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La politique de la coopération spatiale chinoise : le contexte stratégique et l’atteinte internationale

By Marco Aurelio Chaves Cepik

Abstract

O artigo explica as políticas de cooperação internacional da República Popular da China relacionadas às atividades no campo espacial. Em primeiro lugar, dada a estrutura de poder tripolar no sistema internacional e a dependência crescente de todos os países em relação ao espaço, explica-se que as razões chinesas para a cooperação espacial são a busca de segurança, desenvolvimento econômico e legitimidade. Em seguida, demonstra-se o estágio atual de desenvolvimento do programa espacial chinês, particularmente nos campos de satélites de imagem, navegação, comunicação e retransmissão de dados, bem como nas áreas de satélites micro e nano. Dados os incentivos estruturais, os objetivos estratégicos e o nível atual de desenvolvimento tecnológico, é possível interpretar corretamente as iniciativas multilaterais da China no contexto global, junto ao Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (Cpous), bem como no contexto regional, com a recentemente estabelecida Organização de Cooperação Espacial da Ásia-Pacífico (Apsco). Do mesmo modo, é possível compreender o significado, potencialidade e limites práticos da cooperação bilateral chinesa com o Brasil e a África do Sul, potências regionais fora da Ásia. Conclui-se que a política de cooperação espacial chinesa visa a aumentar a influência internacional de Beijing sem gerar reações exageradas das outras grandes potências, postergando uma eventual militarização do espaço e procurando construir parcerias com potências regionais ainda incipientes no espaço, mas tendo em vista o futuro e as expectativas quanto ao impacto da digitalização.This article explains the People’s Republic of China’s policies of international cooperation for space exploration activities. In the first place, given the tri-polar power structure of the international system and the increasing dependence that all countries have on the use of outer space, we can explain Chinese motivation for spatial cooperation as unfolding from the search for security, economic development and legitimacy. Next, we demonstrate the Chinese spatial program’s current state of development, with particular attention to image, navigation, communication and data transmission satellites, as well as micro and nanosatellites. Given structural incentives, strategic goals and the current level of technological development, we seek to provide a correct interpretation of China’s multi-lateral agreements at the global level, within the context of the United Nations’ Committee for Peaceful Use of Outer Space (CPOUS) and within a regional context, with the recently established Asian Pacific Space Cooperation Organization (APSCO). Similarly, we are able to understand the meaning, potential and practical limitations of Chinese bilateral cooperation with Brazil and South Africa, regional powers located outside of Asia. We conclude that Chinese space cooperation is meant to increase Beijing’s international influence without generating exaggerated reactions from other major powers. Thus, China attempts to postpone the militarization of space, seeking partnerships with regional powers who are still newcomers to the field, while keeping the future and expectations linked to the impact of digitalization into account.L’article explique les politiques de coopération internationale de la République Populaire de la Chine, liées aux activités dans le domaine spatial. Premièrement, en ayant la structure de pouvoir tripolaire dans le système international et la dépendance croissante de tous les pays par rapport à l’espace, on explique que les raisons chinoises pour la coopération spatiale seraient la quête de sécurité, le développement économique et la légitimité. En suite, on révèle le stade actuel de développement du programme spatial chinois, particulièrement dans les domaines des satellites d’image, de la navigation, de la communication et de la retransmission de données, bien comme dans les domaines des satellites micro et nano. En ayant les stimulations structurelles, les objectifs stratégiques et le niveau actuel de développement technologique, il est possible d’interpréter correctement les initiatives multilatérales de la Chine dans le contexte mondial, avec le Comité des Nations Unies pour l’Utilisation Pacifique de l’Espace Extra-Atmosphérique (Copous), bien comme dans le contexte régional, avec la récente Organisation de Coopération Spatiale d’Asie-Pacifique (Apsco). De la même manière, il est possible de comprendre le significat, la potentialité et les limites pratiques de la coopération bilatérale chinoise avec le Brésil et l’Afrique du Sud, des puissances régionales hors de l’Asie. On conclut que la politique de coopération spatiale chinoise vise à augmenter l’influence internationale de Beijing sans produire des réactions excessives des autres puissances, reportant ainsi, une eventuelle militarisation de l’espace et cherchant à construire des partenariats avec des puissances régionales encore débutantes dans l’espace, mais ayant en vue l’avenir et les expectatives par rapport à l’impact de la numérisation

Topics: Space Cooperation, Relações econômicas internacionais, Chinese Space Program, Cooperação internacional, International security, Segurança internacional, China, La coopération spatiale, Le Programme Spatial Chinois, La sécurité internationale
Year: 2013
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.PC_UFRGS:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/78581
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