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Além da "Monocultura Institucional": instituições, capacidades e o desenvolvimento deliberativo Beyond "Institutional Monocropping": institutions, capabilities, and deliberative development

By Peter Evans

Abstract

A teoria econômica moderna foi além do "fundamentalismo do capital". Nas palavras de Hoff e Stiglitz (2001, p. 389), "o desenvolvimento não é mais visto primariamente como um processo de acúmulo de capital, mas antes como um processo de mudança organizacional". Essa percepção possibilitou uma "virada institucional" na teoria do desenvolvimento ao enfatizar o papel de idéias e das instituições enquanto determinantes das possibilidades para o acúmulo de capital, ao invés do oposto. Tanto a "nova teoria do crescimento" quanto o "novo institucionalismo" de Douglass North são exemplos dessa virada institucional. Infelizmente, a "virada institucional" tem sido utilizada de modo perverso por formadores de políticas globais. A visão globalmente dominante é a de que, por serem as instituições tão importantes, por conseguinte, um planejamento institucional baseado em versões idealizadas de instituições anglo-americanas deve ser uniformemente imposto aos países ao Sul do globo para que se desenvolvam. De forma não surpreendente, essa visão falhou na prática. Perspectivas alternativas propostas por Rodrik e Sen defendem que o desenvolvimento tem poucas possibilidades de ter êxito a menos que a mudança institucional esteja alicerçada na tomada de decisões local. Essa é a visão explorada neste trabalho. O estado de Kerala na Índia e a cidade de Porto Alegre no Brasil são utilizados como casos concretos.<br>Modern economic theory has moved beyond "capital fundamentalism." In the words of Hoff and Stiglitz, (2001, p. 389) "[d]evelopment is no longer seen primarily as a process of capital accumulation but rather as a process of organizational change." This realization has made possible an "institutional turn" in development theory that emphasizes the role of ideas and institutions as determinants of the possibilities for capital accumulation rather than the reverse. Both the "new growth theory" and Douglass North's "new institutionalism" are examples of the institutional turn. Unfortunately, the "institutional turn" has been used in a perverse way by global policy-makers. The globally dominant view is that because institutions are so important, therefore an institutional blueprint based idealized versions of Anglo-American institutions must be uniformly imposed on the countries of the global South in order for them to develop. Not surprisingly, this view has failed in practice. Alternative perspectives proposed by Rodrik and Sen argue that development is unlikely to succeed unless institutional change is grounded in local decision-making. That is the view that is explored in this paper. The State of Kerala in India and the city of Porto Alegre in Brazil are used as concrete cases

Topics: teoria do crescimento econômico, desenvolvimento, instituições, democracia, globalização, capacidades, Kerala, Porto Alegre, economic growth theory, development, institutions, democracy, globalization, capabilities, Kerala, Porto Alegre, LCC:Sociology (General), LCC:HM401-1281, LCC:Social Sciences, LCC:H, DOAJ:Sociology, DOAJ:Social Sciences
Publisher: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS
Year: 2003
DOI identifier: 10.1590/S1517-45222003000100003
OAI identifier: oai:doaj.org/article:7413277234e04949af036b78938adb76
Journal:
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