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O LUGAR DO SINCRETISMO NAS LINGUAGENS MULTICÓDICAS

By Waldir Beividas

Abstract

The author of this study presents a brief two-part critical review of the concept of syncretism. In the first part, it is incorporated the formulations that had been more disseminated in the Semiotics field, especially the proposals of Greimas and Courtes in the first great dictionary of theory (1979) and the proposal of J. M. Flochs in the second dictionary (1986). In the second part, a summary is presented concerning the author’s hypotheses which were developed in his master's dissertation (1983). The objective is to put side by side the two critical parts of his text to make a revision and submit it to the reflection of those interested in the subject. The author believes that even today there is not either an adequate definition of the concept of syncretism or a precise place of its occurrence in the theoretical instances when it is required the description of multi-code languages. The extension of the concept of syncretism – from its field of origin in phonological linguistic and morphological and syntactic analysis (such as "neutralization") to the vast field of complex languages - although already foreshadowed in Hjelmlev’s propositions, requires a transposition of large-scale that is not yet considered in the developments that the concept has already achieved. The author endorses some urgent tasks proposed by Fiorin (2009) to overcome the pointed shortage and proposes others.O autor apresenta breve revisão crítica do conceito de sincretismo em dois vetores. No primeiro, retoma as formulações que mais se difundiram no campo, a partir das propostas de A. J. Greimas e J. Courtés, no primeiro grande dicionário da teoria (1979), e de J. M. Floch no segundo (1986). No segundo, apresenta breve resumo de suas próprias hipóteses elaboradas em texto de dissertação de mestrado (1983) que permaneceu inédita. Tem a intenção de colocar lado a lado os dois vetores de sua revisão para a reflexão crítica dos interessados no tema. O autor considera que ainda hoje não se tem uma definição adequada desse conceito, nem do lugar preciso de sua ocorrência nas instâncias criadas em teoria, quando acionado para a descrição das linguagens multicódicas. A extensão do conceito de sincretismo, de seu campo de origem na linguística fonológica e morfossintática (como “neutralização”) para o vasto campo das linguagens complexas, embora já prenunciado nas proposições hjemslevianas, requer uma transposição de grande envergadura, ainda não contemplada pelos desenvolvimentos que o conceito já pôde obter. Endossa algumas tarefas urgentes, propostas por J. L. Fiorin (2009), para superar a carência e propor outras

Topics: Semiotics; Syncretism; Neutralization; Overlap; Merger; Constellation., Semiótica; Sincretismo; Neutralização; Superposição; Fusão; constelação.
Publisher: CASA: Cadernos de Semiótica Aplicada
Year: 2012
DOI identifier: 10.21709/casa.v10i2.5571
OAI identifier: oai:clacso:br/br-048:article5571oai
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