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A filosofia de Platão e o debate bioético sobre o fim da vida: interseções no campo da Saúde Pública

By Rodrigo Siqueira-Batista and Fermin Roland Schramm

Abstract

Discutir os aspectos bioéticos da obstinação terapêutica, tendo em vista algumas de suas interseções no âmbito da saúde pública, é o escopo do presente artigo. Partindo-se de uma delimitação da finitude no bojo do debate filosófico e bioético sobre o fim da vida, intentou-se confrontar as críticas contemporâneas à distanásia com o pensamento do filósofo Platão (427-347 a.C.), pensador que desenvolveu uma arguta reflexão sobre os mais diferentes aspectos da medicina do seu tempo. Desta feita, buscou-se a exploração de novos referenciais teóricos, capazes de nortear as discussões relativas a este crucial problema, cujas implicações são decisivas no âmbito da saúde e da vida

Topics: Bioética, Futilidade Médica, Morte, Saúde Pública, Medicine, R, Public aspects of medicine, RA1-1270
Publisher: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz
OAI identifier: oai:doaj.org/article:9b3d443dd33f4ec2bddf30c7c539a66f
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