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Desinfestação e estabelecimento in vitro de explantes de bananeira ‘Thap maeo’ (sub grupo AAB) submetidos a concentrações de cloro ativo

By Gustavo Alves Pereira, Aparecida Conceição Boliani and Luiz Souza Correa

Abstract

Most of banana plantations are still carried out using traditional seedlings types, named in Brazil as ‘chifrinho’, ‘chifre’, ‘chifrão’ (with a literal translation of little horn, horn and big horn, respectivelly) and also using rizoma pieces. Other propagation methods, such as micropropagation, have been developed and improved in order to increase the multiplication rate in a short period of time and improve the seedlings phytossanitary canditions. The aim of this study was to evaluate the ‘in vitro’ disinfection using active chlorine concentrations in explants of ‘Thap maeo’ bananas , which is a viriety resistant to black and yellow Sigatokas, as well as Panama disease. The treatments were: T1 – control without active chlorine , T2 - 0.5% of active chlorine, T3 - 1.0% of active chlorine, T4 - 1.5% of active chlorine and T5 - 2% of active chlorine. The percentage of contamination by bacteria and fungi as well as the percentage of oxidation of the explants were evaluated. It was concluded that the highest efficiency among treatments was the T5 – immersion of the explants in 2% of active chlorine, whichresullted in 82% and 88% of reduction, respectively, for bacteria and fungi.A maioria dos plantios de bananeira ainda são realizados utilizando mudas tradicionais do tipo chifrinho, chifre, chifrão e pedaços de rizoma. Outros métodos de propagação como a micropropagação vêm sendo desenvolvidos e aperfeiçoados, para elevar a taxa de multiplicação em curto espaço de tempo e melhorar a qualidade fitossanitária das mudas. O objetivo foi avaliar a desinfestação, in vitro, utilizando concentrações de cloro ativo em explantes de bananeira ‘Thap maeo’, sendo esta variedade resistente às Sigatokas negra e amarela, bem como ao mal-do-Panamá. Os tratamentos utilizados foram: T1 - testemunha sem cloro ativo, T2 - 0,5% de cloro ativo, T3 - 1,0% de cloro ativo, T4 - 1,5% de cloro ativo e T5 - 2% de cloro ativo. Foram avaliadas as porcentagens de contaminação por bactérias e fungos como também a porcentagem de oxidação dos explantes. Concluiu-se que a maior eficiência dentre os tratamentos testados foi o de imersão dos explantes em 2% de cloro ativo o qual proporcionou redução 82% e 88% respectivamente para bactérias e fungos

Topics: contaminants, micropropagation, Musa sp., contaminants, micropropagation, Musa sp.
Publisher: 'Lepidus Tecnologia'
Year: 2015
DOI identifier: 10.14295/cs.v6i4.712
OAI identifier: oai:ojs.comunicata.emnuvens.com.br:article/712
Provided by: Comunicata Scientiae

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