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OMNILATERALIDADE E AS CONCEPÇÕES BURGUESAS DE EDUCAÇÃO INTEGRAL

By Paulo Aparecido Dias da Silva Silva

Abstract

O trabalho tem por objetivo discutir, a partir de uma pesquisa bibliográfica, o conceito de omnilateralidade na perspectiva marxista em contraposição às concepções burguesas de educação integral difundidas no âmbito da educação básica brasileira. A partir dos aportes teóricos de Marx e Engels (1987; 2004; 2007), Saviani (2010; 2013), Duarte (1999; 2008; 2010), Pistrak (2003; 2009) e Lombardi (2010) busca-se demonstrar os limites das concepções burguesas de educação integral tendo em vista a não consideração dos determinantes sociais e econômicos no interior do modo de produção capitalista que impedem o livre desenvolvimento da individualidade humana e impossibilitam a apropriação dos conhecimentos produzidos historicamente pela humanidade por todos os indivíduos. Desta forma, a educação no âmbito da sociedade capitalista, está reduzida a uma formação unilateral objetivando reproduzir o estado de coisas vigente nesta mesma sociedade. No entanto, cabe destacar que esse processo ocorre de forma contraditória tem em vista que a apropriação de conhecimentos científicos no interior do modo de produção capitalista possibilita a intervenção revolucionária na realidade

Topics: Educação Integral; Omnilateralidade; Individualidade para-si.
Publisher: Revista HISTEDBR On-Line
Year: 2015
DOI identifier: 10.20396/rho.v15i65.8642706
OAI identifier: oai:clacso:br/br-049:article7358oai
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