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Influence of migration on prevalence of serological hepatitis B markers in a rural community: 1- Analysis of prevalence by birthplace

By Afonso D. C. Passos, Uilho A. Gomes, José F. de C. Figueiredo, Margarida M. P. do Nascimento, Jaqueline M. de Oliveira, Ana M. C. Gaspar and Clara F. T. Yoshida

Abstract

Como parte de uma investigação epidemiológica de campo sobre hepatite B num município de características rurais do Estado de São Paulo, Brasil, foi estudada a distribuição de marcadores sorológicos dessa doença segundo à área de residência e o local de nascimento dos indivíduos. Para o município estudado como um todo, a prevalência encontrada para um ou mais dos marcadores sorológicos de hepatite B foi de 7,7%, com os habitantes rurais apresentando risco mais elevado que os urbanos (9,8% e 4,9%, respectivamente). A análise da positividade, de acordo com o local de nascimento, mostrou valores mais altos entre os migrantes provenientes de outros Estados do País (15,8%), seguidos dos oriundos de outros municípios de São Paulo (9,2%): entre os nascidos no município estudado e, particularmente em Ribeirão Preto, centro urbano de localização próxima ao mesmo, observaram-se as menores prevalências (5,2% e 2,5%, respectivamente). Discute-se a importância de se analisar em estudos epidemiológicos, a procedência dos indivíduos, variável capaz de influir na história natural da hepatite B numa comunidade, e, eventualmente, explicar diferenças nas distribuições de marcadores dessa infecção em populações aparentemente semelhantes.Distribution of hepatitis B serological markers according to people's birthplaces and area of residence (urban/rural) was studied as a part of a field epidemiological research project carried out in Cássia dos Coqueiros, a small rural community of S. Paulo State, Brazil. The total prevalence of HBV markers was 7.7%, with rural showing a higher risk than urban inhabitants (9.8% as against 4.9%, respectively). Analysis of prevalence according to people's birthplaces revealed the highest value among those from other Brazilian states (15.8%), followed by people from other municipalities of the State of S. Paulo (9.2%). Those born in Cássia dos Coqueiros and particularly in Ribeirão Preto (the main city of the area, located 80 kilometers away), showed the lowest values of prevalence (5.2% and 2.5%, respectively). The importance of studying people's birthplaces when field epidemiological studies on hepatitis B are carried out is stressed. This variable is considered to be capable of exercising an influence on the natural history of the disease in a community, and may even explain differences in the distribution of markers in apparently similar populations

Topics: Hepatite B, Migração interna, Distribuição espacial, Hepatitis B, Internal migration, Residence characteristics
Publisher: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Year: 1993
OAI identifier: oai:scielo:S0034-89101993000100005
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