This article proposes a rapprochement between the “modes of presence in aesthetic phenomena” (MoPs) and the philosophy of Vilém Flusser, especially based on the Phenomenology of the Brazilian. The analysis focuses on the relationship between the MoPs and Flusser's reflection on the “Brazilian language”. Initially, the connection between the MoPs and Flusser's “founding codes” is discussed, followed by his approach to the Brazilian language. Subsequently, cultural syntheses in Brazil are examined considering the morphology of languages and their relationship to media philosophy. Other topics covered include the relationship between illiteracy and overcoming history, the connection between Flusser's “one-dimensionality” and Herbert Marcuse's proposal, as well as the “flatness” of native languages in the formation of the Brazilian language, and the relationship between Flusserian theses and Oswaldian anthropophagy. Finally, Flusser's intuitions about the interference of indigenous and African languages in Brazilian Portuguese are corroborated by ethnolinguistics, giving his proposal greater philosophical density. Este artigo propõe uma aproximação entre os "modos de presença nos fenômenos estéticos" (MdPs) e a filosofia de Vilém Flusser, especialmente a partir da Fenomenologia do brasileiro. A análise concentra-se na relação entre os MdPs e a reflexão de Flusser sobre a "língua brasileira". Inicialmente, discute-se a conexão entre os MdPs e os "códigos fundantes" de Flusser, seguida pela sua abordagem da língua brasileira. Subsequentemente, examinam-se as sínteses culturais no Brasil considerando a morfologia das línguas e sua relação com a filosofia dos media. Outros temas abordados incluem a relação entre analfabetismo e superação da história, a conexão entre a "unidimensionalidade" de Flusser e a proposta de Herbert Marcuse, bem como a "planura" dos idiomas nativos na formação da língua brasileira, além da relação entre as teses flusserianas e a antropofagia oswaldiana. Por fim, constata-se que as intuições de Flusser sobre a interferência de idiomas indígenas e africanos no português brasileiro são corroboradas pela etnolinguística, conferindo maior densidade filosófica a sua proposta. 
Is data on this page outdated, violates copyrights or anything else? Report the problem now and we will take corresponding actions after reviewing your request.