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AVALIAÇÃO CLÍNICA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA E INFECTOLOGIA DOS PACIENTES COM DOENÇA DE CHAGAS NA FORMA CRÔNICA

By Hugo Carvalho Silva, Antônio Meira de Araújo Galdame, Martha Silva, Martinez Silveira, Maria Fernanda Rios Grassi, Robson Jesus Silva, Raissa Bastos Carvalho and Claudilson José de Carvalho Bastos

Abstract

A doença de chagas é a terceira doença parasitária mais prevalente no mundo e ocorre, muitas vezes, em indivíduos mais jovens, implicando em incapacidade, aposentadoria precoce e morte. O objetivo deste artigo é descrever alterações clínicas, laboratoriais, eletrocardiográficas e de bioimagem de pacientes com doença de Chagas na forma crônica cardíaca na atenção primária e infectologia. A metodologia adotada é o corte transversal, com análise retrospectiva de prontuários dos pacientes atendidos em ambulatórios de Clínica Médica e Infectologia de janeiro a dezembro de 2008. Os resultados apontam que os dados demográficos dos 21 pacientes foram: 57,1% do sexo feminino; 42,9% do sexo masculino; idade média de 58,5anos; comorbidades 57,1%. A maior parte apresentava a forma crônica cardíaca recente e leve (B1) baseada no Consenso Brasileiro de Doença de Chagas da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. As alterações mais frequentes no Eletrocardiograma foram: bloqueio do ramo direito, alteração de repolarização ventricular, bloqueio divisional anterossuperior esquerdo e bradicardia sinusal. Na radiografia de tórax, 35,3% apresentaram aumento do índice cardiotorácico. Ao Ecocardiograma bidimensional com doppler foi observada uma fração de ejeção média de 66,7%; 64,7% deles apresentaram as seguintes alterações: disfunção diastólica de ventrículo esquerdo e insuficiência de válvula mitral. Ao comparar os pacientes com e semcomorbidades, foi observado que os achados dos exames complementares não apresentaram diferenças significativas entre os grupos. Concluiu-se que os pacientes com Doença de Chagas na forma crônica cardíaca leve apresentam idade mais avançada. Houve uma elevada porcentagem de comorbidades, podendo-se inferir que as alterações eletrocardiográficas, ecocardiográficas e radiográficas podem não sofrer influência das comorbidades

Topics: Atenção primária à saúde; Doença de Chagas; Eletrocardiografia; Ecocardiografia Doppler
Publisher: Revista Baiana de Saúde Pública
Year: 2013
OAI identifier: oai:periodicos.ibict.br.RevistaBaianadeSaudePublicar0:oai:ojs.rbsp.inseer.ibict.br:article/582
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