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The imprescindibility of the bad faith for the configuration of administrative improbity acts

By Renato Saeger Magalhães Costa

Abstract

Os atos de improbidade administrativa, segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, exigem a presença cabal do elemento subjetivo do dolo para sua configuração – admitindo-se, para além deste, a culpa, segundo majoritária doutrina, nos casos dos atos descritos no artigo 10 da Lei nº 8.429/92, que causem prejuízo ao erário. Há, contudo, diferença entre irregularidades e ilegalidades oriundas da prática do ato do improbidade administrativa propriamente dito. Analisa-se, portanto, a necessidade da má-fé e da intencionalidade do agente público na prática de tais atos para que venha a ser condenado pelas condutas descritas na LIA – Lei de Improbidade Administrativa.Acts of admnistrative improbity, according to the precedents of the brazilian Supreme Court of Justice, demand the presence of the subjetive element of intent – or, according to the majority of the doctrine, serious fault, on those cases of the article 10 of the Law n. 8.429/92, the ones that cause damage to the public coffers. There are, however, differences between irregularities and illegalities from those acts of improbity, per se. Therefore, the present article is an analisis of the need of subjetive intencionality and bad faith in doing these acts in order to convict the public agent on the punishment of the Administrative Improbity Law

Topics: administrative improbity, intent, bad faith, public administration., improbidade administrativa, dolo, má-fé, administração pública.
Publisher: Universidade de São Paulo. Faculdade de Direito de Ribeirão Preto
Year: 2014
OAI identifier: oai:revistas.usp.br:article/77906

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