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Estudo dos efeitos do aquecimento da água de amassamento na resitência inicial do concreto para aplicação de pré-fabricados de concreto

By André Valmir Saugo Ribeiro and Ricardo Oliveira

Abstract

A indústria da construção civil vem requerendo crescentes melhorias no desempenho dos materiais, dos procedimentos e dos recursos humanos. Com o intuito de melhorar o desempenho do concreto, nas primeiras idades, estratégias tem sido usadas, dentre elas, a cura a vapor, a autoclave e o uso de aditivos aceleradores. Além disso, uma alternativa plausível tem sido a do aquecimento dos materiais, principalmente a água de amassamento. Sabe-se que a temperatura da água de amassamento produz significativas alterações na velocidade de hidratação dos produtos sólidos do cimento, influenciando as propriedades do concreto fresco e endurecido. Na indústria de pré moldados, para aumentar a produtividade faz-se necessário otimizar ao máximo o uso das formas. Entretanto, no sudoeste do Paraná, mais especificamente em Pato Branco, têm-se períodos em que a temperatura média diária é de 8ºC, o que afeta sobremaneira a taxa de hidratação dos produtos sólidos do cimento e, consequentemente os prazos para a desmoldagem e içamento das peças. Consequentemente, nota-se que é indispensável que se adote ações para mitigar o efeito da temperatura na taxa de hidratação do concreto. As ações adotadas com vistas a obter a resistência mínima de aderência para o içamento das peças pré moldadas foram os seguintes: considerar o cimento e os agregados na temperatura de 8ºC e aquecer a água de amassamento à temperatura de 60ºC, empregar aceleradores de pega e endurecimento e superplastificantes, dosar com três diferentes relações água/cimento. Além disso, para minimizar a tensão de aderência, considerou-se que as peças iriam ser içadas em quatro pontos. Foram produzidos três traços de concreto e então após a cura foram ensaiados a compressão assim obteve-se resultados que não satisfizeram a resistência desejada. Para comparação e tentando resolver o problema foram produzidos mais 6 traços, com o tempo de cura de 24 horas e 7 dias, curados a 8 e 22°C. Os resultados foram que os traços curados a 8°C com 24 horas não atingiram a resistência desejada. Já os curados a 22°C, com idade de 24 horas e 7 dias, e a 8°C com 7 dias atingiram a resistência desejada.The construction industry has been growing requiring improvements in the performance of materials, procedures and human resources. In order to improve concrete performance in the first ages, strategies have been used, among them the steam cure, the autoclave and the use of accelerators additives. In addition, a plausible alternative has been the heating of the materials, especially the mixing water. It is known that the temperature of the mixing water produces significant changes in the rate of hydration of the cement solids in influencing the properties of the fresh and hardened concrete. In precast industry to increase productivity it is necessary to optimize to the maximum the use of forms. However, in the southwest of Paraná, more specifically in Pato Branco, have been periods when the daily average temperature is 8° C, which greatly affects the rate of hydration of the cement solids and therefore the deadlines for the release and lifting parts. Consequently, it is noted that it is indispensable to adopt actions to mitigate the effect of temperature on the concrete hydration rate. The actions taken in order to obtain minimum adhesion strength for lifting the pre-molded parts were as follows: consider the cement and the aggregates at 8 ° C temperature and heat the water to 60 ° C kneading employ accelerators and handle hardening and superplasticizers, dose relationships with three different water / cement ratio. Furthermore, to minimize adherence voltage, it is considered that the parts would be raised at four points. Were produced three concrete mix and then after curing were tested compression thereby yielded results that did not satisfy the desired strength. For comparison and trying to solve the problem over 6 traces were produced with the curing time of 24 hours and 7 days, cured at 8 and 22 ° C. The results are that the mixtures cured at 8 ° C with 24 hours does not reach the desired strength. Since cured at 22 ° C, aged 24 hours and 7 days at 8 ° C and 7 days reached the desired strength

Topics: Concreto pré-moldado, Construção de concreto pré-moldado, Concreto - Efeito da temperatura, Concreto - Resistência, Precast concrete, Precast concrete construction, Concrete - Effect of temperature on, Concrete - Underground movements
Year: 2015
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.ROCA_UTFPR:oai:127.0.0.1:1/3399
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