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Consumo cultural como diversidad expresiva: desigualdades en las construciones simbolicas

By Maximiliano Nicolas Duarte Acquistapace

Abstract

No presente trabalho, busca-se refletir, em primeiro lugar, sobre as funções sociais da produção, da circulação e do consumo de bens culturais. Com esse objetivo, realiza-se uma análise crítica acerca das formas predominantes desde as quais foram interpretados esses processos, concedendo especial ênfase no papel que cumprem na construção simbólica de certa ordem social. Define-se a produção de bens culturais como uma objetivação de uma subjetividade determinada, e, em tal sentido, se considera como uma construção discursiva onde subjazem determinadas visões do mundo, contribuindo, desse modo, com uma produção simbólica específica. No entanto, sem desconhecer a formação de hegemonias e a sua pretensão de imposição, entende-se, no presente trabalho, que a construção de sentido não pode ser considerada como a imposição plena do objeto sobre o sujeito, senão como uma interação entre ambos. O significado é fruto de um processo interativo entre a história do processo de produção e a história incorporada nos esquemas de classificação que possuem os sujeitos de distintos espaços sociais. Em segundo lugar, considerando os resultados do survey sobre consumo cultural feita no ano 2009 no Uruguai, realiza-se uma discussão sobre as especificidades que este processo assume no citado país, bem como acerca do papel das políticas culturais e sua concepção regressiva da distribuição de fundos públicos, o que redunda no fortalecimento da exclusão simbólica dos setores com menores recursos.En el presente trabajo se busca reflexionar, en primer lugar, sobre las funciones sociales de la producción, circulación y consumo de bienes culturales. Con este fin se realiza un recorrido crítico sobre las formas predominantes desde las cuales se han interpretado tales procesos, haciendo especial énfasis en el rol que cumplen en la construcción simbólica de cierto orden social. Se define la producción de bienes culturales como una objetivación de una subjetividad determinada, y, en tal sentido, se la considera como una construcción discursiva donde subyacen determinadas visiones del mundo, contribuyendo de este modo a una producción simbólica especifica. No obstante, sin desconocer la formación de hegemonías y su pretensión de imposición, se entiende aquí que la construcción de sentido no puede ser considerada como la imposición plena del objeto sobre el sujeto, sino más bien como la interacción entre ambos. El significado es fruto de un proceso interactivo entre la historia del proceso de producción y la historia incorporada en los esquemas de clasificación que poseen sujetos de distintos espacios sociales. En segundo lugar, a raíz de los resultados de la encuesta sobre el consumo cultural realizada en el año 2009 en Uruguay, se discute sobre las especificidades que este proceso asume en el citado país, conjuntamente con el rol de las políticas en cultura y su concepción regresiva de las distribución de los fondos públicos, lo que redunda en el fortalecimiento de la exclusión simbólica de los sectores con menores recursos

Topics: Consumo cultural, Desigualdades simbólicas, Politicas culturais, Uruguai, SOCIOLOGIA, Consumo cultural, Desigualdades simbólicas, Políticas culturales, Uruguay, SOCIOLOGIA
Publisher: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Year: 2011
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.BDTD_UERJ:oai:www.bdtd.uerj.br:4063
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