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Jorge Lobo’s disease: experimental inoculation in Swiss mice Doença de Jorge Lobo. Inoculação experimental em camundongos suiços

By Diltor Vladimir Araújo OPROMOLLA, Suzana MADEIRA, Andréa de Faria Fernandes BELONE and Fátima Regina VILANI-MORENO

Abstract

Sixty-four isogenic Swiss mice were intradermically inoculated in both hind foot pads. The inocula, consisting of fungal suspensions from biopsies obtained from Jorge Lobo’s Disease patients, had the total number of fungi and the viability index determined using a Neubauer chamber and the fluorescein diacetate-ethidium bromide technique (FD-EB), respectively. The animals were sacrificed at times ranging from ten days to eighteen months after inoculation. The cellular infiltrate, mainly consisting of macrophages containing fungi, increased progressively up to end of the study; however, no macroscopic alterations were observed in the inoculated feet. After nine months, small numbers of Langhans’ giant cells started to appear in the infiltrate. A considerable number of fungi was observed at the end of the experimental period, but only a few were viable when stained by the FD-EB technique. This fact suggests that there is a multiplication of fungal cells, which are destroyed by the macrophages but remain in the tissue for a long time due perhaps to the difficulties in their elimination. These findings led us to conclude that in spite of the maintenance of the infection in these animals, Swiss mice cannot be considered an ideal model to study Jorge Lobo’s Disease. However, the authors call attention to the possibility of other mouse strains being more susceptible to Paracoccidioides loboi.<br>Foram inoculados por via intradérmica, os coxins plantares traseiros de 64 camundongos Suíços, isogênicos. Os inóculos constituídos de uma suspensão fúngica, obtidos de biópsias de pacientes portadores de Doença de Jorge Lobo, foram submetidos a contagem do número total de fungos em câmara de Neubauer e a determinação da viabilidade segundo técnica do diacetato de fluoresceína-brometo de etídeo (DF-BE). Os animais foram sacrificados em períodos de tempo que variaram de 10 dias a 18 meses pós-inoculação. Um infiltrado celular constituído essencialmente por macrófagos com fungos no seu interior foi aumentando progressivamente até o final da experimentação, entretanto não houve alterações macroscópicas das patas inoculadas. Um pequeno número de células gigantes tipo Langhans começou a aparecer no infiltrado aos 9 meses. Um número considerável de fungos foi observado no período final do experimento, mas quando submetidos a coloração pelo DF-BE somente alguns deles estavam viáveis. Por esse motivo os autores sugerem que existe uma multiplicação de fungos, mas que são destruídos pelos macrófagos e permanecem no tecido um longo período de tempo talvez devido a dificuldade em sua eliminação. Estes achados levam a conclusão que apesar da manutenção da infecção nesses animais, os camundongos Suíços podem não ser considerados um modelo ideal para o estudo da Doença de Jorge Lobo. Entretanto, os autores chamam a atenção para a possibilidade de outras linhagens de camundongos serem mais susceptíveis ao P. loboi

Topics: Jorge Lobo’s Disease, Swiss mice, Paracoccidioides, LCC:Medicine (General), LCC:R5-920, LCC:Medicine, LCC:R, DOAJ:Medicine (General), DOAJ:Health Sciences
Publisher: Instituto de Medicina Tropical
Year: 1999
DOI identifier: 10.1590/S0036-46651999000600005
OAI identifier: oai:doaj.org/article:c39761b7c73f4a68aff9e612cf42e965
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