10 research outputs found

    Selecção parental e altruísmo

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    Os comportamentos altruístas, em que um animal parece sofrer um prejuízo ao beneficiar outro, põem um problema para a teoria da selecção natural a nível individual. Hamilton, introduzindo o conceito de inclusive fitness, mostrou que um comportamento altruísta geneticamente determinado pode ser seleccionado se beneficiar parentes do altruísta, os quis partilham com ele os mesmos genes. Este tipo de selecção é a Selecção Parentai, a qual permite explicar vários fenómenos, tais como os gritos de alarme, as castas estéreis, etc, mas pode por vezes ser completada ou substituída por outras forças, como o Altruísmo Recíproco, o qual não envolve indivíduos aparentados. ------ ABSTRACT ----- Altruistic behaviour, in which one animal seems to incur a cost in helping another, constitutes a problem for the theory of natural selection at the individual level. Hamilton iniroduced the concept of Inclusive Fitness and showed that a genetically determined altruistic behaviour could be selected for if it benefited relatives of the altruist, sharing with him the relevant genes. This type of selection is called Kin Selection and it can explain several phenomena, such as alarm calls, sterile castes, etc. It can occasionaliy be completed or replaced by other forces, such as Reciprod Altruism, which does not involve related individuals

    Racionalidade e empatia : altru?smo eficaz e impacto positivo no mundo.

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    Programa de P?s-Gradua??o em Filosofia. Departamento de Filosofia, Instituto de Filosofia, Artes e Cultura, Universidade Federal de Ouro Preto.Em um artigo publicado na d?cada de 70, o fil?sofo australiano Peter Singer defende que temos a obriga??o moral de ajudar os menos favorecidos. O argumento apresentado por Singer pode ser interpretado da seguinte forma: o sofrimento e a morte decorrentes da falta de comida, assist?ncia m?dica e moradia s?o ruins; se podemos evitar que essas coisas ruins aconte?am, sem que para isso seja preciso sacrificar coisa alguma de import?ncia compar?vel, ent?o devemos faz?-lo; se n?o fizermos estamos a agir mal. Fortemente influenciado por esse argumento um grupo de jovens, composto em sua grande maioria por universit?rios americanos e brit?nicos, iniciou um movimento conhecido como Altru?smo Eficaz. O movimento baseiase em uma ideia simples; devemos, por meio da racionalidade, tentar reduzir o sofrimento no mundo. O objetivo desta pesquisa ? avaliar a cog?ncia argumentativa do Altru?smo Eficaz e seus desdobramentos ao considerar que a racionalidade ? um instrumento mais eficaz do que a empatia quando queremos fazer do mundo um lugar melhor.In an article published in the 1970s, the Australian philosopher Peter Singer argues that we have a moral obligation to help the less fortunate; the argument presented by Singer can be interpreted as follows: Suffering and death resulting from lack of food, medical care, and housing are bad; if we can prevent these bad things from happening, without sacrificing anything of comparable importance, then we must do so; if we do not we are acting badly. Strongly influenced by this argument, a group of young people composed mostly of American and British university students initiated a movement known as Effective Altruism. The movement is based on a simple idea; through rationality, we must try to reduce suffering in the world. The purpose of this research is to evaluate the argumentative cogency of Effective Altruism and its consequences in considering that rationality is a more effective instrument than empathy when we want to make the world a better place

    As rela??es entre as motiva??es intr?nsecas e extr?nsecas para o compartilhamento de conhecimento

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    Submitted by Setor de Tratamento da Informa??o - BC/PUCRS ([email protected]) on 2016-07-27T18:01:14Z No. of bitstreams: 1 TES_FELIPE_MULLER_DIEHL_COMPLETO.pdf: 2107840 bytes, checksum: b63fbb27c6c35c0e5b4d38c489472b79 (MD5)Made available in DSpace on 2016-07-27T18:01:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TES_FELIPE_MULLER_DIEHL_COMPLETO.pdf: 2107840 bytes, checksum: b63fbb27c6c35c0e5b4d38c489472b79 (MD5) Previous issue date: 2016-03-28Knowledge management is critical for organizations, especially knowledge sharing, the way which knowledge circulates in companies. Although, people are not always motivated to share knowledge in their organizations, reason that makes the study of knowledge sharing motivations relevant. Thus, this thesis main objective is to verify intrinsic and extrinsic factors influence in knowledge sharing. After a bibliographical research, a model with 27 constructs antecedents of knowledge sharing was defined. Given the difficulty of applying a survey with 130 items that contemplate all these constructs, the model was reduced. The final model has individual motivation constructs, altruism and perceived behavioral control; social motivation constructs, subjective norm and reciprocity; and organizational motivation constructs, organizational climate and financial incentives, being gender, experience, education, quantity of organizational employees and time working in the company used as control variables. Aiming to analyze the influence of scale in the relationships of antecedents of knowledge sharing, two models of analysis were instantiated, one with a single knowledge sharing construct, and other with a knowledge donation construct and a knowledge collection construct. Validation of both models was performed through structural equations modelling, specifically Partial Least Squares in a non-probabilistic sample of 208 respondents. Results indicate that there are differences in antecedents? relationships, given the used scales for measuring knowledge sharing. Altruism was the only construct accepted in both scales. Perceived behavioral control and organizational climate are related only with the one construct scale and donation scale, while reciprocity and subjective norm are related only with knowledge collection construct. Financial incentives are significant only with the scale of one construct. Differences between analyzed groups were found, given the control variables.A gest?o do conhecimento ? cr?tica para as organiza??es, especialmente o compartilhamento do conhecimento, maneira pela qual o conhecimento circula nas empresas. Entretanto, nem sempre as pessoas est?o motivadas para compartilhar conhecimento em suas organiza??es, o que torna relevante o estudo das motiva??es de compartilhamento do conhecimento. Assim sendo, o objetivo geral desta tese ? verificar a influ?ncia dos fatores intr?nsecos e extr?nsecos sobre o compartilhamento do conhecimento. Ap?s a realiza??o de uma pesquisa bibliogr?fica, chegou-se a um modelo com 27 construtos antecedentes de compartilhamento do conhecimento. Dada a dificuldade de se aplicar um question?rio com 130 itens que contemplasse todos estes construtos, o modelo foi reduzido. O modelo final conta com construtos de motiva??o individual, altru?smo e controle comportamental percebido; de motiva??o social, norma subjetiva e reciprocidade; e de motiva??o organizacional, clima organizacional e incentivos financeiros, sendo utilizado o g?nero, experi?ncia, educa??o, quantidade de empregados da organiza??o e tempo na empresa como vari?veis de controle. Objetivando analisar a influ?ncia da escala nas rela??es dos antecedentes de compartilhamento do conhecimento, foram instanciados dois modelos de an?lise, um com um ?nico construto de compartilhamento de conhecimento, e outro com um construto de doa??o de conhecimento e outro construto de coleta de conhecimento. A valida??o dos dois modelos foi realizada atrav?s de equa??es estruturais, especificamente Partial Least Squares em uma amostra n?oprobabil?stica de 208 respondentes. Os resultados indicam que existem diferen?as nas rela??es com os antecedentes, dadas as escalas utilizadas para mensurar o compartilhamento do conhecimento. O altru?smo foi o ?nico construto suportado em ambas as escalas. Controle comportamental percebido e clima organizacional s?o relacionados apenas a escala de um construto e a de doa??o, enquanto que a reciprocidade e a norma subjetiva se relacionam apenas com o construto de coleta de conhecimento. Incentivos financeiros s?o significantes apenas com a escala de um construto. Foram encontradas diferen?as entre os grupos analisados, dadas as vari?veis de controle

    Foucault al?m de Nietzsche : da moral como lei e norma ? avalia??o da moral como ?tica e est?tica da exist?ncia

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    Made available in DSpace on 2015-04-14T13:55:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 393495.pdf: 1611039 bytes, checksum: 56c95332cd050eeffbabec25befacedc (MD5) Previous issue date: 2007-07-24Esta tese pretende levantar as seguintes quest?es: 1. de que modo ? poss?vel associar a pr?tica da liberdade, em termos morais, a uma t?cnica de si, nos termos de uma est?tica da exist?ncia? 2. de que modo ? poss?vel reconstituir o sentido de moral atualmente segundo um amor-pr?prio cujo um conte?do ? dado menos por um isolamento ou nega??o do outro do que por um trabalho pessoal sobre si mesmo, em vista de um ?thos, de uma ?tica? 3. em que medida o valor da moral hoje em dia pode ser deslocado da lei universal para uma atitude de diferen?a, da normalidade do comportamento para o cultivo de si e, por fim, da verdade sobre o sujeito (? custa de seu conhecimento) para uma subjetiva??o asc?tica que n?o exige a prerrogativa de uma identidade, mas a transforma??o de si na rela??o consigo e com os outros? Tais quest?es s?o levantadas a partir de Nietzsche e Foucault. De ambos os pensamentos penso ser poss?vel reconstituir a g?nese de um problema, o valor moral, sob o empenho de n?o confundi-los teoricamente na linearidade de um mesmo projeto. A quest?o ?: em que medida os valores de nossa hist?ria moral podem ser reavaliados eticamente por uma est?tica, ou seja, por t?cnicas sob cuja exig?ncia ? poss?vel se reconhecer e se realizar al?m das identidades constitu?das historicamente, logo, na obra de uma vida em obra, no decorrer da qual a hist?ria tanto se inscreve quanto est? por ser escrita? Se em Nietzsche a moral ? criticada enquanto altru?smo, como fundamento valorativo sobre os demais valores, a genealogia da moral como est?tica da exist?ncia, em Michel Foucault, recupera o valor da rela??o consigo como pr?tica moral no presente, reflex?o da qual pode ser deduzida uma ?tica como amor-pr?prio

    A resili?ncia ao longo da vida de afrodescendentes

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    Made available in DSpace on 2015-04-14T14:22:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 399731.pdf: 2436968 bytes, checksum: 5bf90a7af26b1c663d88703e50bf40fd (MD5) Previous issue date: 2008-01-14Esta investiga??o teve como foco principal a compreens?o de como, ao longo das suas vidas, os afrodescendentes participantes da pesquisa desenvolveram a sua resili?ncia, bem como o reconhecimento dos fatores que influenciaram e possibilitaram esse processo de desenvolvimento diante das adversidades que lhes foram impostas diuturnamente. Os participantes da pesquisa s?o afrodescendentes (tr?s homens e tr?s mulheres), bem sucedidos profissionalmente, acima dos 39 anos de idade, com situa??o econ?mico-financeira est?vel, pertencendo ? classe m?dia e m?dia alta. A an?lise dos dados foi realizada ? luz da An?lise Textual Discursiva proposta por Moraes e Galiazzi (2007). As categorias emergentes foram: O Estabelecimento de v?nculos: a base para um Desenvolvimento Saud?vel por Toda a Vida; Tocando o Barco Sozinho (a): a supera??o das adversidades e a ressignifica??o do caminho acidentado; Auto e heteromotiva??o: o desejo de querer-ser ; A Forma??o Profissional: a busca de um sentido na vida; O Papel do Estado no Desenvolvimento da Resili?ncia dos Afrodescendentes. As an?lises realizadas atrav?s dos aportes te?ricos mencionados e dos discursos produzidos pelos sujeitos da pesquisa demonstram que a promo??o do desenvolvimento da resili?ncia, considerando a sua natureza sist?mica, ? de responsabilidade dos diversos n?veis de sistemas, s?o eles: ontossistema (caracter?sticas internas), o microssistema (fam?lia), o exossistema (comunidade) e o macrossistema (cultura e sistema pol?tico). As an?lises realizadas apontam, tamb?m, muitas semelhan?as nas trajet?rias dos sujeitos da pesquisa, sendo poss?vel identificar algumas caracter?sticas comuns entre eles. S?o elas: determina??o, persist?ncia, bom uso da mem?ria e do esquecimento, bom humor, solidariedade, altru?smo, empatia, motiva??o, objetivos definidos a curto e a longo prazos, supera??o das adversidades, aprender da experi?ncia, autotransformar-se, a busca de um sentido, respeito, ?tica, auto-estima, valoriza??o dos estudos, persuas?o, ascens?o profissional constante, competitividade, auto-realiza??o e intui??o

    A rep?blica mundial de H?ffe e a cr?tica de Habermas

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    Made available in DSpace on 2015-04-14T13:55:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 419772.pdf: 577605 bytes, checksum: 2e838d9686c1eb2d03dec4db04d1e570 (MD5) Previous issue date: 2009-11-30Com o surgimento da comunica??o em n?vel global, os seres humanos encontramse ligados como nunca antes na hist?ria da humanidade. Em meio ao que convencionamos denominar de Globaliza??o, a racionalidade humana recebe novos desafios que se perfilaram com o desenrolar hist?rico. Frente a estes novos desafios, os antigos paradigmas da racionalidade ocidental, bem como nossa organiza??o social tentam configurar-se com sa?das que respeitem as conquistas anteriores tais como a condena??o da escravid?o e os direitos humanos e, ao mesmo tempo, criem solu??es para graves problemas como os de cunho ambiental e da satisfa??o das necessidades sejam elas econ?micas ou morais da comunidade globalizada. Para tanto, baseado no ideal Kantiano de uma Paz Perp?tua onde os povos, al?m de adotarem um modelo republicano, ainda viveriam em harmonia com as demais republicas, Otrified H?ffe, prop?em a forma??o de uma Republica Mundial ?nica. Respeitando a diversidade e os Estados nacionais j? existentes, garanta o cumprimento de normas ambientais e dos direitos humanos. Tal rep?blica remonta sua legitima??o frente a uma nova forma de teoriza??o sobre o estado, que n?o busca mais suas especifica??es apenas no conflito ou apenas na coopera??o, mas em uma nova forma de fundamenta??o: a troca. H?ffe n?o mais embasa a legitima??o sob pontos de vistas que se polarizam entre um altru?smo ou um ego?smo, mas em trocas rec?procas que garantam determinados objetivos. Tal mudan?a ? acompanhada pela proposta de uma mudan?a no paradigma racional, que agora visa uma comunica??o ?tica. Onde um sistema ou a burocracia estatal deve manter-se afastada de um mundo da vida, de cada sujeito, proporcionando de forma ?tica a conviv?ncia de todos os seres humanos. Em sua teoria de agir comunicativo, Habermas apresenta tal prot?tipo, relegando uma importante contribui??o para filosofia. No presente trabalho, ap?s uma apresenta??o detalhada de ambas as propostas, ser? proposta um debate entre as id?ias de ambos os autores, a fim de proporcionar uma nova vis?o sobre a possibilidade da cria??o de uma Rep?blica Mundial Subsidi?ria, de tal forma que a import?ncia de tal discuss?o se apresenta no mesmo grau da inova??o para uma Rep?blica Mundial Subsidi?ria, que, por sua vez, se efetivada, tocar? na vida cotidiana de cada um dos sujeitos do mundo

    A influ?ncia de cenas de intera??o social sobre a eletromiografia facial e sobre os estados emocionais e sua rela??o com os tra?os individuais.

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    Programa de P?s-Gradua??o em Sa?de e Nutri??o. Escola de Nutri??o, Universidade Federal de Ouro Preto.Est?mulos de intera??o social s?o agrad?veis, podendo favorecer a express?o de emo??es positivas em quem os observa. Sabe-se que a agradabilidade e a ativa??o emocional evocadas por est?mulos sociais podem modular as respostas emocionais dos indiv?duos. Al?m disso, o estado emocional e os tra?os individuais podem influenciar o engajamento em intera??es sociais. Nesse estudo, utilizamos est?mulos visuais de intera??o social pareados em val?ncia (agradabilidade) e ativa??o emocional com a condi??o controle (cenas sem intera??o social), com o objetivo de comparar a reatividade de m?sculos faciais e os estados emocionais durante a visualiza??o dessas cenas e verificar se h? influ?ncia de tra?os individuais. Participaram do estudo 80 estudantes saud?veis (47 mulheres e 33 homens, M = 23,24 anos, DP = 3,03) da Universidade Federal de Ouro Preto. Os participantes leram um texto sobre intera??o ou isolamento social em uma tela de computador antes de, respectivamente, verem 14 fotos com intera??o (Bloco Intera??o) ou 14 fotos sem intera??o social (Bloco Controle). A ordem de apresenta??o dos blocos foi aleatorizada entre os participantes. Foram registradas as atividades eletromiogr?ficas dos m?sculos Corrugador do Superc?lio (CS), relacionado ao franzir da testa, e Zigom?tico Maior (ZM), relacionado ao sorriso. Os participantes preencheram escalas de estados emocionais (Estado Afiliativo e Comportamento Altru?sta) no in?cio do experimento (coleta basal) e ap?s a exibi??o de cada bloco de fotos. Al?m disso, preencheram escalas de tra?o individual: empatia (Cont?gio Emocional e ?ndice de Reatividade Interpessoal - IRI) e frequ?ncia de toque social habitual (Grooming M?tuo). Os resultados indicaram maior atividade eletromiogr?fica do ZM durante o Bloco Intera??o (Mediana = 0,076 ?V) do que durante o Bloco Controle (Mediana = 0,011 ?V; p = 0,01). N?o houve diferen?a ao se comparar a atividade do CS durante a exibi??o dos blocos Intera??o (Mediana = -0,06 ?V) e Controle (Mediana = -0,03 ?V; p = 0,07). Houve correla??o positiva entre a amplitude do ZM durante o Bloco Intera??o e as escalas de Cont?gio Emocional (rho = 0,30; p = 0,01); as subescalas do IRI Considera??o Emp?tica (rho = 0,30; p = 0,01) e N?vel Global de Empatia (rho = 0,32; p = 0,006); e Grooming M?tuo: Fazer Grooming (rho = 0,34; p = 0,005), Receber Grooming (rho = 0,38; p = 0,001) e Grooming Total (rho = 0,38; p = 0,001). Para o m?sculo CS, houve uma correla??o negativa entre a subescala IRI Considera??o Emp?tica e a amplitude do CS durante a visualiza??o do bloco Controle (rho = -0,25; p = 0,04). Para os estados emocionais, encontrou-se maior Expectativa de Aproxima??o e Altru?smo total ap?s a visualiza??o do Bloco Intera??o, quando comparados ao basal e ao Bloco Controle (p = 0,02; p = 0,006, respectivamente para Expectativa de Aproxima??o, e p = 0,006; p = 0,03 respectivamente, para Altru?smo Total). Levando-se em conta que os est?mulos de intera??o social e os est?mulos controle est?o pareados para val?ncia e ativa??o emocional, conclu?mos que a intera??o social causou aumento da express?o de sorriso, do estado motivacional de se aproximar dos outros e do comportamento altru?sta global. Al?m disso, a maior express?o do sorriso se relacionou ? maior frequ?ncia habitual de toque social e ao maior n?vel de empatia.Social interaction stimuli are pleasant and may favor the expression of positive emotions in those who observe them. It is known that pleasantness and arousal evoked by social stimuli can modulate the emotional responses of individuals. Besides that, individual traits and emotional state can influence the engagement in social interactions. In this study, we used visual stimuli of social interaction paired in valence (pleasantness) and arousal with the control condition (scenes without social interaction) aiming to compare facial muscles reactivity and psychometric measures while viewing such scenes. Eighty healthy students (47 women and 33 men, M = 23.24, SD = 3.03) of the Federal University of Ouro Preto participated in the study. The participants visualized on a computer screen an explanatory text referring to the context of the presented pictures, and two blocks of pictures, each block containing 14 pictures with social interaction (Bonding) or 14 pictures of dyads without social interaction (Control). The presentation order was randomized across participants. The electromyographic activities of the Corrugator Supercilii (CS) and Zygomatic Major (ZM) muscles were recorded. Participants completed emotional state scales (Affiliative Status and Altruistic Behavior) before and after the display of each block of pictures. In addition, they filled out empathy scales (Emotional Contagion and Interpersonal Reactivity Index: IRI) and habitual social touch scale (Mutual Grooming). The results showed greater ZM electromyographic activity during the Bonding block (Median = 0.076 ?V) than during the Control block (Median = 0.011?V, p = 0.01). There was no difference in the comparison between the median amplitude of CS during the display of the Bonding (Median = -0.06 ?V) and Control blocks (Median = -0.03 ?V, p = 0.07). There was a positive correlation between the ZM amplitude and the Emotional Contagion scale (r = 0.30; p = 0.01); IRI sub-scales Empathic Concern (r = 0.30, p = 0.01) and the Global Empathy Level (r = 0.32, p = 0.006); and Mutual Grooming scale: habitual frequency of touching (r = 0.34, p = 0.005), being touched(r = 0.38, p = 0.001), and Total Grooming (r = 0.38, p = 0.001). There was a negative correlation between the IRI Empathic Concern and the amplitude of CS (r = -0.25; p = 0.04). For the emotional states, we found greater Hope for Closeness after visualization of the Bonding pictures, when compared to baseline and after Control pictures (p = 0.02, p = 0.006, respectively), and Total Altruism was higher after Bonding pictures compared to baseline and after Control pictures (p = 0.006, p = 0.03; respectively). Given that social interaction stimuli and control stimuli are paired for valence and emotional arousal, we concluded that social interaction cause increased smiling expressionand this expression is related to the frequency of habitual grooming and the individual level of empathy. In addition, social interaction stimuli increase the individual approaching motivational state, as well as the overall altruistic behavior
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