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Henry David Thoreau e as Linguagens da Natureza

Abstract

This dissertation aims to present a hermeneutic reading of some of the religious symbols brought to light by the literature of the poet and naturalist Henry David Thoreau (1817–1862). The background of our argument is the romantic motto of the symbolic correspondence between Nature and spirit, inherited by the author from his contact with the movement that became known as “Transcendentalism,” a religious, literary, philosophical, and political circle gestated in the Nineteenth-century United States. From this panorama, we draw a poetic appreciation of the thinker’s interpretation of the linguistic correlation between Nature and spirit that points to the unity between the immanence of natural kingdoms (the earth) and the transcendence of the spiritual spheres (the sky). Emphasizing the sacred character of the symbols hinted by Thoreau’s texts, those emblems we call “mythopoetic hieroglyphs” and “musical hieroglyphs.” Beyond the tonalities of romanticism, the work proposed here, evoking distinct religious paths, seeks to highlight the multiple reflective possibilities that the North American thinker offers to comparative studies of religions, given the mark of dialogicity between different wisdom traditions in his composition. Highlighting seeing and hearing (i.e., reading and listening to the “book” and the “orchestra” of Nature), our exposition aims to unravel the intimate relationship between spirituality and bodily sensibility in the intellectual’s approach to those we call “Languages of Nature.”A presente dissertação tem por objetivo apresentar uma leitura hermenêutica de alguns dos símbolos religiosos trazidos à baila pela literatura do poeta e naturalista Henry David Thoreau (1817–1862). O pano de fundo de nossa argumentação é o mote romântico da correspondência simbólica entre Natureza e espírito, herdado pelo autor a partir de seu contato com o movimento que se tornou conhecido como “Transcendentalismo”, círculo religioso, literário, filosófico e político gestado nos Estados Unidos do século XIX. A partir desse panorama, traçamos uma apreciação poética da interpretação de Thoreau acerca da correlação linguística entre Natureza e espírito que aponta para a unidade entre a imanência dos reinos naturais (a terra) e a transcendência das esferas espirituais (o céu). Ressaltando o caráter sagrado dos símbolos aventados pelos textos thoreauvianos, tais emblemas são aqui denominados “hieróglifos mitopoéticos” e “hieróglifos musicais”. Para além das tonalidades do romantismo, o trabalho aqui proposto, evocando distintos sendeiros religiosos, busca realçar as múltiplas possibilidades reflexivas que o pensador norte-americano oferece aos estudos comparativos das religiões, haja vista a marca da dialogicidade entre diversas tradições sapienciais em sua obra. Destacando o ver e o ouvir (i.e., a leitura e a audição do “livro” e da “orquestra” da Natureza), nossa exposição tem por intuito deslindar a íntima relação entre espiritualidade e sensibilidade corpórea na abordagem do intelectual daquelas que intitulamos “Linguagens da Natureza”.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio

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This paper was published in Repositório Institucional - UFJF.

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