Location of Repository

Trade union organization and labor conditions in the fast-food sciences of New Zealand

By Benjamin John Parton

Abstract

O trabalho no segmento de fast-food, juntamente com os demais segmentos do setor de serviços, cresceu exponencialmente nos últimos 20 anos na Nova Zelândia e no Brasil. Sua forma de emprego é conhecida pela alta rotatividade e intensidade de trabalho; pelos baixos salários; pela juventude da sua mão de obra; e pela ausência de organização sindical. Diferentemente da tendência global, os trabalhadores de fast-food na Nova Zelândia e em São Paulo são representados por sindicatos que foram fundados após o início do processo de abertura econômica nos anos 1980 e 1990. Na Nova Zelândia, o sindicato Unite conseguiu formar uma base entre trabalhadores de fast-food que se filiaram a ele e pagam suas contribuições sindicais voluntariamente. As ações coletivas do sindicato buscam apoio público usando a notoriedade das marcas de fast-food para chamar atenção para sua causa. Desta forma, o sindicato pressionou as grandes empresas de fast-food, e exigiu que o governo aumentasse os mínimos legais que definem as condições de trabalho no setor. Já o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Refeições Rápidas (Fast-Food) de São Paulo foi estabelecido em 1996 através do desmembramento da base do sindicato de hotéis e restaurantes na cidade. O novo sindicato negociou uma Convenção Coletiva de Trabalho que baixou os salários e as condições de trabalho no setor para valores próximos aos mínimos legais, reduzindo assim os custos de trabalho das grandes marcas de fast-food na cidade. Palavras-chave: restaurantes de refeições ligeiras; trabalho; sindicalismo; mobilizaçãoLabor in the fast-food industry, along with other segments of the service sector, has grown exponentially over the last 20 years in New Zealand and in Brazil. Employment in the industry is characterized by: high staff turnover; an intense working environment; low pay; a young workforce; and the absence of trade union organization. Different to the norms in this globalized sector, fast-food workers in New Zealand and São Paulo are represented by unions established after the commencement of economic liberalization programs of the 1980s and 1990s. In New Zealand, the Unite union was able to establish a membership base amongst fast-food workers who joined the union and voluntarily paid membership fees. The collective actions of the union sought public support using the profile of fast-food brands to attract attention to their cause. In this way, the union pressured large fast-food companies, and demanded that the government raise the legal minimums that define working conditions in the sector. The Fast-Food Workers' Union of São Paulo was established in 1996 through dismembering the membership base of the hotel and restaurant workers union in the city. The new union negotiated an employment award for fast-food workers that lowered pay and working conditions to close to the legal minimums, thus reducing the labor costs of large fast-food brands in São Paulo. Keywords: fast-food restaurants; labor; trade-unionism; mobilizatio

Topics: Restaurantes de refeições ligeiras, Trabalho, Sindicalismo, Fast foods restaurants, Labor, Sindicalismo, São Paulo (SP), New Zealand, Trade unionism
Publisher: Universidade Estadual de Campinas . Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Year: 2009
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.BDTD_UNICAMP:oai:unicamp.br:000449400
Download PDF:
Sorry, we are unable to provide the full text but you may find it at the following location(s):
  • http://www.rcaap.pt/detail.jsp... (external link)
  • Suggested articles


    To submit an update or takedown request for this paper, please submit an Update/Correction/Removal Request.