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Correspondência internacional, privilégio da grande mídia

By Eduardo e Silva Sartorato

Abstract

O jornalismo internacional deixou de ser prioridade nos jornais impressos. Isto porque o leitor perdeu o interesse pelos assuntos de outros países. As crises cambiais e financeiras, que passam os veículos de comunicação, acentuaram ainda mais esta crise dentro de um ramo tão prestigiado dentro do jornalismo. Neste contexto, os correspondentes internacionais são, hoje em dia, cada vez mais raro de se encontrar pelo mundo. Assim, existe a necessidade de se identificar o espaço do jornalista internacional. Se é lá no local do evento, ou aqui na redação do jornal, utilizando os materiais enviados pelas grandes agências. Através da pesquisa bibliográfica e de entrevistas, foi possível chegar ao entendimento de que o correspondente é insubstituível, mas também é exclusividade da grande mídia. Os pequenos e médios jornais não conseguem bancar profissionais fora do país. A principal característica que um jornalista in loco tem, que as agências de notícias não podem suprir, é a de conseguir contextualizar a notícia de outro país para a realidade brasileira. Só assim para que o leitor volte a ter interesse no jornalismo internacional

Topics: Jornalismo internacional, Jornais impressos
Publisher: Universidade Federal de Goiás
Year: 2005
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.RI_UFG:oai:repositorio.bc.ufg.br:ri/4453
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