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Les hiéroglyphes et la langue mentale Giovambattista vico et les arts amérindiens de la mémoire

By Carlo Severi

Abstract

Para linguistas, antropólogos e arquéologos, a imagem emblemática precede e em toda parte, o surgimento do signo. O mito de uma língua figurada, composta de ícones, que constitui a figura adversa ea escrita, influenciou profundamente a tradição ocidental. No presente texto, tentaremos mostrar que nós não poderemos compreender a natureza lógica mnemotécnicas ameríncias (pictografias, quipús) senão passado da interrogação, inevitavelmente etnocêntrica, que suscita sua comparação com a escrita ocidental, a um conjunto de questões completamente diverso, que provém da antropologia comparativa. Consequetemente, nó não procuraremos saber se as técnicas ameríndias da memorização são "verdadeiras" escritas, ou apenas mnemotécnicas. Nós nos perguntaremos, antes, se tais simbolismos, enquanto conjuntos gráficos organizados para um uso mnemônico, possuem traços formais em comun e se eles implicam em operações mentais comparáveis. Nós tentaremos, assim, estabelecer se esses sistemas pertencem a um mesmo universo conceitual, a uma língua mental - para retomar uma idéia de Giambattista Vico - que caracteriza as artes ameríndias da memória. Veremos que, nessa perspectiva, as técnicas da memória cessam de nos parecer híbridas ou imprecisas, e que nós compreenderemos melhor sua natureza e suas funções enquanto artefatos mentais.Pour linguistes, anthropologues et archéologues, l'image emblématique, précède, depuis toujours et partout, l' apparition du signe. Ce mythe d'une langue figurée, composée d'icônes, qui constitue la figure adverse de l'ecriture, aprofondément influencé la tradition ocidentale. Dans cette intervention, on essaiera de montrer que nous ne pour rons compendre la nature logique des mnémotechnies (pictographies, khipus), qu'en passant de l'interrogation, inévitablement ethnocentrique, que soulève leur-comparison avec l'écriture occidentale, à un tout autre ordre de questions, qui relèvant de l'anthropologie comparative. Par conséquent, nous ne chercherons pas à savoir si les techniques amérindiennes de mémorisation sont de "véritables" écritures, ou seulement des mémotechnies. Nous nous demanderons plutôt ces symbolismes, en tant qu'ensembles graphiques organisés à usage mnémonique, possèdent des traits formels en commun et s'ils impliquent des opérations mentales comparables. Nous chercherons ainsi à établir si ces systémes appartiennent à un même univers conceptuel, à une langue mentale - pour rependre une idèe de Giambattista Vico - qui caractériserait les arts amérindiens de la mémoire. On verra que, si'il on suit cette perpective, le techniques de la mémoire cessent de nous sembles hybrides on imprécises et que nous pourrons mieux en compendre la nature et les fonctions, en tant qu'artefacts mentaux

Publisher: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Year: 2010
OAI identifier: oai:revistas.usp.br:article/19147

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