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A zona cinza dos direitos e o conhecimento: deslocamento na Colômbia, Migração Sul-Sul e equidade na saúde

By Cristina Barajas Sandoval and Francoise Barten

Abstract

La globalización y la liberalización de las economías han producido, entre otros drásticos efectos en la movilidad humana, confusión, discriminación y falta de respeto a los derechos de muchos migrantes. En este artículo se exponen varios retos para el estudio de estos fenómenos a propósito de los derechos de salud de mujeres colombianas que han sido desplazadas de sus regiones de origen por el conflicto armado y que se han visto forzadas a cruzar la frontera con Ecuador. El artículo propone varios vacíos en la investigación, que podrían representar un avance en la temática. Lo aquí planteado se ha elaborado con base en una revisión general de documentos y estudios que relacionan salud y migración. El soporte teórico para dicha revisión se ha hecho con base en los postulados de organizaciones internacionales como la Organización Mundial de la Salud, la Organización Mundial de Migraciones, diversas ONG, organizaciones de base e investigaciones académicas. El artículo muestra la necesidad de analizar la realidad de formas supra-estatales que la globalización ha generado y enfatiza en la urgencia de asegurar el acceso a salud de las poblaciones migrantes. Para ello aspectos encontrados aquí deberían ser parte de las agendas a nivel internacional, ampliando la atención de programas a las poblaciones desplazadas/migrantes teniendo en cuenta precondiciones de salud, prevención, equidad y protección en salud. Adicionalmente deja claro que mujeres, niños y niñas requieren de una mejor protección y del mejoramiento de las formas de prevención y respuesta frente a abuso sexual, estigmatización, violencia e irrespeto de sus derechosA globalização e a liberalização das economias têm produzido, entre outros drásticos efeitos na mobilidade humana, confusão, discriminação e falta de respeito aos direitos de muitos migrantes. Neste artigo expõem-se vários desafios para o estudo destes fenômenos respeito aos direitos de saúde de mulheres colombianas que têm sido deslocadas de suas regiões de origem pelo conflito armado e que têm sido forçadas a cruzar a fronteira com Equador. O artigo propõe vários vazios na pesquisa, que poderiam representar um avanço na temática. O que aqui se apresenta tem-se elaborado com base em uma revisão geral de documentos e estudos que relacionam saúde e migração. O suporte teórico para dita revisão se tem feito com base nos postulados de organizações internacionais como a Organização Mundial da Saúde, a Organização Mundial de Migrações, diversas ONG, organizações de base e pesquisas acadêmicas. O artigo mostra a necessidade de analisar a realidade de formas supra-estatais que a globalização tem gerado e enfatiza na urgência de segurar o acesso a saúde das populações migrantes. Para isso, aspectos encontrados aqui deveriam ser parte das agendas no contexto internacional, ampliando a atenção de programas às populações deslocadas/migrantes tendo em conta precondições de saúde, prevenção, equidade e proteção em saúde. Adicionalmente, deixa claro que mulheres e crianças requerem de uma melhor proteção e do melhoramento das formas de prevenção e resposta frente ao abuso sexual, estigmatização, violência e desrespeito de seus direitos.Globalization and liberalization of the economies have produced among others drastic effects on the human mobility, generating confusion, enhancing discrimination and a lack of respect to the rights of several migrant collectives. In this article we analyse several challenges for the study of these phenomena, based on the case of the neglected health rights of Colombian women, who have been forced to displace by the country's internal conflict, and are thus pushed to cross the border to Ecuador. The article identifies several knowledge gaps that could allow and advance a better understanding of these critical subjects. The paper - a think piece -is based upon a general review of documents and studies on the relation between migration and health. The supporting theory on the research comes from international organisations such as the WHO and IOM, NGOs, grass-roots organisations and academic research. This paper shows the need for focusing on the reality of supra states which globalization has generated, and t e urgency of securing the access to essential health preconditions to migrant populations. These issues can no longer be neglected and should be included on agendas at international level, widening the approach of programs to the displaced/immigrant population by taking into account the need to ensure the essential health preconditions (equity), prevention, and protection. Further, it is clear that women and children require a better protection with enhanced prevention and responding measures to sexual abuse, stigmatisation, violence and the respect of their rights

Topics: salud; derechos/equidad; desplazamiento; migración sur-sur; políticas en salud; Colombia-Ecuador., saúde; direitos/equidade; deslocamento; migração sul-sul; políticas em saúde; Colômbia–Equador., health equity/rights, displacement, south-south migration, knowledge gaps, health policy, Colombia-Ecuador
Publisher: Universidad del Rosario
Year: 2018
OAI identifier: oai:repository.urosario.edu.co:10336/16270
Provided by: edocUR
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