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Aplicação de carvão vegetal e nitrogênio influenciando propriedades físicas e químicas do solo e massa seca de arroz

By Mary Anne Barbosa de Carvalho

Abstract

A degradação dos solos agrícolas causa problemas produtivos e ambientais, com consequências econômicas e sociais para as populações. Além das perdas de solo e de sua fertilidade poderem inviabilizar a atividade produtiva, existe grande preocupação com a emissão para a atmosfera de gases que contribuem para o aquecimento do planeta. Assim sendo, o objetivo do trabalho é avaliar a aplicação de biocarvão nas propriedades físicas e químicas do solo e na massa seca do arroz. O experimento foi desenvolvido em casa de vegetação na Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN, em Macaíba-RN. O delineamento estatístico foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x4, contando de doses de biocarvão(0, 3500, 7000 e 10500 kg ha-1) e doses de nitrogênio (0, 30, 60 e 90 kg ha-1) correspondendo a 16 tratamentos. O solo foi misturado com as respectivas doses, em seguida colocado em vasos de 10 L, utilizando como planta indicadora o arroz de terras altas. As variáveis analisadas foram à retenção de água, a densidade do solo, a massa seca da parte aérea do arroz e as propriedades químicas. A retenção de água no solo apresentou efeito linear positivo das doses de biocarvão; A densidade do solo foi influenciada pela interação entre doses de biocarvão e de nitrogênio, cujo desdobramento revelou efeito quadrático da dose de biocarvão sobre a densidade do solo apenas na dose zero de nitrogênio; Para massa seca do arroz houve interação de doses de nitrogênio dentro de doses de biocarvão observando-se na dose zero de biocarvão o efeito quadrático apenas do nitrogênio; As propriedades químicas foram significativos os efeitos da dose de biocarvão para pH e CaMg (p<0,05) e para K (p<0,01). Não houve efeito significativo das doses de nitrogênio (30 e 60 kg ha-1) nem da interação entre doses de biocarvão e de nitrogênio. Conclui-se ser necessária a condução do experimento e o acompanhamento de resultados na mesma área em longo prazo. Assim, a evolução nas características químicas e físicas do solo pode ser avaliada, gerando informações consistentes sobre o potencial do biocarvão como condicionador de solo e fertilizante.A degradação dos solos agrícolas causa problemas produtivos e ambientais, com consequências econômicas e sociais para as populações. Além das perdas de solo e de sua fertilidade poderem inviabilizar a atividade produtiva, existe grande preocupação com a emissão para a atmosfera de gases que contribuem para o aquecimento do planeta. Assim sendo, o objetivo do trabalho é avaliar a aplicação de biocarvão nas propriedades físicas e químicas do solo e na massa seca do arroz. O experimento foi desenvolvido em casa de vegetação na Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN, em Macaíba-RN. O delineamento estatístico foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x4, contando de doses de biocarvão(0, 3500, 7000 e 10500 kg ha-1) e doses de nitrogênio (0, 30, 60 e 90 kg ha-1) correspondendo a 16 tratamentos. O solo foi misturado com as respectivas doses, em seguida colocado em vasos de 10 L, utilizando como planta indicadora o arroz de terras altas. As variáveis analisadas foram à retenção de água, a densidade do solo, a massa seca da parte aérea do arroz e as propriedades químicas. A retenção de água no solo apresentou efeito linear positivo das doses de biocarvão; A densidade do solo foi influenciada pela interação entre doses de biocarvão e de nitrogênio, cujo desdobramento revelou efeito quadrático da dose de biocarvão sobre a densidade do solo apenas na dose zero de nitrogênio; Para massa seca do arroz houve interação de doses de nitrogênio dentro de doses de biocarvão observando-se na dose zero de biocarvão o efeito quadrático apenas do nitrogênio; As propriedades químicas foram significativos os efeitos da dose de biocarvão para pH e CaMg (p<0,05) e para K (p<0,01). Não houve efeito significativo das doses de nitrogênio (30 e 60 kg ha-1) nem da interação entre doses de biocarvão e de nitrogênio. Conclui-se ser necessária a condução do experimento e o acompanhamento de resultados na mesma área em longo prazo. Assim, a evolução nas características químicas e físicas do solo pode ser avaliada, gerando informações consistentes sobre o potencial do biocarvão como condicionador de solo e fertilizante

Topics: Manejo do solo, Biomassa vegetal, Biochar
Year: 2014
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.RI_UFRN:oai:repositorio.ufrn.br:123456789/21658
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