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Mental health in the Family Health Program: the conceptions of community agents about mental illness

By Maria Alice Ornellas Pereira, Liliane Barbieri, Virginia Praciano de Paula and Melissa dos Santos Paschoalato Franco

Abstract

This study identified social representations of mental illness by community agents in a Family Health Program unit. The authors chose the qualitative approach and used the case study methodology. Data were collected by means of semi-structured interviews, with the use of Projective and Thematic Analysis techniques. The results show social representations based on the traditional psychiatric paradigm, which considers the mentally ill as a passive person, without the necessary conditions to become the protagonist of his/her own history. This prejudice is typical of the traditional view. Therefore, the authors suggest that a substantial effort should be made to provide a better professional formation to community agents in the Family Health Program. Such an effort would propitiate improvements on practices and the construction of new knowledge in the context of community mental health assistance.Este estudio tuvo como objetivo identificar las representaciones sociales de agentes comunitarios de una unidad de Programa Salud de la Familia sobre el trastorno mental. Optamos por la pesquisa cualitativa, utilizando el estudio de caso. Para la colecta de datos, recorrimos a la entrevista semi-estructurada, enriquecida por el uso de la Técnica Proyectiva, y la análisis temática para analizar el material obtenido. Los resultados evidencian representaciones sociales ancoradas en el paradigma psiquiátrico tradicional. Ese considera a la persona acometida por el trastorno mental pasiva, sin condiciones de protagonizar los propios caminos que, a su vez, son marcados por el prejuicio. De ese modo, se denota la gran necesidad de inversión en la capitación en salud mental, junto a los autores del escenario de la asistencia del Programa de Salud de la Familia. De acuerdo con el estudio, tal inversión contribuirá para hacer-se efectivo las prácticas y construcción de nuevos conocimientos, contribuyendo para la mejoría de la asistencia en salud.Este estudo objetivou identificar as representações sociais de agentes comunitários de uma unidade de Programa Saúde da Família sobre o transtorno mental. Optamos pela pesquisa qualitativa, utilizando o estudo de caso. Para a coleta de dados, recorremos à entrevista semi-estruturada, enriquecida pelo uso de Técnica Projetiva, e à análise temática para analisar o material obtido. Os resultados evidenciam representações sociais ancoradas no paradigma psiquiátrico tradicional. Esse considera a pessoa acometida pelo transtorno mental passiva, sem condições de protagonizar os próprios caminhos que, por sua vez, são marcados pelo preconceito. Desse modo, denota-se a grande necessidade de investimento na capacitação em saúde mental, junto aos atores do cenário da assistência do Programa de Saúde da Família. De acordo com o estudo, tal investimento contribuirá para a efetivação de práticas e construção de novos saberes, contribuindo para a melhoria da assistência em saúde

Topics: Health personnel, Family Health Program, Mental health, Mental Health Services, Personal de salud, Programa Salud de la Familia, Salud mental, Servicios de Salud Mental, Pessoal de saúde, Programa Saúde da Família, Saúde mental, Serviços de Saúde Mental
Publisher: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem
Year: 2007
OAI identifier: oai:revistas.usp.br:article/41656

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