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Resultados maternos e neonatais de primíparas: comparação do modelo de assistência obstétrica colaborativo e tradicional de maternidades do SUS em Belo Horizonte

By Sibylle Emilie Vogt

Abstract

No Brasil, predomina a assistência obstétrica centrada no médico especialista em obstetrícia e uma excessiva medicalização do trabalho de parto e do parto. .O modelo colaborativo (MC) na assistência obstétrica significa a integração da obstetriz ou enfermeira obstétrica e do médico obstetra na equipe de assistência ao trabalho de parto e parto. Objetivo: Estudar modelos assistenciais, que incorporam a atuação da enfermeira obstétrica para a assistência ao trabalho de parto e parto, e sua associação com intervenções no trabalho de parto e parto e resultados maternos e neonatais. Métodos: Desenho do estudo foi transversal. População do estudo foi mulheres atendidas em hospitais do Município de Belo Horizonte, vinculados ao SUS, que apresentam o modelo colaborativo (equipe composta por médico obstetra e enfermeira obstétrica), modelo tradicional (equipe composto somente por médico obstetra) e um Centro de Parto Normal perihospitalar. O primeiro artigo analisa, por meio de regressão logística multivariada, a associação entre o modelo assistencial e intervenções utilizadas na condução do trabalho de parto. O segundo artigo analisa a associação entre o modelo e o parto vaginal espontâneo conforme um modelo hierarquizado. O terceiro artigo descreve e compara as intervenções, tipo de parto e resultados neonatais entre dois hospitais, que representam o modelo colaborativo e o modelo tradicional, e o Centro de Parto Normal. Resultados: Houve menor utilização da ocitocina, da amniotomia e da episiotomia e maior utilização de métodos não farmacológicos para alívio da dor nos modelos com incorporação da enfermeira obstétrica, sendo as proporções menores no CPN. A associação entre o MC e a redução no uso da ocitocina, da ruptura artificial das membranas e da episiotomia, e do parto vaginal espontâneo se manteve após o ajuste para fatores de confundimento...In Brazil predominates, even for women of normal risk, physician - centered care and an excessive medicalization of chil dbirth care.The collaborative model (CM) in the obstetric care means midwife or nurse - midwife and obstetrician working together in the team which takes care for women in labor and delivery. Objective: To study care models, with and without incorporating the midwife role for care during labour and delivery, and their association with interventions in childbirth and with maternal and neonatal results. Methods: The study was transversal. The study population were women attended in hospitals from Belo Horizonte, linked to the national public health system (SUS), that represent the collaborative model (team with obstetrician and midwife), traditional model (team composed only by obstetrician) and a alongside birth centre. The first article analyses, by m ultivariate logistic regression, the association between the care model and the interventions used in labour. The second article analyses the association between the model and the spontaneous vaginal delivery according to a hierarchical model. The third ar ticle describes and compares the interventions, birth type and neonatal results between hospitals, th ose represent the collaborative and traditional models, and the birth center care model . Results: There was less use of oxytocin, of amniotomy and episi otomy and more use of non - pharmacological methods to relieve the pain in models incorporating midwives, being the smaller proportions in the birth center. The association between the CM and the reduction of oxytocin use, amniotomy and episiotomy and the in crease of the spontaneous vaginal delivery were kept after the adjustment for confounding factors. The care model was not associated to neonatal complications and use of conduction analgesia. Conclusion: The result suggest that care models incorporating t he midwife can reduce interventions in the labour and delivery care with perinatal similar results, as well as increase the rate of spontaneous vaginal delivery, including women with obstetric - clinic complications, birth induction or pharmacological analge sia. The MC is feasible in the Brazilian context and can be a tool in efforts to change the health care mode

Topics: Equipe Interdisciplinar de Saúde, Enfermagem Obstetrica, Tocologia, Assistência Perinatal, Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde), Serviços de Saúde Materno-Infantil, Patient Care Team, Obstetrical Nursing, Midwifery, Perinatal Care, Outcome Assessment (Health Care), Maternal-Child Health Services, Equipe de Assistência ao Paciente, Enfermagem Obstétrica, Tocologia, Assistência Perinatal, Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde), Serviços de Saúde Materno-Infantil
Year: 2014
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.RI_FIOCRUZ:oai:localhost:icict/8316
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