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Poesia e ironia: aproximações

Abstract

Misturando Baudelaire com Mallarmé, Duda Machado elabora, em tom de paráfrase, uma bela e irônica homenagem aos precursores da modernidade, confraternizando com eles do espaço de exílio reservado aos poetas-navegantes. Escolhi o seu poema como epígrafe porque falarei da poética mais recente, na qual estes dois ícones ainda se mantêm presentes, mesmo que de modo residual. Interagindo com uma abertura para várias possibilidades de pesquisa formal, a literatura tem experimentado o irônico. O ceticismo e a visão fragmentada e paradoxal do sujeito e da existência, no tempo/espaço do que hoje se designa pós-modernidade, a fizeram figura-mestra, com reflexos relevantes especialmente na poesia

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