50,105 research outputs found

    Possibilidades afetivas : a percepção direta encontra a afetividade

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    In this paper, I explore and examine different ways in which affectivity is related toperception within ecological psychology. I assess whether some of those wayscompromise the realist and direct aspects of traditional ecological perception. I sus-tain that they don’t. Affectivity, at least in some cases, turns the perception of fine-grained affordances possible. For an engaged perceiver, affectivity is not optional.Neste artigo, eu exploro e examino diferentes maneiras pelas quais a afetividade está relacionada à percepção na psicologia ecológica. Eu avalio se algumas dessas maneiras compromete os aspectos realista e direto da percepção ecológica tradicional. Eu sustento que elas não comprometem. A afetividade, ao menos em alguns casos, torna possível a percepção de affordances refinadas. Para um percebedor engajado, a afetividade não é opcional

    V√≠nculo m√£e-beb√™ e afetividade na primeira inf√Ęncia

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    Esta videoaula aborda o v√≠nculo m√£e-beb√™ e a afetividade na primeira inf√Ęncia

    A experiência subjetiva da vida diária de pessoas com diagnóstico de esquizofrenia e sua relação com bem-estar psicológico e satisfação com a vida

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    Disserta√ß√£o de mestrado integrado em Psicologia (√°rea de especializa√ß√£o em Psicologia Cl√≠nica)Procurou-se, neste estudo, definir o conceito de esquizofrenia e emo√ß√Ķes, integrando-se v√°rias perspetivas e conce√ß√Ķes dos autores mais conceituados para estas defini√ß√Ķes. Paralelamente, abrindose o caminho para o estudo da experi√™ncia subjetiva ao n√≠vel das emo√ß√Ķes e afetividade na esquizofrenia, bem como a sua rela√ß√£o com vari√°veis do funcionamento positivo (bem- estar psicol√≥gico, satisfa√ß√£o com a vida) nesta patologia. O presente estudo explorat√≥rio tem como objetivo, analisar a val√™ncia positiva e negativa dos afetos nas pessoas com diagn√≥stico de esquizofrenia, em fun√ß√£o das suas experi√™ncias di√°rias em termos das atividades realizadas, lugares frequentados e das companhias que t√™m, atrav√©s de medidas di√°rias. Para al√©m disso, pretendeu-se correlacionar medidas retrospetivas (medem a experi√™ncia global dos indiv√≠duos): EBEP (escala de bem-estar psicol√≥gico), ESV (escala de satisfa√ß√£o com a vida), como medida do grau de satisfa√ß√£o com a vida e PANAS (escala de afeto positivo e negativo) como escala que mede a afetividade negativa e positiva. Neste estudo participaram 14 pessoas com diagn√≥stico de esquizofrenia que, h√° pelo menos tr√™s anos, se encontravam est√°veis sobre o ponto de vista m√©dico e a viver na comunidade. Os resultados demonstram que quando sozinhas, as pessoas com diagn√≥stico de esquizofrenia, apresentam afetividade negativa, comparativamente √† situa√ß√£o de estarem acompanhadas em que a afetividade √© predominantemente positiva. A afetividade negativa prevalece quando est√£o a realizar atividades de tempo livre, o inverso acontece na atividade de ‚Äúcuidados com o pr√≥prio‚ÄĚ e ‚Äúpensar‚ÄĚ. Relativamente aos locais que frequentam, a afetividade negativa √© predominante, quando se encontram na casa do pr√≥prio, na casa dos outros e no local de trabalho. Foram feitas correla√ß√Ķes entre ESV, PANAS positivo e negativo, afetividade positiva e negativa do ESM e bem-estar psicol√≥gico. Na associa√ß√£o satisfa√ß√£o com a vida e a afetividade positiva do PANAS, verificou-se que existe uma correla√ß√£o positiva significativa e a satisfa√ß√£o com a vida est√° positivamente correlacionada com o bem-estar psicol√≥gico. Quanto √† afetividade do PANAS, h√° uma correla√ß√£o negativa significativa entre a afetividade negativa do PANAS e o bem-estar psicol√≥gico.This study sought to define the concept of schizophrenia and emotions, integrating multiple perspectives and conceptions of the most respected authors for these settings. We attempt to, opening the way for the study of subjective experience in terms of emotions and affectivity in schizophrenia and its relationship with variables of positive functioning (psychological well-being, satisfaction with life) in this pathology. This exploratory study aims to analyze the valence of positive and negative emotions in people with schizophrenia, according to their daily experiences in terms of activities, places frequented and companies who have, through daily measurements. In addition, we sought to correlate retrospective measures (measure the overall experience of the individuals): SPWB (scales that measure psychological well-being), SWLS (scale of satisfaction with life) as a measure of the degree of satisfaction with life and PANAS (Positive Affect and negative Affect scale) and scale that measures the positive and negative affectivity. In this study involved fourteen people diagnosed with schizophrenia, for at least three years, were stable on the medical point of view and live in the community. The results show that when alone, people diagnosed with schizophrenia have negative affectivity, compared to the state of being accompanied, in which the affection is predominantly positive. The prevailing negative affectivity when they are undertaking activities of free time, the reverse happens in the activity of "caring for himself" and "thinking." In relation to places that they frequent, negative affectivity is predominant when they meet at the home of their own, people's houses and in the workplace. Associations were made between SWLS, PANAS positive and negative, positive and negative affectivity ESM and psychological well-being. In association with life satisfaction and positive affectivity of the PANAS, it was found that there is a significant positive correlation and life satisfaction is positively correlated with psychological well-being. As for the PANAS affectivity is a significant negative correlation between the PANAS negative affectivity and psychological well-being

    O impacto da Afetividade do Funcionamento Cognitivo

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    Sabe-se que a afetividade se se relaciona com o d√©fice cognitivo e que o d√©fice cognitivo constitui um risco para a dem√™ncia. A revis√£o da literatura, no entanto, n√£o responde √† quest√£o: os afetos positivos e negativos aumentam/diminuem o risco para o d√©fice cognitivo? O nosso objetivo √©, ent√£o, analisar a rela√ß√£o entre afetividade e d√©fice cognitivo e averiguar qual o impacto dos afetos positivos e negativos no d√©fice cognitivo. Dentro deste objetivo, queremos caracterizar a popula√ß√£o idosa relativamente √† intensidade da afetividade e n√≠vel do funcionamento cognitivo; estudar a rela√ß√£o entre afetividade e fun√ß√Ķes cognitivas, controlando o efeito das vari√°veis sociodemogr√°ficas e emocionais; comparar a afetividade entre os tipos de d√©fice; avaliar a rela√ß√£o entre afetividade e sintomatologia, controlando o efeito do d√©fice; determinar qual o impacto da afetividade no funcionamento cognitivo, controlando as vari√°veis que tenham revelado associa√ß√Ķes estatisticamente significativas com a afetividade e com o d√©fice cognitivo. Como metodologia, inquirimos 588 idosos com uma idade m√©dia de 80,82 anos (DP = 6,68) atrav√©s do Positive and Negative Affect Schedule (PANAS), do Mini-Mental State Examination (MMSE), do Geriatric Depression Scale (GDS) e do Geriatric Anxiety Inventory (GAI). Verific√°mos uma alta preval√™ncia de afeto positivo de alto/muito alto (77,5%), e de afeto negativo baixo/moderado (52,1%) e uma elevada preval√™ncia de d√©fice cognitivo (73,3%). Verific√°mos tamb√©m, que quanto maior for d√©fice, menor √© o afeto positivo e maior o afeto negativo. Comprov√°mos que o afeto positivo se se relaciona positiva e significativamente com o MMSE, e negativamente com os sintomas ansiosos e depressivos. Finalmente verific√°mos que os idosos com menos afeto positivo t√™m um risco acrescido de ter d√©fice cognitivo. Concluimos que, pela possibilidade que h√° em reverter o d√©fice cognitivo, se torna importante a cria√ß√£o de condi√ß√Ķes que favore√ßam o bem-estar e qualidade de vida do idoso melhorando a sua afetividade positiva, controlando regularmente o funcionamento cognitivo atrav√©s de um instrumento de diagn√≥stico o aparecimento de d√©fice cognitivo. / It is known that affectivity is related to cognitive impairment, and that cognitive impairment constitutes a risk for dementia. The literature review, however, does not answer the question: positive affect and negative increase/decrease the risk of cognitive impairment? Our goal is then to analyze the relationship between affectivity and cognitive impairment, and to investigate the impact of positive and negative affect on cognitive impairment. Within this goal, we want to characterize the elderly population as to the intensity of affectivity, level of cognitive functioning; to study the relationship between affectivity and cognitive functions, controlling the effect of sociodemographic and emotional variables; to compare the affectivity between the types of deficit; assess the relationship affectivity and symptoms, controlling the effect of cognitive impairment; determine the impact of affect in cognitive functioning, controlling the variables that have shown statistically significant associations with affectivity and cognitive impairment. As a methodology, we inquired 588 elderly patients with a mean age of 80.82 years (SD = 6.68) using the Positive and Negative Affect Schedule (PANAS), the Mini-Mental State Examination (MMSE), the Geriatric Depression Scale (GDS) and the Geriatric Anxiety Inventory (GAI). We found a high prevalence of high/very high positive affect (77.5%), and high prevalence of low/moderate negative affect (52.1%), and a high prevalence of cognitive impairment (73.3%). We also found that the higher the cognitive impairment, the smaller the positive affect, and the higher the negative affect. We have confirmed that the positive affect is related positively and significantly with the MMSE, and negatively with anxiety and depression symptoms. Finally, we found that elderly patients with less positive affect have an increased risk of having cognitive impairment. In conclusion, because of the possibility to reverse the cognitive impairment, it becomes important to create conditions that favor the well-being and quality of life of the elderly by improving their positive affect, controlling regularly cognitive functioning through a diagnostic tool the onset of cognitive impairment

    Michel Henry: afetividade e alucinação

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    In this article, we show how Michel Henry takes hallucination as a paradigm of the phenomenality of life. According to him, the phenomenality of hallucination refers us to the affective life laid bare by the phenomenality of subjective life. And because the affective life is pure experience brought to existence from life through modes of hearing, vision, anxiety, fear, in it, hallucination, while phenomenon suspended in its own phenomenality, appears as a phenomenon that is exemplary of life, though experienced in a feeling of pure intolerability of this affective experience of life. However, it is from the experience of intolerability of the self-experience of life that one finds, inherent to the feeling of affection of life, the possibility of reverting suffering into fruition. We also show convergences between the phenomenality of the affective life and clinical, laboratorial or other practices, and their developments into interdisciplinarity in our research group.Neste artigo mostramos como √© que Michel Henry toma a alucina√ß√£o como paradigma da fenomenalidade da vida. Nele, a fenomenalidade da alucina√ß√£o situa-nos na vida afetiva deixada a nu pela fenomenalidade da vida subjetiva. E porque a vida afetiva √© viv√™ncia da pura vinda a si da vida nas modalidades da audi√ß√£o, da vis√£o, da ang√ļstia, do temor, nela, a alucina√ß√£o, enquanto fen√īmeno suspenso na sua pr√≥pria fenomenalidade aparece como fen√īmeno exemplar da vida, ainda que vivido em sentimento de pura insuportabilidade dessa prova afetiva da vida. Todavia √© a partir da experi√™ncia da insuportabilidade da prova de si da vida que se encontra, inerente ao sentimento da afe√ß√£o da vida, a possibilidade de revers√£o do sofrimento em frui√ß√£o. Mostramos ainda converg√™ncias entre a fenomenalidade da vida afetiva e pr√°ticas cl√≠nicas, laboratoriais ou outras, e seus desenvolvimentos em interdisciplinaridade no nosso grupo de investiga√ß√£o.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Relations between affectivity and intelligence in psychological development

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    Este texto apresenta considera√ß√Ķes sobre as rela√ß√Ķes entre afetividade e intelig√™ncia no desenvolvimento psicol√≥gico, a partir de quatro modelos te√≥ricos: as perspectivas psicogen√©ticas de Piaget, Wallon, Vygotsky e concep√ß√Ķes extra√≠das da teoria psicanal√≠tica de Freud. O objetivo √© apontar as √™nfases de cada abordagem para os aspectos afetivos e cognitivos e seu papel no desenvolvimento psicol√≥gico. Como conclus√£o, pode-se dizer que os modelos, interessados pela g√™nese da constru√ß√£o do conhecimento ou pela constitui√ß√£o do psiquismo, apresentam diferentes tipos de rela√ß√£o entre afetividade e intelig√™ncia. Uns prop√Ķem rela√ß√Ķes de altern√Ęncia (Wallon); complementaridade de um em rela√ß√£o ao outro (Vygotsky) ou correspond√™ncia (Piaget) entre afetividade e intelig√™ncia, enquanto outro enfatiza aspectos pulsionais que interferem no funcionamento psicol√≥gico afetivo e cognitivo (Freud).This text presents some considerations about the relations between affectivity and intelligence in psychological development, based on four theoretical models: the psychogenetic approaches of Piaget, Wallon, Vygotsky and some concepts from Freud's psychoanalysis theory. The main objective is to point out the emphasis of each approach regarding to affective and cognitive aspects and also their role in psychological development. What can be concluded is that the theoretical models, interested in knowledge construction or in psychic constitution, present different relations between affectivity and intelligence. Some of these propose relations of alternation (Wallon), relations based on one supplementing the other (Vygotsky) or on a correspondence between them (Piaget), while another focuses on pulsional aspects that interfere on affective and intellectual psychological functioning

    A afetividade no processo de ensino-aprendizagem no nível superior

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    Esta monografia objetiva refletir e discorrer sobre a afetividade no processo de ensino-aprendizagem no n√≠vel superior. Observa-se a import√Ęncia da afetividade na forma√ß√£o superior, bem como, em qualquer outro n√≠vel de ensino. A defini√ß√£o de afetividade indica a sua complexidade e a sua amplitude para a educa√ß√£o. Na universidade, as rela√ß√Ķes entre professores e estudantes decorrem da afetividade, de modo positivo que propicie o desenvolvimento do processo de ensino- aprendizagem, ou de modo negativo que dificulte o andamento desse processo

    A influência da afetividade na aprendizagem de jovens e adultos

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    Analisa a import√Ęncia da afetividade na rela√ß√£o entre professor e aluno na EJA. Levando em conta que a afetividade pode determinar a reten√ß√£o dos alunos EJA na escola, visto que s√£o muitos os percal√ßos que estes precisam enfrentar para estar ali na sala de aula. Este artigo nos convida a uma reflex√£o na quest√£o sobre afetividade, mostrando que o professor se torna o principal mediador dessa afetividade em sala de aula propiciando a aprendizagem dos alunos, demonstrando que muitas vezes a afetividade na aprendizagem, al√©m de reten√ß√£o deste aluno, h√° um est√≠mulo muito grande no ponto de vista do aluno como cidad√£o e aumento de sua auto estima. Este artigo se ampara em pesquisa bibliogr√°fica, onde a fundamenta√ß√£o te√≥rica se argumenta em te√≥ricos como Cunha, Piaget, Vygotsky, Wallon e Paulo Freire. Esses comentam a necessidade da afetividade, reconhecendo que o cognitivo esta associado aos est√≠mulos do afeto. Os resultados mostram que a afetividade, al√©m de mediar o aprendizado torna poss√≠vel melhorar as rela√ß√Ķes interpessoais na escola e em outros ambientes, como trabalho e casa destes alunos

    A REPRESENTA√á√ÉO DA AFETIVIDADE EM UMA TURMA DE 2¬į ANO DO MUNIC√ćPIO DE ABAETETUBA-PA

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    Resumo: O artigo discute a afetividade como algo indissoci√°vel do desenvolvimento humano e indispens√°vel na aprendizagem a partir da perspectiva Walloniana. A presente pesquisa originou-se de um Trabalho de Conclus√£o de Curso. O objetivo √© analisar como a afetividade est√° sendo compreendida e desenvolvida em uma turma de 2¬į ano. A pesquisa foi realizada atrav√©s da observa√ß√£o do cotidiano de uma sala de aula e uma entrevista com a professora da turma. Henri Wallon √© a principal fundamenta√ß√£o te√≥rica, e alguns autores que discutem a sua teoria como: Almeida (2007, 2012) Dantas (1992), Galv√£o (2011), Mahoney (2010), dentre outros. O artigo est√° organizado em: Introdu√ß√£o, referencial te√≥rico, desenvolvimento (sobre a pesquisa) e considera√ß√Ķes finais. Constatou-se que a afetividade √© algo indispens√°vel no √Ęmbito escolar, por√©m ainda √© um desafio para os professores. Afetividade e aprendizagem s√£o indissoci√°veis no processo de ensino aprendizagem. √Č imprescind√≠vel reconhecer a import√Ęncia da afetividade e t√™-la como aliada na aprendizagem.Palavras-chave: Afetividade. Wallon. Aprendizagem

    IMPLICA√á√ēES DO SISTEMA L√ćMBICO NA APRENDIZAGEM EM UMA PERSPECTIVA NEUROPSICOMOTORA

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    Este artigo suscita o papel da afetividade no processo da aprendizagem á luz da abordagem neuropsicológica. Tendo em vista que a afetividade se entrelaça em processos cognitivos que ocorrem a todo o momento em que se constrói um conhecimento, entende-se que refletir sobre esta questão se torna um aspecto central no desenvolvimento humano.  O texto tem como objetivo compreender o papel da Neuropsicologia contextualizando afetividade e aprendizagem. A pesquisa teve como referencial teórico a neuropsicologia Sócio histórica e traz a inter-relação entre a afetividade e a aprendizagem sob uma perspectiva neuropsicológica.
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