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Comparison of protocols for determining the subtalar joint angle

By Marcus Peikriswili Tartaruga, Eduardo Lusa Cadore, Cristine Lima Alberton, Eduardo Nabinger, Leonardo Alexandre Peyré Tartaruga, Aluisio Otavio Vargas Avila and Luiz Fernando Martins Kruel

Abstract

Introdução: Muitos estudos têm analisado a máxima pronação subtalar sem preocupações na escolha do modelo de determinação dessa variável. Objetivo: Comparar a máxima pronação subtalar e o seu momento de ocorrência durante a fase de suporte, determinados a partir de dois modelos matemáticos compostos de dois e quatro pontos de referência, respectivamente. Metodologia: Dezesseis corredores participaram de dois testes de economia de corrida em esteira rolante, nas velocidades de 16 e 17 km.h-1. Resultados: Houveram diferenças significativas no consumo de oxigênio entre as velocidades adotadas, contrário aos valores de máxima pronação subtalar e de seus momentos de ocorrência que não apresentaram diferenças significativas entre as velocidades, independente do modelo matemático adotado. Comparando-se os dois modelos matemáticos, os valores de máxima pronação subtalar apresentaram diferenças significativas, independentemente da velocidade. Em contrapartida, os momentos de ocorrências da máxima pronação subtalar não apresentaram diferenças significativas. Conclusão: A medida da máxima pronação subtalar é influenciada pelo modelo matemático adotado. Entretanto, o momento de ocorrência da máxima pronação subtalar ao longo da fase de suporte independe do modelo.Introduction: Many studies have analyzed the maximum subtalar pronation without any concern over the choice of model for determining this variable. Objective: To compare the maximum subtalar pronation and its moment of occurrence during the stance phase, determined based on two mathematical models consisting of two and four reference points, respectively. Method: Sixteen runners participated in two running economy tests on a treadmill at speeds of 16 and 17 km.h-1. Result: The study showed significant differences in oxygen consumption between the speeds adopted, contrary to the values of maximum subtalar pronation and their moments of occurrence, which did not show any significant differences between the speeds, regardless of the mathematical model adopted. Comparing the two mathematical models, the values of maximum subtalar pronation showed significant differences, regardless of speed. However, the moments of occurrence of maximum subtalar pronation showed no significant differences. Conclusion: The measure of maximum subtalar pronation is influenced by the mathematical model adopted. However, the moment of occurrence of maximum subtalar pronation during the stance phase is independent of the model

Topics: Articulações : Fisiologia, Pronation, Subtalar joint, Ortopedia, Running
Year: 2012
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.PC_UFRGS:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/49682
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