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Treatment with mebendazole is not associated with distal migration of adult Angiostrongylus costaricensis in the murine experimental infection O tratamento com mebendazol não está associado a migração distal de adultos de Angiostrongylus costaricensis na infecção experimental murina

By Márcia Bohrer Mentz, Carlos Graeff-Teixeira and Cinara Tentardini Garrido

Abstract

Abdominal angiostrongyliasis is a zoonotic infection produced by a metastrongylid intra-arterial nematode, Angiostrongylus costaricensis. Human accidental infection may result in abdominal lesions and treatment with anti-helminthics is contra-indicated because of potential higher morbidity with excitement or death of worms inside vessels. To evaluate the effect of mebendazole on localization of the worms, male Swiss mice, 5 week-old, were infected with 10 third stage larvae per animal. Twelve infected mice were treated with oral mebendazol, at 5 mg/kg/day, for 5 consecutive days, begining 22 days after inoculation. As control groups, 12 infected but non-treated mice and other 12 non-infected and non-treated mice were studied. The findings at necropsy were, respectively for the treated (T) and control (C) groups: 92% and 80% of the worms were inside the cecal mesenteric arterial branch; 8% and 10% were located inside the aorta. Only in the group C some worms (10%) were found inside the portal vein or splenic artery. These data indicate that treatment with mebendazole does not lead to distal or ectopic migration of A. costaricensis worms.<br>Angiostrongilíase abdominal é uma zoonose causada por um metastrongilídeo intra-arterial, o Angiostrongylus costaricensis. Infecção acidental humana pode resultar em doença abdominal e o tratamento com anti-helmínticos é contra-indicado pela possibilidade de agravamento das lesões com a excitação ou morte dos vermes intra-vasculares. Para avaliar o efeito do mebendazole sobre a localização dos vermes, camundongos Swiss machos, com 5 semanas de idade foram infectados individualmente com 10 larvas de terceiro estágio. Doze deles foram tratados 22 dias após a infecção, com mebendazole, na dose de 5 mg/kg/dia, por 5 dias consecutivos. Igual número de camundongos infectados, não tratados e um terceiro grupo de animais não infectados e não tratados, serviram como grupos controles. À necrópsia observaram-se os seguintes resultados: a proporção de vermes adultos encontrados na artéria mesentérica do ceco e cólon foi de 80% no grupo C e 92% no grupo T. A proporção de vermes adultos encontrados na aorta torácica foi de 10% no grupo C e de 8% no grupo T. No grupo C, 10% dos vermes também foram encontrados na veia porta e na artéria esplênica. Estes resultados indicam que o mebendazole não induz migração ectópica ou distal do Angiostrongylus costaricensis

Topics: Angiostrongylus costaricencis, Adult stage, Migration, Mebendazole, LCC:Medicine (General), LCC:R5-920, LCC:Medicine, LCC:R, DOAJ:Medicine (General), DOAJ:Health Sciences
Publisher: Instituto de Medicina Tropical
Year: 2004
DOI identifier: 10.1590/S0036-46652004000200003
OAI identifier: oai:doaj.org/article:2beac564a8ad46fd8b0871d02a0f8a77
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