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Physicochemical characteristics and fatty acid composition of tomato seed oils from processing wastes Características físico-químicas e composição em ácidos graxos de óleos de sementes de tomate de resíduos industriais

By P.R. Cantarelli, M.A.B. Regitano-d'Arce and E.R. Palma

Abstract

The major component of tomato processing industry wastes is seed. Samples of tomato (Petomech var.) pomace from industries of São Paulo state submitted to Hot and Cold Break treatments, were spontaneously fermented and washed to separate seeds. The oils were analysed for specific gravity, iodine and saponifícation numbers, refractive index, viscosity and fatty acid composition. Except for saponifícation number, Hot and Cold Break seed oils were very similar. In both treatments palmitic acid was the major saturated fatty acid, followed by stearic acid. Linoleic acid was the major unsaturated fatty acid followed by oleic acid. Both oleic and linoleic acids added up to over 60% of total fatty acids, being higher in Cold Break seed oils. Both treatments produced high nutritional oil quality. Differences in colour and viscosity may incur in more intense refining operations for Brazilian tomato processing industries due to the adoption of the Hot Break treatment.<br>O principal componente de resíduos da industrialização de tomates é a semente. Amostras de resíduos após extração comercial de tomates maduros (var. Petomech) submetidas a tratamentos de Hot e Cold Break em indústrias do Estado de São Paulo foram deixadas fermentar espontaneamente e as sementes separadas após lavagem. Os óleos foram analisados quanto ao peso específico, índices de iodo e saponifícação, índice de refração, viscosidade e composição em ácidos graxos. À exceção do índice de saponificação, os óleos dos tratamentos Hot e Cold Break apresentaram-se semelhantes. Em ambos os tratamentos o principal ácido graxo saturado foi o ácido palmítico, seguido pelo ácido esteárico. O ácido linoléico foi o principal ácido graxo insaturado, seguido pelo ácido oléico e juntos somaram a mais de 60% do total de ácidos graxos, o que torna o óleo de tomate recomendável à alimentação humana. As diferenças em cor e viscosidade dos óleos podem implicar num processo de refino mais severo para os óleos do tratamento Hot Break utilizado pelas indústrias brasileiras

Topics: óleo de sementes de tomate, composição em ácidos graxos, características físico-químicas, resíduos industriais, Tomato seed oil, fatty acid composition, physicochemical characteristics, industrial wastes, Agriculture (General), S1-972, Agriculture, S, DOAJ:Agriculture (General), DOAJ:Agriculture and Food Sciences
Publisher: Universidade de São Paulo
Year: 1993
DOI identifier: 10.1590/S0103-90161993000100016
OAI identifier: oai:doaj.org/article:2c8b095ea83d42ebb7dddf1937310149
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