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1-Methylcyclopropene delays tomato fruit ripening Retardamento do amadurecimento de tomates com 1-metilciclopropeno

By Celso Luiz Moretti, Alessandra L. Araújo, Waldir Aparecido Marouelli and Washington Luiz C. Silva

Abstract

Tomato (Lycopersicon esculentum Mill.) fruits, cv. Santa Clara, were harvested at the breaker stage from commercial fields in Brazlândia, Brazil, to investigate the ability of 1-methylcyclopropene (1-MCP) to retard tomato fruit ripening. Fruit without external blemishes were graded for size (diameter = 80&plusmn;5 mm) and mass (m = 130&plusmn;10 g), placed inside hermetically sealed boxes, and 1-MCP was applied for 12 hours (T = 22&plusmn;1&deg;C; RH = 80-85%) at four different concentrations: 0 (control), 250, 500 and 1000 mL.L-1. Fruits were held at ambient conditions (T = 23&plusmn;2&deg;C; RH 80-85%) for 2 days and then stored inside a cold room (T = 20&plusmn;1&deg;C; RH = 85-95%). Every 3 days, during a 15-day period, fruits were analyzed for firmness, total soluble solids, titratable acidity, external color, and total carotenoids. Firmness of fruit treated with 1000 mL.L-1 was about 88% higher than control fruits after 17 days. The a*/b* ratio, an indicator of skin color, for fruit treated with 1000 mL.L-1 of 1-MCP was 38% lower than control fruits at the end of the storage period. Treatments with higher concentrations of 1-MCP delayed total carotenoids synthesis and color development. Control fruits stored for 17 days had about 190% more total carotenoids than fruits treated with 1000 mL.L-1 of 1-MCP. Postharvest application of 1-MCP was an efficient method to delay tomato fruit ripening. As 1-MCP concentration increased, ripening was further delayed. Tomatoes treated with 250, 500, and 1000 mL.L-1 of 1-MCP were delayed by 8 to 11, 11 to 13 and 15 to 17 days, respectively.<br>Tomates (Lycopersicon esculentum Mill.), 'Santa Clara', foram colhidos no estádio verde-rosado em campos de produção comercial em Brazlândia (DF) com o objetivo de investigar a capacidade do 1-metilciclopropeno (1-MCP) em retardar o amadurecimento de tomates. Frutos sem danos mecânicos externos aparentes foram selecionados para tamanho (diâmetro = 80&plusmn;5 mm) e massa (m = 130&plusmn;10 g), foram colocados em câmaras herméticas, e 1-MCP foi aplicado por um período de 12 horas (T = 22&plusmn;1&deg;C; RH = 80-85%), em quatro concentrações diferentes: 0 (controle), 250, 500 e 1000 mL.L-1. Os frutos foram mantidos por dois dias em condições ambiente (T = 23&plusmn;2&deg;C; RH 80-85%) e posteriormente armazenados em câmara fria (T = 20&plusmn;1&deg;C; RH = 85-95%). A cada 3 dias, durante um período de 15 dias, os frutos foram analisados para firmeza, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, coloração externa e teor de carotenóides totais. Frutos tratados com 1000 mL.L-1 possuíam firmeza 88% maior do que frutos do tratamento controle após dezessete dias de armazenamento. A relação a*/b*, um indicativo da coloração da casca, foi 38% menor em tomates tratados com 1000 mL.L-1 quando comparados com frutos do tratamento controle ao final do experimento. Frutos tratados com as maiores dosagens de 1-MCP apresentaram o maior retardamento da síntese e revelação dos pigmentos carotenóides. Tomates provenientes do tratamento controle possuíam ao redor de 190% mais pigmentos carotenóides do que frutos tratados com 1000 mL.L-1 de 1-MCP ao final do experimento. A aplicação pós-colheita de 1-MCP foi um método eficiente em retardar o amadurecimento de tomates. À medida que aumentou-se a concentração do produto, observou-se um maior retardamento do amadurecimento. Tomates tratados com 250, 500, e 1000 mL.L-1 de 1-MCP tiveram o amadurecimento retardado em 8 a 11, 11 a 13 e 15 a 17 dias, respectivamente

Topics: Lycopersicon esculentum, acidez, coloração, carotenóides, etileno, firmeza, pós-colheita, Lycopersicon esculentum, acidity, color, carotenoids, ethylene, firmness, postharvest, Plant culture, SB1-1110, Agriculture, S, DOAJ:Plant Sciences, DOAJ:Agriculture and Food Sciences
Publisher: Associação Brasileira de Olericultura
Year: 2002
DOI identifier: 10.1590/S0102-05362002000400030
OAI identifier: oai:doaj.org/article:482164e2d2ec40b4b526b85260fde2c8
Journal:
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