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    Constrangimentos associados à evolução do negócio electrónico em Portugal

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    O Neg√≥cio Electr√≥nico √© uma realidade nesta nova economia apelidada de Economia Digital, no entanto associada a esta nova forma de fazer neg√≥cios poder√£o tamb√©m existir constrangimentos. Este artigo pretende identificar a maturidade do neg√≥cio electr√≥nico das grandes empresas com actividade em Portugal. √Č objectivo deste estudo tamb√©m testar um conjunto de hip√≥teses relacionadas quer com a maturidade quer com os pr√≥prios constrangimentos, nomeadamente se a maturidade do neg√≥cio electr√≥nico e os constrangimentos s√£o iguais para os v√°rios sectores de actividade e se dependem do n√ļmero de colaboradores

    A maturidade da dívida das pequenas e médias empresas industriais portuguesas

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    O presente trabalho centra-se no estudo da maturidade da d√≠vida das PME industriais portuguesas. Para o efeito, ap√≥s um breve enquadramento te√≥rico sobre o tema, √© analisada uma amostra de 800 empresas, procurando perceber quais os seus principais determinantes. Comparando os resultados obtidos com a evid√™ncia emp√≠rica internacional, focalizada sobretudo em grandes empresas cotadas e inseridas em mercados financeiros fortemente desintermediados, verificamos que a maturidade da d√≠vida das PME industriais portuguesas reage da mesma forma a factores como: o grau de endividamento, a adequa√ß√£o √† maturidade dos activos, o grau de liberta√ß√£o de fundos e a exist√™ncia de garantias reais. Em contrapartida, a dimens√£o, sector de actividade e o n√≠vel de assimetria de informa√ß√£o parecem constituir factores irrelevantes. Obt√©m-se ainda que as op√ß√Ķes de crescimento t√™m um efeito oposto ao esperado e que n√£o se verifica uma rela√ß√£o perfeita, do tipo U invertido, entre o risco de liquidez e a maturidade

    Essays on debt maturity

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    This dissertation consists of three major empirical studies about debt maturity following two introductory chapters describing the data used and also the most relevant theoretical and empirical work in the existent literature. In the first empirical study we examine the debt maturity trend from 1980 to 2004 for US firms and identify if the changes in the debt maturity determinants over time help to explain that same trend. We find evidence of a statistically significant downtrend. Unconstrained firms have significantly higher average debt maturity than constrained ones. We model the average debt maturity using the major determinants found in the most relevant literature. The results give mixed support to most of the existing theories. Opposite to the agency costs theory, we find that firms with higher growth options have higher average debt maturity ratios. Being a regulated firm yields more long term debt and larger firms have higher debt maturity in their capital structures. The signaling hypothesis finds weak support in the results. We provide evidence that our model significantly overestimates the average debt maturity and that the changes occurred over time in the firm characteristics used in the model do not explain the overall trend observed in the debt maturity ratio. In the second empirical study we investigate the relation between debt maturity and macroeconomic conditions for US industrial firms from 1974 to 2004. We find some evidence that firms hold more short-term debt during economic recessions. However, the results obtained in the financially constrained and unconstrained subsamples are statistically weakly significant. At the firm specific level we find no support for the agency costs hypothesis. In contrast, our results show a positive relation between long-term debt and growth options with a stronger economic impact in unconstrained firms. We find a statistically significant positive relation between size and debt maturity and no evidence that being a regulated firm has any influence on debt maturity choice. We also find no evidence that supports the signaling mechanism in which firms use their debt maturity choice to signal their quality to the market. The matching principle receives good support in our study, particularly from constrained firms. We find that firms with higher effective tax rates borrow more long-term.The third empirical study focuses on using different approaches to provide support to previous results and to find additional evidence in explaining the choice of the debt maturity level. Through logistic regression we find that larger firms with more growing opportunities and asset maturity and that are subject to higher tax rates are more likely to have higher average debt maturity in their capital structure. Using cluster analysis we are able to clearly identify two distinct groups. We examine the debt maturity in each group and find good support to the previous findings. Using classification trees we find similar results to those obtained using logistic regression while using regression trees yields the indication that the largest firms and those with highest asset maturity are expected to have, on average, the highest debt maturity ratios.Esta disserta√ß√£o √© constitu√≠da por tr√™s estudos emp√≠ricos sobre a maturidade da d√≠vida antecedidos por dois cap√≠tulos introdut√≥rios onde s√£o descritas as bases de dados e as vari√°veis utilizadas, assim como as principais teorias e estudos emp√≠ricos j√° existentes na literatura. No primeiro estudo analisa-se a tend√™ncia na maturidade da d√≠vida, desde 1980 at√© 2004, para empresas norte-americanas e identifica-se se as altera√ß√Ķes nos determinantes da maturidade da d√≠vida ao longo do tempo permitem explicar essa tend√™ncia. Observa-se que a tend√™ncia de descida √© estatisticamente significativa e que as empresas sem constrangimento financeiro possuem, em m√©dia, maturidade da d√≠vida mais elevada que as empresas com constrangimento financeiro. Cria-se um modelo para explicar a maturidade da d√≠vida utilizando os principais determinantes encontrados na literatura mais relevante. Os resultados s√£o mistos quanto ao suporte das teorias existentes. Ao contr√°rio da teoria dos custos de ag√™ncia, verifica-se que empresas com maiores oportunidades de crescimento possuem, em m√©dia, r√°cios superiores de maturidade da d√≠vida. Empresas regulamentadas t√™m mais d√≠vida de longo prazo e empresas de maior dimens√£o possuem d√≠vida de maior maturidade na sua estrutura de capital. Empresas sujeitas a taxas de imposto superiores possuem d√≠vida de maior maturidade, assim como empresas com maior maturidade nos seus activos. Os resultados n√£o suportam a teoria de sinaliza√ß√£o ao mercado. Apresenta-se tamb√©m evid√™ncia emp√≠rica que o modelo utilizado sobrestima significativamente a m√©dia da maturidade da d√≠vida e que as altera√ß√Ķes ocorridas ao longo do tempo nas caracter√≠sticas das empresas utilizadas no modelo n√£o s√£o suficientes para explicar a tend√™ncia observada no r√°cio de maturidade da d√≠vida. No segundo estudo emp√≠rico investiga-se a rela√ß√£o entre a maturidade da d√≠vida e as condi√ß√Ķes macroecon√≥micas para empresas industriais norte-americanas desde 1974 a 2004. Apresenta-se evid√™ncia emp√≠rica que as empresas utilizam mais d√≠vida de curto-prazo durante recess√Ķes econ√≥micas. No entanto, os resultados obtidos para empresas com constrangimento financeiro s√£o fracos. Ao n√≠vel da empresa n√£o se encontra suporte para a hip√≥tese dos custos de ag√™ncia. Por outro lado, os resultados identificam uma rela√ß√£o positiva entre d√≠vida de longo-prazo e oportunidades de crescimento, existindo maior impacte econ√≥mico nas empresas sem constrangimento financeiro. Observa-se uma rela√ß√£o positiva entre a dimens√£o da empresa e a maturidade da d√≠vida mas n√£o detecta-se nenhuma evid√™ncia emp√≠rica de que uma empresa regulamentada tenha alguma influ√™ncia significativa na escolha da maturidade da d√≠vida. Tamb√©m n√£o se encontra suporte para a teoria de sinaliza√ß√£o em que as empresas utilizam a escolha da maturidade da d√≠vida para dar indica√ß√Ķes ao mercado sobre a sua qualidade. O princ√≠pio de que as empresas tentam acompanhar a maturidade dos seus activos com semelhante maturidade no financiamento dos mesmos √© fortemente suportada pelos resultados. Verifica-se ainda que empresas sujeitas a maiores taxas de imposto financiam-se mais no longo-prazo. No terceiro estudo emp√≠rico utilizam-se diferentes t√©cnicas estat√≠sticas e de data mining de forma a dar suporte aos resultados obtidos anteriormente e ainda a procurar novas evid√™ncias que permitam compreender melhor a escolha do n√≠vel da maturidade da d√≠vida. Atrav√©s da regress√£o log√≠stica foi poss√≠vel detectar que empresas de maior dimens√£o, com maiores oportunidades de crescimento e maior maturidade dos activos e sujeitas a taxas de imposto superiores, t√™m maior probabilidade de possu√≠rem maturidade da d√≠vida superior √† m√©dia. Recorrendo √† an√°lise de clusters identifica-se de forma distinta dois grupos homog√©neos de empresas. Examina-se a maturidade da d√≠vida em ambos e encontra-se um bom suporte nos resultados obtidos previamente. Atrav√©s de √°rvores de classifica√ß√£o obt√©m-se resultados similares aos obtidos atrav√©s da regress√£o log√≠stica, enquanto atrav√©s de √°rvores de regress√£o verifica-se que as empresas de maior dimens√£o e com maior maturidade dos seus activos tender√£o a ter, em m√©dia, r√°cios de maturidade da d√≠vida mais elevados

    Canalização de efeitos genéticos e ambientais para pesos do nascimento à maturidade e taxa de concepção em fêmeas de bovinos da raça Canchim.

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    As contribui√ß√Ķes relativas dos componentes gen√©ticos e ambientais para as correla√ß√Ķes fenot√≠picas entre pesos do nascimento a maturidade e taxa de concep√ß√£o, em quatro ciclos reprodutivos, em f√™meas da raca Canchim mantidas em regime de pastagens na Embrapa Pecu√°ria Sudeste, S√£o Carlos, SP, foram determinadas com o objetivo de analisar o padr√£o de desenvolvimento daquelas caracter√≠sticas ate a maturidade. Os resultados obtidos mostraram que o padr√£o de desenvolvimento das caracter√≠sticas foi influenciado por mecanismos fisiol√≥gicos diferentes e que, a maturidade, houve canaliza√ß√£o dos efeitos gen√©ticos e ambientais, com antagonismos entre as caracter√≠sticas de crescimento e a taxa de concep√ß√£o

    Modelos de Maturidade em um Cen√°rio Educacional: Um Mapeamento Sistem√°tico

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    Este paper apresenta um mapeamento sistem√°tico em modelos de maturidade educacionais, almejando identificar e reunir as suas principais caracter√≠sticas, inspira√ß√Ķes e m√©todos de desenvolvimento. Foram identificados 22 modelos de maturidade educacionais, divididos em 25 estudos. Os resultados apontam que CMM, CMMI e SPICE s√£o as inspira√ß√Ķes mais comuns para os modelos educacionais existentes. Tamb√©m foi constatado que estudos liter√°rios, pilot testing, workshops e surveys foram os m√©todos mais comuns utilizados para desenvolver tais modelos. Finalmente, n√£o foi poss√≠vel encontrar nenhum estudo especificamente relacionado a modelos de maturidade para recursos educacionais abertos, destacando uma lacuna na √°rea que pode ser apurada em trabalhos futuros

    MATURIDADE FISIOL√ďGICA DE SEMENTES DE Podocarpus lambertii Klotzsch

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    Com o objetivo de estudar a maturidade fisiol√≥gica coletaram-se sementes de Podocarpus lambertii Kl. em uma floresta nativa, localizada na Fazenda Vista Alegre, S√£o Sep√©, RS. A colheita foi semanal e efetuada a partir do momento em que as sementes se encontravam desenvolvidas e consistentes, persistindo esse procedimento at√© a queda total das mesmas. As sementes foram analisadas atrav√©s do seu teor de umidade, peso de mat√©ria seca e percentagem de germina√ß√£o. Os resultados indicaram que: a) a maturidade ocorre quando a percentagem de umidade da semente atinge √≠ndice mais baixo (32%) e √≠ndice mais elevado de peso de mat√©ria seca (17,68 g/100 sementes) e; b) a percentagem de umidade pode ser considerada como o melhor par√Ęmetro para determinar a maturidade fisiol√≥gica das sementes de Podocarpus lambertii Kl

    Um modelo de maturidade colaborativa: proposta inicial e valida√ßao de conte√ļdo

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    This work seeks to: a) develop a concept of collaborative maturity, based on the adjusted systematization of the concept of collaborative governance elaborated by Emerson et al. (2015), perfecting the model previously elaborated by Costa (2016), and elements and questions usually present en established models of maturity; b) operationalize the concept, through the construction of an instrument for measuring collaborative maturity; and c) to test the validity of the content of the operationalization from the semantic validity of the instrument vis-√†-vis the model of Emerson. The text is divided into five parts. An introduction addresses the methodological issues that pertain to the construction of models. Part two deals with collaborative governance and presents the systematization elaborated by Emerson et al. (2012). Part three deals with maturity and presents methodological issues related to the construction of maturity models. Part four deals with the construction of the collaborative maturity model and its validation of content. The last part elaborates considerations on limitations and follow-ups.Este trabalho busca: a) desenvolver um conceito de maturidade colaborativa, a partir da sistematiza√ß√£o ajustada do conceito de governan√ßa colaborativa elaborada por Emerson e outros (2015), aperfei√ßoando o modelo anteriormente elaborado por Costa (2016), e de elementos e quest√Ķes usualmente presentes em modelos consagrados de maturidade; e b) operacionalizar o conceito, por meio da constru√ß√£o de um instrumento de mensura√ß√£o da maturidade colaborativa; e c) testar a validade de conte√ļdo da operacionaliza√ß√£o a partir da validade sem√Ęntica do instrumento vis-√†-vis o modelo de Emerson. O texto est√° divido em cinco partes. Uma introdu√ß√£o trata de apresentar as quest√Ķes metodol√≥gicas que pertinem √† constru√ß√£o de modelos. A parte dois trata de governan√ßa colaborativa e apresenta a sistematiza√ß√£o elaborada por Emerson e outros (2012). A parte tr√™s trata de maturidade e apresenta quest√Ķes metodol√≥gicas relacionadas √† constru√ß√£o de modelos de maturidade. A parte quatro trata da constru√ß√£o do modelo de maturidade colaborativa e sua valida√ß√£o de conte√ļdo. A √ļltima parte elabora considera√ß√Ķes sobre limita√ß√Ķes e prosseguimentos

    Avalia√ß√£o da maturidade para a escolha profissional: estudo comparativo com alunos do ensino m√©dio provindos de escolas da rede p√ļblica e da rede particular de ensino no Brasil

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    Para escolher uma profiss√£o o jovem precisa comprometer-se, responsabilizar-se, cumprir certas tarefas de desenvolvimento, entre elas, aumentar a auto-regula√ß√£o (autocontrole), conseguir independ√™ncia emocional dos pais e das figuras de autoridade, confiar em suas habilidades e definir seus interesses, preparar-se para a vida adulta em um mundo tamb√©m em r√°pida metamorfose (Melo-Silva, 2002). Em geral, da adolesc√™ncia ao in√≠cio da idade adulta a tarefa principal √© a escolha da profiss√£o. A maturidade para execut√°-la √© composta por atitudes e conhecimentos que o indiv√≠duo deve adquirir a fim de elaborar uma escolha consciente. Nesse sentido, o presente estudo tem por objectivo verificar se o n√≠vel da maturidade para a escolha profissional de alunos do ensino m√©dio no Brasil varia segundo o tipo de institui√ß√£o de ensino - p√ļblica ou particular. Os dados foram recolhidos da documenta√ß√£o referente aos atendimentos realizados pelo Servi√ßo de Orienta√ß√£o Profissional, da Faculdade de Filosofia, Ci√™ncias e Letras de Ribeir√£o Preto da Universidade de S√£o Paulo, Brasil, referentes ao ano de 2004. De uma popula√ß√£o de 120 clientes inscritos, a amostra foi composta por 79 participantes, dos quais 14 de escolas p√ļblicas e 65 de escolas privadas, sendo 24 do sexo masculino e 55 do sexo feminino, com idades entre 15 e 21 anos e cursando a 1¬™, 2¬™ ou 3¬™ s√©rie, ou completado o ensino m√©dio, que foram atendidos no SOP. O instrumento utilizado foi a Escala de Maturidade para a Escolha Profissional ‚Äď EMEP (Neiva, 1999). Este instrumento avalia tanto a maturidade para a escolha profissional total quanto seus elementos componentes, que est√£o divididos em cinco sub-escalas: determina√ß√£o, responsabilidade, independ√™ncia, autoconhecimento e conhecimento da realidade profissional. A an√°lise dos dados compara se existem diferen√ßas significativas no nivel de maturidade para a escolha profissional tamb√©m segundo o g√™nero e a s√©rie escolar dos participantes. Discutem-se os resultados a partir da caracteriza√ß√£o dos usu√°rios do servi√ßo, sobre a forma como este importante construto ‚Äď maturidade para a escolha profissional ‚Äď varia nos indiv√≠duos, e de como esse conhecimento pode concorrer para o aprimoramento das interven√ß√Ķes da √°rea, e na avalia√ß√£o de processos e resultados da interven√ß√£o em orienta√ß√£o vocacional.Funda√ß√£o para a Ci√™ncia e a Tecnologia (FCT) - SFRH/BD/18637/2004-FC

    Maturidade fisiológica de sementes do híbrido simples BR 201 fêmea de milho (Zea mays L.) produzidas no inverno.

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    Sementes de milho hibrido simples BR 201 femea produzidas no periodo de inverno, foram colhidas em intervalos de sete dias, a partir do 30 dia apos a floracao ate o 128 com o objetivo de se estudar a maturidade fisiologica. as sementes foram analisadas quanto ao grau de umidade, materia seca, ocorrencia de camada preta, germinacao e vigor. Nas condicoes em que o trabalho foi realizado, os resultados permitiram chegar as seguintes conclusoes: a maturidade fisiologica das sementes, com base no acumulo de materia seca, ocorreu aos 58 dias apos a floracao- sementes de alta qualidade fisiologica podem ser obtidas com colheitas antecipadas em relacao ao maximo acumulo de materia seca, implicando em um intervalo otimo para colheita em ate 14 dias antes do ponto de maturidade fisiologica: a producao de sementes no inverno, permite a obtencao de sementes de alta qualidade, em menor espaco de tempo que no cultivo em epoca normal

    A maturidade institucional da APPC

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