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Antagonistic process of Dicyma pulvinata against Fusicladium macrosporum on rubber tree Processo de antagonismo de Dicyma pulvinata contra Fusicladium macrosporum em folhas de seringueira

By Sueli C.M. Mello, Carlos Eduardo Estevanato, Leonardo M. Braúna, Guy de Capdeville, Paulo Roberto Queiroz and Luzia Helena C. Lima

Abstract

The interaction between Dicyma pulvinata and Fusicladium macrosporum was studied by scanning electron microscopy. Spores of D. pulvinata germinated on the surface of F. macrosporum lesions induced on artificially infected rubber plants were fixed 8 h after inoculation. D. pulvinata germ tubes seemed to elongate toward F. macrosporum. Close contact between the antagonistic fungus and F. macrosporum spores was verified 24 h after application of D. pulvinata. At the end of the process, spores of F. macrosporum seemed to have disintegrated and to be devoid of content. The hyperparasite grew completely over the pathogen. Six to seven days after application of the antagonistic fungus, D. pulvinata conidiophores were observed emerging from F. macrosporum structures with profuse sporulation. Studies have also shown the possibility of D. pulvinata producing hydrolytic enzymes, which could be associated with the control of plant pathogens. This information may help to elucidate some of the modes of action of D. pulvinata, a potential biological control agent for South American leaf blight of Hevea rubber plant.<br>Estudou-se a interação entre Dicyma pulvinata e F. macrosporum ao microscópio eletrônico de varredura. Esporos de D. pulvinata germinaram na superfície das lesões induzidas por F. macrosporum em plantas de seringueira (Hevea brasiliensis), infectadas artificialmente, fixadas 8 h após a inoculação do antagonista. Aparentemente, os tubos germinativos se alongaram em direção ao patógeno. O contato íntimo entre o hiperparasita e o patógeno foi verificado em amostras fixadas 24 h após a aplicação de D. pulvinata. Ao término do processo, os esporos de F. macrosporum aparentemente invadidos pelo antagonista mostraram-se desintegrados e esvaziados de seu conteúdo. D. pulvinata cresceu sobre as lesões, sobrepondo totalmente o patógeno. Seis dias após a aplicação, conidióforos do fungo antagonista foram observados emergindo das estruturas do patógeno, produzindo esporos em grande quantidade. Verificou-se, também, um possível envolvimento de enzimas hidrolíticas na associação antagonística entre D. pulvinata e o patógeno. Estas informações podem contribuir para elucidar o modo de ação de D. pulvinata, um potencial agente de controle biológico para o mal das folhas da seringueira

Topics: interação patógeno e antagonista, mal-das-folhas da seringueira, Hevea brasiliensis, biocontrole, pathogen and antagonistic interaction, South American Leaf Blight, Hevea brasiliensis, biocontrol, LCC:Plant culture, LCC:SB1-1110, LCC:Agriculture, LCC:S, DOAJ:Plant Sciences, DOAJ:Agriculture and Food Sciences
Publisher: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Year: 2008
DOI identifier: 10.1590/S1982-56762008000100002
OAI identifier: oai:doaj.org/article:3935241d886f41bf9c1f70b161eccae2
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