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Self-perceived health status in older adults: regional and sociodemographic inequalities in Spain Estado de salud percibido en ancianos: disparidades regionales y sociodemográficas en España Estado de saúde percebido em idosos: desigualdades regionais e sociodemográficas na Espanha

By Beatriz Fernandez-Martinez, Maria-Eugenia Prieto-Flores, Maria João Forjaz, Gloria Fernández-Mayoralas, Fermina Rojo-Pérez and Pablo Martínez-Martín

Abstract

OBJECTIVE: To assess regional and sociodemographic differences in self-perceived health status among older adults. METHODS: A face-to-face quality of life survey was conducted in a representative sample of the Spanish population comprising 1,106 non-institutionalized elderly aged 60 or more in 2008. Logistic regression models were used to explain self-perceived health status according to the EuroQol Group Visual Analogue Scale (EQ-VAS). Independent variables included sociodemographic and health characteristics as well as the nomenclature of territorial units for statistics level 1 (NUTS1: group of autonomous regions) and level 2 (NUTS 2: autonomous regions). RESULTS: Younger and better off respondents were more likely to have a positive self-perceived health status. Having no chronic conditions, independence in performing daily living activities and lower level of depression were also associated with positive self-perceived health status. People living in the south of Spain showed a more negative self-perceived health status than those living in other regions. CONCLUSION: The study results point to health inequality among Spanish older adults of lower socioeconomic condition and living in the south of Spain. The analysis by geographic units allows for international cross-regional comparisons.<br>OBJETIVO: Analizar las diferencias regionales y sociodemográficas en el estado de salud percibido por ancianos. MÉTODOS: Se realizó una encuesta de calidad de vida mediante entrevista personal en una muestra representativa de la población española de 1.106 personas con 60 y más años no institucionalizadas en 2008. Se aplicaron modelos de regresión logística para explicar la salud percibida de acuerdo con la escala visual analógica del EuroQol Group (EQ-VAS). Las variables independientes incluyeron características sociodemográficas y de salud, así como unidades territoriales estadísticas de nivel 1 (NUTS1: grupos de comunidades autónomas), y nivel 2 (NUTS2: comunidades autónomas). RESULTADOS: Los participantes de ambos grupos, el de los más jóvenes y los que tenían una mejor situación económica, mostraron mayor probabilidad de tener una percepción positiva de la salud. La ausencia de problemas crónicos de salud, la independencia para desarrollar actividades de la vida diaria y un menor nivel de depresión también se asociaron positivamente a la salud percibida como buena. Los ancianos que vivían en el sur mostraron una percepción más negativa de su salud que aquellos que vivían en otras regiones. CONCLUSIONES: Los resultados muestran desigualdad relativa en el estado de salud de los ancianos de niveles socioeconómicos inferiores y en los habitantes del sur del país. El análisis estadístico por unidades territoriales permite establecer comparaciones entre regiones en nivel internacional.<br>OBJETIVO: Analisar as diferenças regionais e sociodemográficas no estado de saúde percebido por adultos mais velhos. MÉTODOS: Realizou-se um inquérito de qualidade de vida mediante entrevista pessoal com amostra representativa da população espanhola de 1.106 pessoas com 60 e mais anos não institucionalizadas, em 2008. Aplicaram-se modelos de regressão logística para explicar a saúde percebida segundo a escala visual analógica do EuroQol Group (EQ-VAS). As variáveis independentes incluíram características sociodemográficas e de saúde, assim como unidades territoriais estatísticas de nível 1 (grupo de comunidades autônomas) e nível 2 (comunidades autônomas). RESULTADOS: Os participantes dos grupos mais jovens e os que tinham uma melhor situação econômica mostraram maior probabilidade de ter uma percepção positiva da sua saúde. A ausência de problemas crônicos de saúde, a independência para realizar atividades da vida diária e menor nível de depressão também se associaram positivamente à saúde percebida como boa. Os idosos que viviam no sul mostraram uma percepção mais negativa da saúde do que as que vivem noutras regiões. CONCLUSÕES: Os resultados indicam uma desigualdade relativa no estado de saúde dos adultos mais velhos de níveis socioeconômicos inferiores e dos habitantes do sul do país. A análise por unidades territoriais estatísticas permite estabelecer comparações entre regiões em nível internacional

Topics: Anciano, Estado de Salud, Calidad de Vida, Factores Socioeconómicos, Desigualdades en la Salud, Inequidad Social, Distribución Espacial de la Población, Desarrollo Regional, Idoso, Nível de Saúde, Qualidade de Vida, Fatores Socioeconômicos, Desigualdades em Saúde, Iniquidade Social, Distribuição Espacial da População, Desenvolvimento Regional, Aged, Health Status, Quality of Life, Socioeconomic Factors, Health Inequalities, Social Inequity, Residence Characteristics, Regional Development, LCC:Public aspects of medicine, LCC:RA1-1270, LCC:Medicine, LCC:R, DOAJ:Public Health, DOAJ:Health Sciences
Publisher: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Year: 2012
DOI identifier: 10.1590/S0034-89102012000200013
OAI identifier: oai:doaj.org/article:0d1221c20fb84b89bd7f878d5d8e46f8
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