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Tattoo in prison: stigma & identity.

By Karine Belmont Chaves

Abstract

Esta dissertaÃÃo tem como objetivo buscar a compreensÃo da tatuagem na prisÃo e os desdobramentos da tatuagem como forma de expressÃo, identificaÃÃo e pertencimento individual e grupal neste contexto estigmatizante e marginalizante. Sob uma perspectiva interdisciplinar, a pesquisa foi realizada na PenitenciÃria Estadual de Foz do IguaÃu, Estado do ParanÃ, atravÃs da obtenÃÃo de dados em fontes primÃrias como consultas a prontuÃrios de identificaÃÃo dos presos e manuais de significados de tatuagens, em fontes bibliogrÃficas, observaÃÃo participante e realizaÃÃo de entrevistas semi-dirigidas. Nesta unidade penal, 64% dos presos que cumprem pena em regime fechado possuem tatuagem e verificamos que as pessoas presas âescolhemâ suas tatuagens e seus sÃmbolos condicionadas pelo envolvimento criminal. Deste modo, o uso da tatuagem nesse contexto indica pertencimento ao grupo, identificaÃÃo com a atividade criminosa, marginalizaÃÃo pelo estigma, mas tambÃm reforÃo dos vÃnculos afetivos com familiares. Os sÃmbolos tatuados se diferenciam dos usados fora da prisÃo, como difere a qualidade da tatuagem realizada na prisÃo, sem os materiais, tÃcnicas e habilidades desejÃveis. Embora a tatuagem seja na contemporaneidade um âfenÃmeno culturalâ, em muitos casos ela ainda configura estigma, pois representa um cÃdigo de identificaÃÃo do âcriminosoâ, principalmente para os profissionais da seguranÃa pÃblica.This dissertation aims to seek the understanding of tattooing in prison and the unfolding of the tattoo as a form of expression, individual and group belonging and identification, stigmatizing and marginalizante in this context. Under an interdisciplinary perspective, the survey was conducted at the State Penitentiary in Foz do IguaÃu, Paranà State, by obtaining data on primary sources as the identification records of prisoners and meanings of tattoos, bibliographic sources, participant observation and interviews semi-dirigidas. In this criminal unit, 64% of the prisoners who meet in closed regime have tattoo and we see that the people arrested "choose" their tattoos and their symbols conditioned by criminal involvement. In this way, the use of tattooing in this context indicates belonging to the group, identifying with the criminal activity, marginalization by the stigma, but also strengthening of the affective links with family members. Tattooed symbols differ from used out of prison, as it differs the quality of tattoo held in prison, without the materials, techniques and skills desirable. Although the tattoo is today a "cultural phenomenon", in many cases it even configures stigma, because it represents an identification code of "criminal", mainly for public safety professionals

Topics: tatuagem, prisÃo, estigma, identidade., tatoo, prison, stigma, identity, SOCIOLOGIA, SOCIOLOGIA
Publisher: Universidade Estadual do Oeste do Parana
Year: 2013
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.BDTD_UNIOESTE:oai:unioeste.br:982
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