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Derivação retroesternal com tubo gástrico isoperistáltico no carcinoma irressecável de esôfago Retrosternal bypass operation with isoperistaltic gastric tube for unresectable esophagus carcinoma

By José Luís Braga de Aquino, Cirilo Luís Pardo Meo Muraro, José Gonzaga Teixeira de Camargo, Guilherme Otranto and Rogério Abreu

Abstract

OBJETIVO: Avaliar o benefício do tratamento paliativo pela derivação esofágica com o tubo gástrico isoperistáltico em pacientes com carcinoma de esôfago irressecável. MÉTODO: Foram estudados 53 pacientes com carcinoma espino celular do esôfago sem condições de ressecabilidade avaliados por critérios endoscópicos e radiológicos. A maioria dos pacientes era do sexo masculino com idade média de 56,8 anos. A operação realizada foi a derivação esofágica com o tubo gástrico isoperistáltico, de grande curvatura e transposto através do espaço retro esternal. RESULTADOS: Vinte e oito pacientes (52,0%) desenvolveram uma ou mais complicações, sendo a mais freqüente a deiscência e/ou estenose da anastomose cervical (15 pacientes - 28,3%). Em 48 pacientes que sobreviveram, 37 (77,0%) referiram alívio da disfagia no seguimento pós-operatório. A média de sobrevida em 23 pacientes foi de sete meses e meio (seis a 13 meses) e 14 pacientes estão em seguimento com o tempo variável entre dois e 16 meses, com boa evolução, com perda de seguimento nos 11 pacientes restantes. CONCLUSÕES: Tubo gástrico isoperistáltico tem aceitável morbidade e mortalidade para a população em estudo, permitindo paliação da disfagia na maioria dos casos.<br>BACKGROUND: The objective of this study is to determine the beneficial of palliative esophageal bypass with isoperistaltic gastric tube in patients with unresectable esophagus carcinoma. METHODS: We studied 53 patients with unresectable squamous cell carcinoma of the esophagus as showed by endoscopic, radiologic and clinical data. Most of the patients were male and the average age was 56,8 years. The operation performed was an isoperistaltic gastric tube transposed through the retrosternal space. RESULTS: Twenty-eight patients (52%) developed one or more complications and the most frequent ones were leakage or stenosis of cervical anastomosis (15 patients 28,3%). Mortality rate was 9,4%. Of the 48 patients that survived, 37 (77%) refered relief of disphagia in the follow-up. The mean survival rate of 23 patients was 7,5 months (six to 13 months) and 14 patients are doing well after two to 16 months of follow-up. CONCLUSIONS: Isoperistaltic gastric tube has acceptable morbidity and mortality with relief of dysphagia in the majority of the patients

Topics: Esôfago, Neoplasias esofágicas, Assistência Paliativa, Esophagus, Esophageal neoplasms, Palliative care, LCC:Surgery, LCC:RD1-811, LCC:Medicine, LCC:R, DOAJ:Surgery, DOAJ:Medicine (General), DOAJ:Health Sciences
Publisher: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Year: 2003
DOI identifier: 10.1590/S0100-69912003000200010
OAI identifier: oai:doaj.org/article:92b660a44a9543c3ae177689bf78d8f1
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