionamentos por parte das crianças sobre a sexualidade e a natureza da existência. Esses textos do arquivo introduzem também a questão de 'o que mais a educação pode significar quando se levam em conta a associação livre e o inconsciente?' Finalmente, o artigo reflete sobre o difícil conhecimento colocado pelo problema de se conhecer a história de alguém por meio da questão do Outro

    O que é esta coisa chamada amor - Identidade homossexual, educação e currículo

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    The fields of gay and lesbian studies offers post-structuralists, feminists and postcolonial theorists some rare glimpses into what it might mean to account for the simultaneity of identity and to act within the perils and pleasures of identitypolitics. Educators would signifieantly benelit from acquainting themselves with lhe fields of gay and lesbian studies, not because it would access some distant other, but more immediately, because lhis might compel a second look at one's own constructed sexuality and a different look at what it is lhat structures how the sexuality of anolher is imagined. If education and the pedagogies it offers can "navigate the cultural borders" of sex, and do so in ways that problematize and pluralize, then part of our work must be to rethink the representation and discourses of identity, knowledge, and cultural power lhat circulate in schools and wilhin the knowledge apparatus. This means constructing pedagogies that implicate everyone and that can allow for the less normalizing discourses of bodies, of genders, of social relations, of affectivity, and of love.Os campos dos Estudos Gays e dos Estudos Lésbicos podem propiciar aos/às teóricos/as pós-estruturalistas, feministas e póscolonialistas alguns raros vislumbres sobre o que significa reconhecer a simultaneidade da identidade e sobre como agir no interior dos perigos e dos prazeres da política identitária. Os/as educadores/as teriam muito a ganhar com uma familiaridade com esses campos, não porque isso possibilitaria o acesso a algum distante outro, mas, mais imediatamente, porque a leitura das pesquisas, das representações e das expressões gays e lésbicas poderia obrigálos/as a um renovado olhar para a sua própria e construída sexualidade e a um olhar diferente para aquilo que estrutura a forma como a sexualidade do outro é imaginada. Se a educação e as pedagogias que ela oferece puderem ''navegar as fronteiras culturais" do sexo e se puderem fazê-lo de forma a problematizar e a pluralizar, parte de nosso trabalho, então, deve consistir em repensar a representação e os discursos da identidade, do conhecimento e do poder cultural que circulam nas escolas e no interior do aparato de saber/poder. Isso significa construir pedagogias que envolvam todas as pessoas e que possibilitem que haja menos discursos nonnalizadores dos corpos, dos gêneros, das relações sociais, da afetividade e do amor

    Professor@s e Eros

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    Professores/as são testemunhas do fantástico mundo da sexualidade. Esse artigo explora a centralidade de Eros para a educação e estabelece uma relação entre o desejo do/a professor/a e os acontecimentos emocionais da relação própria relação aluno/professor. Eu proponho que o aprendizado deva envolver nosso “eu” erótico, além das nossas fantasias. Mas esta perspectiva requer que professores/as considerem uma psicologia do amor como um caminho principal para a as situações emocionais de Eros. Na sua conclusão este trabalho sugere uma pedagogia que dê as boas vindas tanto à homossexualidade como a heterossexualidade como expressões humanas do amor.Palavras-chave: psicologia do amor; Eros; heterossexualidade; homossexualidade; liberdade sexual.Teachers bear witness to the wondrous world of sexuality. This essay explores the centrality of Eros to education and links the teacher’s desire to the emotional situation of the student/teacher relationship. I propose that learning involves our erotic selves and our fantasy life. But such a view requires that teachers consider a psychology of love as lending insight into the emotional situation of Eros. The paper concludes by suggesting  a pedagogy that welcomes homosexuality and heterosexuality as human expressions of love.Keywords: psychology of love; Eros; heterosexuality; homosexuality;sexual freedom

    Embodied Discourses of Literacy in the Lives of Two Preservice Teachers

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    This study examines the emerging teacher literacy identities of Ian and A.J., two preservice teachers in a graduate teacher education program in the United States. Using a poststructural feminisms theoretical framework, the study illustrates the embodiment of literacy pedagogy discourses in relation to the literacy courses’ discourse of comprehensive literacy and the literacy biographical discourses of Ian and A.J. The results of this study indicate the need to deconstruct how the discourse of comprehensive literacy limits how we, as literacy teacher educators, position, hear and respond to our preservice teachers and suggests the need for differentiation in our teacher education literacy courses

    Subjectivation and performative politics—Butler thinking Althusser and Foucault: intelligibility, agency and the raced-nationed-religioned subjects of education

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    Judith Butler is perhaps best known for her take-up of the debate between Derrida and Austin over the function of the performative and her subsequent suggestion that the subject be understood as performatively constituted. Another important but less often noted move within Butler‘s consideration of the processes through which the subject is constituted is her thinking between Althusser‘s notion of subjection and Foucault‘s notion of subjectivation. In this paper, I explore Butler‘s understanding of processes of subjectivation; examine the relationship between subjectivation and the performative suggested in and by Butler‘s work, and consider how the performative is implicated in processes of subjectivation – in =who‘ the subject is, or might be, subjectivated as. Finally, I examine the usefulness of understanding the subjectivating effects of discourse for education, in particular for educationalists concerned to make better sense of and interrupt educational inequalities. In doing this I offer a reading of an episode of ethnographic data generated in an Australian high School. I suggest that it is through subjectivating processes of the sort that Butler helps us to understand that some students are rendered subjects inside the educational endeavour, and others are rendered outside this endeavour or, indeed, outside student-hood

    Britzman, Deborah P., The Question of Belief, pp. 243-254 in her Practice Makes Perfect: A Critical Study of Learning to Teach, Revised edition. Albany, NY: SUNY Press, 2003.

    No full text
    Discusses issues in doing critical ethnography with special reference to the study reported in this book
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