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Sobre a moralidade e eticidade. Duas dimensões para a bioética

By Eduardo Díaz Amado

Abstract

Bioethics, in providing a stage for interdisciplinary discussion has as its challenge to argue in a context in which there is a multiplicity of ethical voices. The world today, consists of moral "relatives" and moral "strangers", as said by T Engelhardt; the difficulty lies in the return to the search for a moral authority with a communal base content. Bioethics must put forth interpretations and appoint norms for the working in diverse scenarios as justice in health, clinical research, biodiversity and genetics amongst others.This challenge for bioethics results in a useful distinction, following that, which has been expressed by J.Habermas: the pragmatic, the ethical and moral used as different applications of Practical Reason. Furthermore to speak of a language which belongs to the Kantian tradition, of which today we are all part whenever philosophy concerns that which is moral. Despite the fact that T Engelhardt does not believe Habermas´s Theory of Communicative Action to be a solution to the contemporary moral problem, the language of this work may be vital for the field of Bioethics.La Bioética tiene como reto argumentar en un contexto de multiplicidad de voces éticas. El mundo de hoy está constituido por «amigos» y «extraños» morales, al decir de T. Engelhardt, lo que torna difícil la búsqueda de autoridad moral con base en un mismo contenido. La Bioética debe proponer interpretaciones y noemas para la acción en diversos escenarios: justicia sanitaria, investigación clínica, biodiversidad, genética, entre otros.Siendo éste el reto de la Bioética, resulta útil distinguir, según ha expuesto J. Habermas, lo pragmático, lo ético y lo moral como diferentes usos de la Razón Práctica. Se trata de un lenguaje que pertenece a la tradición kantiana, de la cual hoy todos formamos parte cuando se hace filosofía sobre lo moral. A pesar de que T. Engelhardt no cree en la Teoría de la Acción Comunicativa de Habermas como solución al problema moral contemporáneo, el lenguaje de este último puede ser clave para el ámbito de la Bioética.A Bioética tem como desafio argumentar num contexto de multiplicidade de vozes éticas. O mundo hoje está constituído por "amigos" e "estranhos" morais, no dizer de T. Engelhardt, o que torna difícil a busca de autoridade moral tendo como base um único conteúdo. A Bioética deve propor interpretações e normas para ação em diversos cenários: justiça sanitária, investigação clínica, biodiversidade, genética, entre outros.Sendo este o desafio da Bioética, parece útil distinguir, como já exposto por J. Habermas, o pragmático, o ético e o moral como diferentes aportes da Razão Prática. Trata-se de linguagem que tem origem na tradição kantiana, da qual todos fazemos parte quando se refere a filosofia sobre moral.Mesmo considerando que T. Engelhardt não acredita na teoria da Ação Comunicativa de Habermas como instrumento para a solução do problema moral contemporâneo, a linguagem desse último pensador pode ser decisiva para a Bioética

Publisher: Universidad de Chile. Centro Interdisciplinario de Estudios en Bioética
Year: 2002
OAI identifier: oai:ojs.revistas.uchile.cl:article/16853

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